Joanna Maranhão desabafa 10 anos após ser processada por acusado de abuso

Joanna Maranhão (Foto: Reprodução / Instagram)Joanna Maranhão (Foto: Reprodução / Instagram)

Ao completar 10 anos da data em que foi processada pelo homem que a abusou sexualmente,  a atleta Joanna Maranhão desabafou sobre o caso em seu perfil no Instagram na tarde de hoje.

“Há 10 anos eu trazia a público uma história que, infelizmente, não é apenas minha. Fui processada pelo meu abusador porque aos 21 o crime já havia prescrito, ele perdeu TODOS os recursos”, escreveu a atleta na rede social.

“Ele não foi preso, porém, em nome de todas as vítimas que queriam apenas desenvolver sua capacidade na piscina, sigo ressignificando nossa história na esperança de que, um dia, isso tudo seja apenas uma página triste na história da humanidade”, disse.

Joanna foi vítima de abusos sexuais desde os 9 anos de idade. O agressor — um conhecido técnico de natação de Recife, era amigo da família de Joanna e seu treinador. A história dos abusos veio à tona em 2008, quando a nadadora, ao explicar o baixo rendimento, comentou a dor que sentia ao reviver o passado na terapia.

“Enquanto vocês leem esse post, alguma criança tá sendo vítima de abuso sexual. E como adulta que viveu essa experiência, vos digo que: é um desafio constante permanecer em equilíbrio. Façam algo, conversem abertamente com seus filhos, sobrinhos, alunos, etc. A todos que abrem suas portas para a necessária mensagem: gratidão. Seguimos nossa missão”, finalizou.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Modelos lutam por contrato legal contra assédio sexual

Modelos lutam por contrato legal contra assédio sexual (Foto: Getty Images)Modelos lutam por contrato legal contra assédio sexual (Foto: Getty Images)

O universo fashion está prestes a sofrer importantes mudanças. Pelo menos é isso que esperam as mais de 100 modelos que assinaram uma carta aberta pedindo maior proteção e responsabilidade por assédio sexual e agressão dentro da indústria da moda. A iniciativa é do grupo de defesa Model Alliance, liderado pela sua fundadora Sara Ziff, e contou com o apoio de importantes modelos como Edie Campbell, Milla Jovovich, Karen Elson e Elliott Sailors.

A iniciativa ganhou força após surgirem uma série de histórias de abusos na indústria fashion, incentivadas pelas denúncias feitas por atrizes contra o produtor cinematográfico Harvey Weinstein, em outubro de 2017. O movimento pede que um contrato intitulado ‘RESPECT Program’ seja juridicamente assinado entre as modelos, agências, designers e editoras para responsabilizar as pessoas pelos maus tratos às modelos. 

A carta assinada pelas modelos diz: 

“RESPECT Program irá além de abordar atos específicos de assédio sexual. Além disso, também procurará promover um ambiente de trabalho que não seja mais um terreno fértil para o abuso. Todas as empresas do nosso setor dizem que abominam o assédio sexual e querem proteger as modelos disso. Acreditamos que, se uma empresa leva a sério a nossa proteção, ela estará disposta a ir além de meras promessas de fazer melhor e adotar padrões aplicáveis.”

Embora ainda nenhuma agência tenha assinado o contrato, em entrevista recente a revista ‘The Cut’, Sara Ziff disse que teve reuniões importantes com elas e recebeu respostas positivas à ação. Outro ponto importante da iniciativa é, além de proteger as modelos contra os assédios, garantir que elas não fiquem na “lista negra”, ou seja, sem trabalhos; sejam pagas no prazo correto e não fiquem endividadas com as agências de alguma forma que as deixem presas à elas.

O programa garante níveis de punições legais de acordo com as ações realizadas que são contraditórias ao que for proposto. Por exemplo, se uma pessoa for considerada assediadora, quem assinou o contrato não poderá nunca mais trabalhar com ela. “É uma forma das empresas individuais se certificarem de que estão em conformidade e que há consequências reais para as pessoas que abusam de seu poder”, disse Ziff.

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Juliana Herc quer levar a moda brasileira para o mundo

Juliana Herc (Foto: DIvulgação)Juliana Herc (Foto: DIvulgação)

Se você quer abrir um negócio, é natural pensar que esse trabalho ficará alocado no seu país de origem, certo? Não para Juliana Herc, a estilista brasileira que começou levando as suas criações para o exterior.

A designer começou no ofício como toda criança que pensa no que gostaria de fazer quando crescesse: ela acompanhava a mãe, que trabalhava com tecidos, e imitava os estilistas que criavam croquis no papel. À sua maneira, ela também desenhava e sentia que fazia o mesmo que eles.

Com o tempo, sentiu que talvez isso não fosse exatamente o que queria como profissão, e associava a criação de roupas diretamente com costura. Porém, quando foi estudar design, ela entendeu que criar roupas vai muito além da linha e da agulha e encontrou na moda o seu lugar.

O mais curioso de sua história é que Juliana não abriu sua primeira loja no Brasil, como seria esperado (e como citamos no primeiro parágrafo). Na verdade, ela decidiu estabelecer o seu primeiro endereço em Portugal, em um ambiente cercado de luxo e onde teria muita visibilidade. “Foi mesmo por uma questão estratégica. A primeira loja que abri em Lisboa foi na Avenida da Liberdade, que está entre as mais emblemáticas do mundo. E lá não há nenhuma outra marca brasileira a não ser a Juliana Herc”, explica ela em entrevista exclusiva para Marie Claire. Isso, claro, não significa que o Brasil não está nos planos da designer, que espera também abrir lojas por aqui no futuro.

O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)

A estratégia de começar na capital portuguesa funcionou, porque ela explica que abrir sua primeira loja por lá foi como criar uma vitrine para o restante do mundo, colocando a sua marca no radar global. E essa vantagem foi muito importante para que Juliana conseguisse mudar a imagem que o mundo tem da moda brasileira, principalmente a respeito do rigor e da qualidade do produto. “Acredito que contribuo para desmistificar isso e a ideia do folclórico”, explica ela.

O diferencial da designer é que, antes de mais nada, ela tenta satisfazer a si mesma como consumidora da sua marca – só assim ela consegue ter certeza que as suas consumidoras finais ficarão satisfeitas quando forem à loja. “Me envolvo em todas as etapas, experimento tudo o que crio para me certificar de que vai ter o melhor caimento, o melhor acabamento, a melhor finalização. Amo vestir as mulheres como amo vestir a mim mesma”.

Para ela, inspirações são sempre muito relativas – afinal, qualquer coisa pode servir como uma inspiração para qualquer atividade, basta saber onde o seu olhar está focado. Porém, para ela o sóbrio sempre foi a maior inspiração de todas. “Não é proposital, é mesmo meu gosto e identificação pessoal. A minha identidade brasileira está em evidenciar as formas e o caimento das peças”, diz.

Quanto a desfilar em grandes eventos de moda, como o próprio São Paulo Fashion Week, Juliana explica que tem um apreço especial por qualquer ação ou proposta em relação ao seu país. “Desfilar no Brasil traria um reconhecimento do meu povo pelo que faço pela nossa moda aqui fora. Qualquer relação da marca com o Brasil, para mim, é uma alegria”.

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Juliana Herc quer levar a moda brasileira para o mundo

Juliana Herc (Foto: DIvulgação)Juliana Herc (Foto: DIvulgação)

Se você quer abrir um negócio, é natural pensar que esse trabalho ficará alocado no seu país de origem, certo? Não para Juliana Herc, a estilista brasileira que começou levando as suas criações para o exterior.

A designer começou no ofício como toda criança que pensa no que gostaria de fazer quando crescesse: ela acompanhava a mãe, que trabalhava com tecidos, e imitava os estilistas que criavam croquis no papel. À sua maneira, ela também desenhava e sentia que fazia o mesmo que eles.

Com o tempo, sentiu que talvez isso não fosse exatamente o que queria como profissão, e associava a criação de roupas diretamente com costura. Porém, quando foi estudar design, ela entendeu que criar roupas vai muito além da linha e da agulha e encontrou na moda o seu lugar.

O mais curioso de sua história é que Juliana não abriu sua primeira loja no Brasil, como seria esperado (e como citamos no primeiro parágrafo). Na verdade, ela decidiu estabelecer o seu primeiro endereço em Portugal, em um ambiente cercado de luxo e onde teria muita visibilidade. “Foi mesmo por uma questão estratégica. A primeira loja que abri em Lisboa foi na Avenida da Liberdade, que está entre as mais emblemáticas do mundo. E lá não há nenhuma outra marca brasileira a não ser a Juliana Herc”, explica ela em entrevista exclusiva para Marie Claire. Isso, claro, não significa que o Brasil não está nos planos da designer, que espera também abrir lojas por aqui no futuro.

O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)

A estratégia de começar na capital portuguesa funcionou, porque ela explica que abrir sua primeira loja por lá foi como criar uma vitrine para o restante do mundo, colocando a sua marca no radar global. E essa vantagem foi muito importante para que Juliana conseguisse mudar a imagem que o mundo tem da moda brasileira, principalmente a respeito do rigor e da qualidade do produto. “Acredito que contribuo para desmistificar isso e a ideia do folclórico”, explica ela.

O diferencial da designer é que, antes de mais nada, ela tenta satisfazer a si mesma como consumidora da sua marca – só assim ela consegue ter certeza que as suas consumidoras finais ficarão satisfeitas quando forem à loja. “Me envolvo em todas as etapas, experimento tudo o que crio para me certificar de que vai ter o melhor caimento, o melhor acabamento, a melhor finalização. Amo vestir as mulheres como amo vestir a mim mesma”.

Para ela, inspirações são sempre muito relativas – afinal, qualquer coisa pode servir como uma inspiração para qualquer atividade, basta saber onde o seu olhar está focado. Porém, para ela o sóbrio sempre foi a maior inspiração de todas. “Não é proposital, é mesmo meu gosto e identificação pessoal. A minha identidade brasileira está em evidenciar as formas e o caimento das peças”, diz.

Quanto a desfilar em grandes eventos de moda, como o próprio São Paulo Fashion Week, Juliana explica que tem um apreço especial por qualquer ação ou proposta em relação ao seu país. “Desfilar no Brasil traria um reconhecimento do meu povo pelo que faço pela nossa moda aqui fora. Qualquer relação da marca com o Brasil, para mim, é uma alegria”.

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Juliana Herc quer levar a moda brasileira para o mundo

Juliana Herc (Foto: DIvulgação)Juliana Herc (Foto: DIvulgação)

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A designer começou no ofício como toda criança que pensa no que gostaria de fazer quando crescesse: ela acompanhava a mãe, que trabalhava com tecidos, e imitava os estilistas que criavam croquis no papel. À sua maneira, ela também desenhava e sentia que fazia o mesmo que eles.

Com o tempo, sentiu que talvez isso não fosse exatamente o que queria como profissão, e associava a criação de roupas diretamente com costura. Porém, quando foi estudar design, ela entendeu que criar roupas vai muito além da linha e da agulha e encontrou na moda o seu lugar.

O mais curioso de sua história é que Juliana não abriu sua primeira loja no Brasil, como seria esperado (e como citamos no primeiro parágrafo). Na verdade, ela decidiu estabelecer o seu primeiro endereço em Portugal, em um ambiente cercado de luxo e onde teria muita visibilidade. “Foi mesmo por uma questão estratégica. A primeira loja que abri em Lisboa foi na Avenida da Liberdade, que está entre as mais emblemáticas do mundo. E lá não há nenhuma outra marca brasileira a não ser a Juliana Herc”, explica ela em entrevista exclusiva para Marie Claire. Isso, claro, não significa que o Brasil não está nos planos da designer, que espera também abrir lojas por aqui no futuro.

O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)

A estratégia de começar na capital portuguesa funcionou, porque ela explica que abrir sua primeira loja por lá foi como criar uma vitrine para o restante do mundo, colocando a sua marca no radar global. E essa vantagem foi muito importante para que Juliana conseguisse mudar a imagem que o mundo tem da moda brasileira, principalmente a respeito do rigor e da qualidade do produto. “Acredito que contribuo para desmistificar isso e a ideia do folclórico”, explica ela.

O diferencial da designer é que, antes de mais nada, ela tenta satisfazer a si mesma como consumidora da sua marca – só assim ela consegue ter certeza que as suas consumidoras finais ficarão satisfeitas quando forem à loja. “Me envolvo em todas as etapas, experimento tudo o que crio para me certificar de que vai ter o melhor caimento, o melhor acabamento, a melhor finalização. Amo vestir as mulheres como amo vestir a mim mesma”.

Para ela, inspirações são sempre muito relativas – afinal, qualquer coisa pode servir como uma inspiração para qualquer atividade, basta saber onde o seu olhar está focado. Porém, para ela o sóbrio sempre foi a maior inspiração de todas. “Não é proposital, é mesmo meu gosto e identificação pessoal. A minha identidade brasileira está em evidenciar as formas e o caimento das peças”, diz.

Quanto a desfilar em grandes eventos de moda, como o próprio São Paulo Fashion Week, Juliana explica que tem um apreço especial por qualquer ação ou proposta em relação ao seu país. “Desfilar no Brasil traria um reconhecimento do meu povo pelo que faço pela nossa moda aqui fora. Qualquer relação da marca com o Brasil, para mim, é uma alegria”.

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Erika Januza mostra rotina de malhação aos seguidores

Erika Januza (Foto: Reprodução/Instagram)Erika Januza (Foto: Reprodução/Instagram)

Erika Januza, atualmente no ar em O Outro Lado do Paraíso, mostrou aos seguidores o que já é dito por profissionais: o segredo da boa forma é o equilíbrio. Depois de abusar na comida na última segunda-feira, 23, ela aproveitou a manhã livre para queimar as calorias consumidas. “Não perdendo o foco na Fitnancia! Tirando os pratos dos storie de ontem… kkkk”, escreveu. 

Em entrevista recente, a atriz contou sobre sua trajetoria como mulher negra em lugares majoritariamente ocupados por pessoas brancas, e embora não diga que é militante, ela se vê ligada à causa racial: “Onde quer que eu vá, ouço: ‘Você me representa’. Sei que ocupo um lugar importante, então, quando posso, falo das minhas experiências como cidadã negra. E nos identificamos. O que passo é parecido com o que todas as mulheres negras deste país passam, seja uma atriz, seja uma doméstica.”

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Luize Altenhofen exibe bumbum empinado em dia de praia

Luize Altenhofen (Foto: Reprodução / Instagram)Luize Altenhofen (Foto: Reprodução / Instagram)

Uau, Luize Altenhofen! A modelo compartilhou um clique no Instagram, em que posa na praia de maiô e impressiona pelo bumbum empinado aos 38 anos. “O natural é mais belo! maquiagem clean, um rímel incrível e uma pele diva!”, escreveu na legenda.

Luize recebeu chuva de elogios dos seus seguidores. “Sempre foi e é muito maravilhosa!”, escreveu uma. “Espetacular”, disse outro. “Sempre musa”, comentou um terceiro.

Em entrevista a modelo contou que segue uma rotina intensa de malhação para manter a forma. Ela vai à academia de domingo a domigo. “Eu preciso. Não vou se eu estiver doente. Acho que você se acostuma, educa o seu organismo. É igual a todas as necessidades que a gente precisa, como acordar, escovar os dentes…”

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Neta de Audrey Hepburn é destaque na SPFW

Emma Ferrer, a neta de Audrey Hepburn, é também embaixadora da ONU (Foto: Thibé )Emma Ferrer, a neta de Audrey Hepburn, é também embaixadora da ONU (Foto: Thibé )

Linda e nitidamente feliz em sua primeira visita ao Brasil, Emma Ferrer foi o grande destaque o desfile da UMA, que aconteceu, hoje, no Museu da Imigração, em São Paulo. A apresentação foi inspirada na miscigenação brasileira e levou à passarela “peças utilitárias e que tem a intenção de protejer”, explica a estilista da marca Raquel Davidowicz. Emma, com apenas 23 anos é neta de, nada mais nada menos, que Audrey Hepburn e, apesar de jovem, ocupa um importante cargo na ONU (Organização das Nações Unidas), como embaixadora de refugiados nos Estados Unidos.

Seguindo os passos de sua mãe, que foi enfermeira na Índia, Emma começou a traçar sua história com trabalhos voluntários em 2016, quando cuidou de campos de refugiados na Grécia. “Acredito que muitas pessoas não entendem o que são os refugiados e o meu trabalho é ajudar essas pessoas incompreendidas, que saíram de seus países por vários motivos, buscando uma qualidade de vida melhor. Muitos deles tinham bons trabalhos em suas terras natal e querem continuar exercendo e produzindo em lugares que lhes abram as portas”, explica.

Atualmente, ela também ajuda em ações globais da Unicef. “A última missão que participei foi arrecadando kits de inverno que foram doados às crianças sírias. Ninguém imagina como essas pessoas precisam do nosso apoio”, lembra. Emma acredita que o que falta no mundo, hoje, é um olhar global para as pessoas e que os países precisam entender as reais necessidades dos refugiados. “É como se todas as pessoas dessem as mãos e fizesse uma corrente do bem, um ajudando o outro”, completa.

Além dessa incrível história de vida para uma jovem mulher, Emma trás consigo a responsabilidade de ser neta de Audrey, um grande ícone da moda e do cinema mundial. “O que muitas pessoas não sabem é que a minha avó foi uma pessoa muito caridosa. Infelizmente, não a conheci pessoalmente, mas trago comigo as boas histórias que ouvi dela”, diz. Quando questionada sobre a influência da atriz em seu estilo, ela brinca “como ela, só sei o que gosto e o que não gosto”.

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