Negras empreendedoras: a empresária que desenvolveu maquiagem para negras

Rosane Terraggo (Foto: Divulgação)Rosane Terraggo (Foto: Divulgação)

Já comentei aqui como é comum no Brasil mulheres negras se queixarem da ausência de cosméticos que se encaixem no seu padrão estético, mas isso não impediu Rosane Terraggo de criar uma série de produtos acessíveis para diferentes tonalidades de mulheres negras. Segundo ela, a inspiração veio da própria maquiagem usada por Michelle Obama. Depois de escutar que existia a marca Black Opal com bases de 8 dólares e que a ex-primeira dama usava esses produtos no seu dia a dia, Rosane entendeu que precisava de algo parecido na loja que já administrava. Então criou sua própria linha de Divas Bllack, com bases para mulheres negras de diferentes tons a preço super acessíveis.

Sua ideia, que parece simples hoje, vai além: há pó translúcido, sombras, iluminador, gloss e pigmentos. Ela investe no marketing pelas redes sociais, ampliando cada vez mais a dimensão dos seus negócios para além da região sul do país. Por esses motivos Rosane é nossa entrevista para nossa série #negrasemprendedoras.

O que te motivou a se tornar uma emprendedora?
Rosane Terraggo:
Casei e fui mãe muito cedo, aos 17 anos, por isso concluí o ensino superior um pouco mais tarde. Os estudos na Unisinos, no Rio Grande do Sul,  fizeram com que ficasse um pouco distante do meu primeiro filho, hoje com 27 anos. Me formei em 2002 e para me especializar na profissão, fiz quatro pós-graduações. Uma delas foi em administração em marketing pela ESPM. Mas percebi que a história de estar longe da família estava se repetindo com minha filha. Por isso, decidi em 2014 me tornar empreendedora.

E como sua empresa, o Território da Beleza PoA, surgiu?
RT:
O Território nasceu em junho de 2014 como franquia de uma marca. Neste modelo de negócio me senti muito amarrada, porque os franqueadores não queriam investir em marketing, preferiam a contratação de  revendedoras de porta a porta. Mas este não era meu objetivo. Confesso que fiquei bastante frustrada, porque a franquia é do Nordeste e lá eles são fortes. Mas no Sul precisei convencer as pessoas de que os produtos eram muito bons e de que os valores estavam na média do mercado. Depois, passei a usar as redes sociais para apresentar os cosméticos ao público e mostrar clientes comprando. Conforme o tempo, percebi que não precisava mais estar por trás de uma marca apenas, mas poderia comercializar bons produtos de várias empresas. Pesquisei o que estava fazendo sucesso e que tinha um bom preço. Nosso grande diferencial, hoje, é que além de vender, ensinamos a cliente a usar o que está comprando. Damos uma consultoria de beleza e elas adoram. Foi assim que começamos a crescer.

Qual foi o maior desafio para se consolidar como empreendedora?
RT:
A ideia do Divas Bllack surgiu pela necessidade de haver produtos específicos para a pele negra. No início, também trabalhávamos com produtos para cabelos crespos e cacheados, nos tornando referência na região. Além disso, decidimos vender somente marcas que oferecem no catálogo ao menos um produto para a pele negra. Mesmo assim, não conseguimos atender todas as mulheres. Eu mesma tentava fazer a maquiagem delas. Sempre testamos as bases nas clientes que se dispõem a esta experiência, especialmente com aquelas que não conhecem seu tom de pele (e são muitas!) Apesar de a loja física ter somente 20m², fazemos muito barulho na internet com cursos, workshops. Foi assim que comecei a ganhar reconhecimento e credibilidade de diretores de grandes marcas. Procurei um deles para sugerir a criação em sua empresa de uma linha de base para vários tons de pele negra, pois muitas clientes se sentiam excluídas por não encontrarem um produto adequado. A princípio ele se empolgou e informou que iria se reunir com sua sócia. Em seguida, tive o retorno de que não era o momento de segregar as pessoas, então não seria correto criar uma linha somente para negras. Confesso que fiquei intrigada com a resposta, porque o conheço e não parecia ser preconceituoso. Então, olhei pra ele e me dei conta de que sendo branco de olhos claros ele não poderia compreender nossa dificuldade. Decidi desenvolver eu mesma esta linha. Em um curso sobre pele negra ouvi a especialista falar sobre uma base americana chamada Black Opal e que a então primeira dama Michelle Obama usava e recomendava, porque era um excelente produto e custava em torno de $8,00, ou seja, acessível. Eu entendi que era isso que eu queria, uma base de qualidade, que coubesse na bolsa e bolso das minhas clientes. Então foi a hora de convencer meu marido e sócio Carlos Alberto Regio Terragno a investir junto nesta linha.

Qual o diferencial dela para as grandes marcas que já estão vendo esse como um público alvo?
RT
: A Divas Bllack tem a tecnologia de color adapt que se adapta ao tom da pele sem acinzentar. A base foi desenvolvida por uma especialista em pele negra, contratada para nos auxiliar a entender os tons das negras brasileiras. Criamos bases que respeitam os fundos amarelos, neutro, oliva e azulados. A principal diferença com relação às grandes marcas é que as redes sociais são nosso maior marketing.

Qual sua principal inspiração para essa linha?
RT:
A Divas Bllack tem seis tons de bases para pele negra brasileira como carro chefe e as cores tem nomes de mulheres importantes na minha vida por ordem de cor: Rafaella é nome da minha filha (foi por ela que tudo começou), Rosane é o meu nome, Tais inspirada na Tais Araújo. Fui ver a peça “O Topo da Montanha” e me emocionei demais. Assim como a personagem também quero fazer a diferença na vida das pessoas. Conheci a Tais e ela me encoraja nesse sonho. A cor Duda é inspirada em uma influenciadora digital gaúcha, @negraecrespa, uma grande amiga e uma pessoa a qual admiro muito. A Duda está junto com a Divas desde  o início, ajudando em tudo. Sempre conversamos e a nossa afinidade é total, porque concordamos que a Divas Bllack é mais que um produto para vender, é um projeto de vida, é valorizar a beleza da mulher negra. A Duda também é uma grande inspiração e exemplo de uma grande mulher, pois como ela mesma diz; “tive o privilégio de ter uma família com melhores condições, sempre estudei em colégio particular, sou muito amada, mas tenho o compromisso com a minha raça, de mostrar o que realmente acontece, e ser uma inspiração para estas mulheres”. Maria é o segundo nome da minha mãe, ela simplesmente fez a mulher que sou hoje, é em homenagem a ela e a todas as Marias do Brasil e, Dandara, nossa guerreira quilombola.

Como você acredita que a maquiagem auxilia no processo de empoderamento de mulheres negras?
RT:
Acho que toda a mulher tem força e poder. Acredito que a mulher negra acaba “tendo que ter” um poder ainda maior, por todo o nosso histórico. O que eu vejo é que a maquiagem é aquele botão que lembra a cada uma nós, o nosso poder. Eu ainda atendo na loja em Porto Alegre, então já vi uma simples maquiagem operar milagres em uma mulher que está tendo um dia ruim ou que está passando por um momento difícil. Elas se olham no espelho e até o olhar modifica, a postura é realmente uma força que vem de dentro.

Sendo uma empreendedora negra, qual sua dica para outras mulheres, em especial afrodescendentes, que querem empreender?
RT:
O momento é este. Nós negros não aceitamos mais ficarmos invisíveis, estamos buscando nosso espaço. Então sim, queremos produtos e serviços específicos para nossa pele e raça, e temos dinheiro para pagar por eles. Hoje sou uma mulher muito realizada, porque estou colocando em prática meus sonhos. Não é nada fácil, ouvimos muitos nãos, muitas portas se fecham, muitas pessoas próximas duvidam e até torcem contra.  Mas tem uma conta que sempre fecha. Sonhar mais trabalhar é igual a realizar, então sonhe com algo que você ama fazer, trabalhe muito neste projeto e o torne realidade. As redes sociais são grandes aliadas, e ainda são ferramentas gratuitas. E Gratidão sempre!

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Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Por mais inclusão, escolas britânicas adotam política de uniforme sem gênero

A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)

A fim de tornar o ambiente escolar um espaço mais inclusivo, 80 escolas estaduais – 40 delas voltadas ao ensino primário – do Reino Unido decidiram adotar políticas de uniforme sem gênero. A ideia é que as crianças escolham a roupa com a qual se sentem mais confortáveis.

Enquanto algumas instituições de ensino reformularam as peças para evitar qualquer distinção de gênero, outras passaram a permitir que os alunos escolham o uniforme de acordo com o gênero com o qual se identificam.

De acordo com um porta-voz do Departamento de Educação (DfE, na sigla em inglês), as mudanças não foram impostas pelo governo, mas a intenção é estimular políticas públicas que tornem as escolas mais inclusivas.

“O dinheiro que temos alocado hoje é especificamente direcionado ao combate do bullying homofóbico nas escolas, garantindo que as crianças não tenham suas vidas arruinadas por nenhum tipo de assédio moral e possam assim atingir seu pleno potencial”, disse o responsável em entrevista ao Mashable.

A escola Allens Croft Primary School, em Birmingham, que recebeu 200 mil libras em subsídio do DfE foi uma das primeiras a implementar os uniformes ‘genderless’ e permitir que meninos possam usar saias e meninas se sintam confortáveis com calças. “A inclusão dos transgêneros é extremamente importante pra nós”, disse a diretora Paula Weaver.

Um porta-voz da organização LGBTQ Stonewall descreveu a mudança como “encorajadora”. “Apoiamos todos os esforços direcionados às questões de gênero para que os jovens se sintam felizes e aceitos nas escolas. Nenhuma pessoa trans deveria ser obrigada a se apresentar de maneira desconfortável. Quando isso acontece, pode ser profundamente prejudicial.”


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Negra, Miss SP encoraja uso do cabelo afro em cidade do interior

Sabrina de Paiva conquistou o Miss São Paulo (Foto: Divulgação)Sabrina de Paiva conquistou o Miss São Paulo (Foto: Divulgação)

Sabrina de Paiva bateu de porta em porta no comércio de Caconde, interior paulista, para comprar o vestido que seria usado no maior concurso de beleza do estado. Aos 20 anos de idade, após deixar sua cidade natal, a jovem veio para a capital realizar o sonho de ser eleita a nova Miss São Paulo, quebrando barreiras raciais por ser uma das poucas negras a vencer a competição. “Esperava ficar entre as cinco [primeiras colocadas]. Foi uma emoção muito boa. Sensação de que valeu a pena tudo o que fiz”, afirmou à Marie Claire.


Mas ao contrário do que se pode imaginar, seu reinado como miss não a isentou de continuar trabalhando duro. Sabrina, após o concurso, manteve praticamente a mesma rotina de antes, não largou o emprego para poder se sustentar, nem desfruta de muitas regalias por conta da fama repentina. “Ainda trabalho como vendedora em uma butique e faço fotografia [como modelo]”.


Sabrina se divide em três cidades para dar conta da rotina. Mora em Caconde, trabalha em São José do Rio Pardo e estuda publicidade em Guaxupé. Ela é o espelho de milhares de brasileiras que lutam para conquistar uma vida melhor, e que apostam na criatividade para bancar os sonhos. “Ia do trabalho para a faculdade todos os dias”. E foi na universidade que teve a ideia buscar financiamento para custear os gastos com o concurso.


“Fiz um ‘livro de ouro’, que é onde você escreve seus objetivos [e pede doações]. No início, comecei pelo comércio. Alguns me ajudavam com roupas, e depois passei a ir às casas”, afirmou. Sua família deu todo o apoio para não desistir. “Minha mãe me acompanhou nesse processo todo”.

Miss São Paulo usou o cabelo natural durante o concurso (Foto: Divulgação)Miss São Paulo usou o cabelo natural durante o concurso (Foto: Divulgação)

NEGRA
O concurso ganhou repercussão nacional por entregar a coroa a uma negra que decidiu valorizar a cultura afrodescente com um penteado black power durante a disputa. “Deixei o cabelo natural, sim, ele é parte da minha identidade. Não iria chegar lá sem meu cabelo, é parte de mim. Seria como ir sem minha perna”.


A atitude de Sabrina causou impacto não somente nas redes sociais, onde viralizou e ganhou muitos elogios, mas em seu próprio município. “Na minha cidade, as pessoas estão começando a usar o cabelo solto [natural]. Em uma ocasião, uma mulher, também negra, se aproximou para lhe parabenizar. “Você está representando minha cultura. Sua vitória é a nossa vitória”.


Em outra oportunidade, a Miss notou a mudança inclusive entre as crianças. “Vi duas mulheres conversando na feira, e uma delas falou para a outra quando viu a filha balançando o cabelo: ‘nossa, filha o que você está fazendo?’. E a menina respondeu. ‘Estou fazendo como a miss São Paulo’. Então, estou vendo essa repercussão.”, afirmou.


Sua representatividade, no entanto, não se restringe somente às negras. Um de seus objetivos é exatamente mostrar que há beleza em toda a diversidade. “Semana passada, estava na minha cidade e fui nas escolas. Uma menina [branca] entregou uma cartinha e nela estava escrita que se sentia feia. Eu lhe disse que não era verdade”.

Sabrina de Paiva malha diariamente para manter a forma (Foto: Divulgação)Sabrina de Paiva malha diariamente para manter a forma (Foto: Divulgação)

PRÓXIMOS PASSOS
A disputa do Miss São Paulo reuniu 30 mulheres de várias cidades paulistas em uma casa de shows da capital no dia 28 de maio. A final do concurso anunciou Sabrina em primeiro lugar, a Miss Ribeirão Preto, Marina Andrade Lemos, em segundo e, em terceiro, a representante da cidade de Americana, Tayná Correia Pereira.


O próximo passo da vencedora da competição será representar o estado na etapa nacional do concurso. “Agora estou me preparando para o Miss Brasil, daqui a três meses”, disse. Para estar em forma na noite da coroação, Sabrina não mede sacrifícios. “Malho todo dia, faço musculação e aeróbica (sic.). Tiro carboidratos da alimentação, e principalmente, os doces, que é o que mais gosto. Sou uma formiga”, concluiu.

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