Princesa Margaret ganha documentário (após roubar a cena em The Crown!)

A Princesa Margaret em 1958 (Foto: Getty Images)A Princesa Margaret em 1958 (Foto: Getty Images)

O seriado The Crown pode ter como personagem central a Rainha Elizabeth, mas foi sua irmã, a Princesa Margaret, com seu temperamento tempestuoso e rebelde, que roubou o coração dos apaixonados pela série – que viram na irmã mais nova da Rainha da Inglaterra a epítome de jovem super cool, que vivia em eterno conflito ao dividir-se entre eventos formais no Palácio de Buckingham e fervidas festas da cena artsy londrina.

De tanto sucesso na trama (em que, nas duas primeiras temporadas, foi interpretada por Vanessa Kirby), a Princesa Margaret pode não ganhar um spin-off só seu na Netflix, mas será tema de um documentário exclusivo de duas partes, produzido pela BBC

Ainda sem data de exibição confirmada, o documentário mergulhará fundo na vida tão trágica da Princesa, “cuja vida e amores refletiram a revolução social e sexual que transformou a Grã-Bretanha durante o século 20”. Entre os entrevistados para a atração estão amigos de infância e Basil Charles, ex-dono de um bar em Mustique onde a Princesa tinha uma casa de férias: “Ela foi uma pioneira, e um pouco rebelde. Ela queria a vida da família real mas queria também ter uma vida normal”, diz Basil em seu depoimento, que encorpa o retrato de uma Princesa que, ao mesmo tempo em que buscava a liberdade, tinha laços profundos com a tradição de sua família e seu país.

A Princesa Margaret em seu casamento com Antony Armstrong-Jones, o Lord Snowdon, em 1960. (Foto: Getty Images)A Princesa Margaret em seu casamento com Antony Armstrong-Jones, o Lord Snowdon, em 1960. (Foto: Getty Images)

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Primeiras fotografias de Henri Cartier-Bresson em expô em SP

Programa pro feriado: a exposição “Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias” está em cartaz até 25/06 na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp! São 58 fotografias do francês, escolhidas pelo curador João Kulcsár, de seus primeiros 4 anos de trabalho – conhecidos como “momento decisivo”. O fotógrafo Henri Cartier-Bresson se consagrou como um dos nomes mais influentes da área no século 20. Quer conhecer mais? Clica na galeria pra conferir!

“Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias”
Até 25/06, de segunda a sexta, das 10h às 20h
Centro Cultural Fiesp: av. Paulista, 1313, Cerqueira César, SP
(11) 3146-7406
Entrada gratuita

Por mais inclusão, escolas britânicas adotam política de uniforme sem gênero

A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)

A fim de tornar o ambiente escolar um espaço mais inclusivo, 80 escolas estaduais – 40 delas voltadas ao ensino primário – do Reino Unido decidiram adotar políticas de uniforme sem gênero. A ideia é que as crianças escolham a roupa com a qual se sentem mais confortáveis.

Enquanto algumas instituições de ensino reformularam as peças para evitar qualquer distinção de gênero, outras passaram a permitir que os alunos escolham o uniforme de acordo com o gênero com o qual se identificam.

De acordo com um porta-voz do Departamento de Educação (DfE, na sigla em inglês), as mudanças não foram impostas pelo governo, mas a intenção é estimular políticas públicas que tornem as escolas mais inclusivas.

“O dinheiro que temos alocado hoje é especificamente direcionado ao combate do bullying homofóbico nas escolas, garantindo que as crianças não tenham suas vidas arruinadas por nenhum tipo de assédio moral e possam assim atingir seu pleno potencial”, disse o responsável em entrevista ao Mashable.

A escola Allens Croft Primary School, em Birmingham, que recebeu 200 mil libras em subsídio do DfE foi uma das primeiras a implementar os uniformes ‘genderless’ e permitir que meninos possam usar saias e meninas se sintam confortáveis com calças. “A inclusão dos transgêneros é extremamente importante pra nós”, disse a diretora Paula Weaver.

Um porta-voz da organização LGBTQ Stonewall descreveu a mudança como “encorajadora”. “Apoiamos todos os esforços direcionados às questões de gênero para que os jovens se sintam felizes e aceitos nas escolas. Nenhuma pessoa trans deveria ser obrigada a se apresentar de maneira desconfortável. Quando isso acontece, pode ser profundamente prejudicial.”


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Negra, Miss SP encoraja uso do cabelo afro em cidade do interior

Sabrina de Paiva conquistou o Miss São Paulo (Foto: Divulgação)Sabrina de Paiva conquistou o Miss São Paulo (Foto: Divulgação)

Sabrina de Paiva bateu de porta em porta no comércio de Caconde, interior paulista, para comprar o vestido que seria usado no maior concurso de beleza do estado. Aos 20 anos de idade, após deixar sua cidade natal, a jovem veio para a capital realizar o sonho de ser eleita a nova Miss São Paulo, quebrando barreiras raciais por ser uma das poucas negras a vencer a competição. “Esperava ficar entre as cinco [primeiras colocadas]. Foi uma emoção muito boa. Sensação de que valeu a pena tudo o que fiz”, afirmou à Marie Claire.


Mas ao contrário do que se pode imaginar, seu reinado como miss não a isentou de continuar trabalhando duro. Sabrina, após o concurso, manteve praticamente a mesma rotina de antes, não largou o emprego para poder se sustentar, nem desfruta de muitas regalias por conta da fama repentina. “Ainda trabalho como vendedora em uma butique e faço fotografia [como modelo]”.


Sabrina se divide em três cidades para dar conta da rotina. Mora em Caconde, trabalha em São José do Rio Pardo e estuda publicidade em Guaxupé. Ela é o espelho de milhares de brasileiras que lutam para conquistar uma vida melhor, e que apostam na criatividade para bancar os sonhos. “Ia do trabalho para a faculdade todos os dias”. E foi na universidade que teve a ideia buscar financiamento para custear os gastos com o concurso.


“Fiz um ‘livro de ouro’, que é onde você escreve seus objetivos [e pede doações]. No início, comecei pelo comércio. Alguns me ajudavam com roupas, e depois passei a ir às casas”, afirmou. Sua família deu todo o apoio para não desistir. “Minha mãe me acompanhou nesse processo todo”.

Miss São Paulo usou o cabelo natural durante o concurso (Foto: Divulgação)Miss São Paulo usou o cabelo natural durante o concurso (Foto: Divulgação)

NEGRA
O concurso ganhou repercussão nacional por entregar a coroa a uma negra que decidiu valorizar a cultura afrodescente com um penteado black power durante a disputa. “Deixei o cabelo natural, sim, ele é parte da minha identidade. Não iria chegar lá sem meu cabelo, é parte de mim. Seria como ir sem minha perna”.


A atitude de Sabrina causou impacto não somente nas redes sociais, onde viralizou e ganhou muitos elogios, mas em seu próprio município. “Na minha cidade, as pessoas estão começando a usar o cabelo solto [natural]. Em uma ocasião, uma mulher, também negra, se aproximou para lhe parabenizar. “Você está representando minha cultura. Sua vitória é a nossa vitória”.


Em outra oportunidade, a Miss notou a mudança inclusive entre as crianças. “Vi duas mulheres conversando na feira, e uma delas falou para a outra quando viu a filha balançando o cabelo: ‘nossa, filha o que você está fazendo?’. E a menina respondeu. ‘Estou fazendo como a miss São Paulo’. Então, estou vendo essa repercussão.”, afirmou.


Sua representatividade, no entanto, não se restringe somente às negras. Um de seus objetivos é exatamente mostrar que há beleza em toda a diversidade. “Semana passada, estava na minha cidade e fui nas escolas. Uma menina [branca] entregou uma cartinha e nela estava escrita que se sentia feia. Eu lhe disse que não era verdade”.

Sabrina de Paiva malha diariamente para manter a forma (Foto: Divulgação)Sabrina de Paiva malha diariamente para manter a forma (Foto: Divulgação)

PRÓXIMOS PASSOS
A disputa do Miss São Paulo reuniu 30 mulheres de várias cidades paulistas em uma casa de shows da capital no dia 28 de maio. A final do concurso anunciou Sabrina em primeiro lugar, a Miss Ribeirão Preto, Marina Andrade Lemos, em segundo e, em terceiro, a representante da cidade de Americana, Tayná Correia Pereira.


O próximo passo da vencedora da competição será representar o estado na etapa nacional do concurso. “Agora estou me preparando para o Miss Brasil, daqui a três meses”, disse. Para estar em forma na noite da coroação, Sabrina não mede sacrifícios. “Malho todo dia, faço musculação e aeróbica (sic.). Tiro carboidratos da alimentação, e principalmente, os doces, que é o que mais gosto. Sou uma formiga”, concluiu.

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‘Detento gato’ libera primeiras fotos como modelo; veja

Jeremy Meeks em seu primeiro trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)Jeremy Meeks em seu primeiro trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)

Jeremy Meeks, o americano conhecido como “detento gato”, divulgou suas primeiras fotos como modelo após permanecer 16 meses preso em uma penitenciária nos EUA. Meeks ganhou fama na internet em 2014 quando o departamento de Stockton, na Califórnia, compartilhou uma mugshot sua, foto de registro policial, no Facebook.

Nas imagens, feitas em sua casa, Meeks aparece sem camisa lavando as mãos na pia da cozinha enquanto sorri e exibe os músculos tatuados. Outra imagem destaca os olhos azuis do rapaz.

Jeremy Meeks em seu trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)Jeremy Meeks em seu trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)

A agência White Cross Management, baseada em Los Angeles, confirmou ao diário britânico “Daily Mail” no ano passado que o detento assinou um contrato de exclusividade para fazer parte do casting da agência. A empresa não deu detalhes sobre o valor do seu contrato.

A foto de Jeremy no momento da prisão por porte ilegal de arma, em junho de 2014 (Foto: Reprodução / Facebook)A foto de Jeremy no momento da prisão por porte ilegal de arma, em junho de 2014 (Foto: Reprodução / Facebook)

No site da agência, é possível ver a foto de prisão de Meeks, além de dados sobre suas medidas, no portfólio do seu casting de modelos masculinos.

Da prisão na Califórnia, onde cumpriu pena por porte ilegal de arma, o “detento gato” afirmou na época que “estava preparado para mudar realmente sua vida e de sua família”, segundo a emissora americana ABC. “Nunca pensei que alguém no mundo iria se atrair pela minha aparência, então me sinto extremamente abençoado e muito agradecido.”

Jeremy Meeks foi preso em junho de 2014 após ser condenado por porte ilegal de arma de fogo. O juiz o sentenciou a 27 meses de prisão e 500 horas de tratamento num programa da polícia para dependentes químicos. Ele permanece em prisão domiciliar.

A foto do A foto do “detento gato” no portfólio de agência de modelos, com informações sobre suas medidas (Foto: Reprodução / White Cross Management)

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‘Detento gato’ libera primeiras fotos como modelo; veja

Jeremy Meeks em seu primeiro trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)Jeremy Meeks em seu primeiro trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)

Jeremy Meeks, o americano conhecido como “detento gato”, divulgou suas primeiras fotos como modelo após permanecer 16 meses preso em uma penitenciária nos EUA. Meeks ganhou fama na internet em 2014 quando o departamento de Stockton, na Califórnia, compartilhou uma mugshot sua, foto de registro policial, no Facebook.

Nas imagens, feitas em sua casa, Meeks aparece sem camisa lavando as mãos na pia da cozinha enquanto sorri e exibe os músculos tatuados. Outra imagem destaca os olhos azuis do rapaz.

Jeremy Meeks em seu trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)Jeremy Meeks em seu trabalho como modelo (Foto: Reprodução / Instagram)

A agência White Cross Management, baseada em Los Angeles, confirmou ao diário britânico “Daily Mail” no ano passado que o detento assinou um contrato de exclusividade para fazer parte do casting da agência. A empresa não deu detalhes sobre o valor do seu contrato.

A foto de Jeremy no momento da prisão por porte ilegal de arma, em junho de 2014 (Foto: Reprodução / Facebook)A foto de Jeremy no momento da prisão por porte ilegal de arma, em junho de 2014 (Foto: Reprodução / Facebook)

No site da agência, é possível ver a foto de prisão de Meeks, além de dados sobre suas medidas, no portfólio do seu casting de modelos masculinos.

Da prisão na Califórnia, onde cumpriu pena por porte ilegal de arma, o “detento gato” afirmou na época que “estava preparado para mudar realmente sua vida e de sua família”, segundo a emissora americana ABC. “Nunca pensei que alguém no mundo iria se atrair pela minha aparência, então me sinto extremamente abençoado e muito agradecido.”

Jeremy Meeks foi preso em junho de 2014 após ser condenado por porte ilegal de arma de fogo. O juiz o sentenciou a 27 meses de prisão e 500 horas de tratamento num programa da polícia para dependentes químicos. Ele permanece em prisão domiciliar.

A foto do A foto do “detento gato” no portfólio de agência de modelos, com informações sobre suas medidas (Foto: Reprodução / White Cross Management)

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