Produtos à base de prebióticos são a chave para cuidar de pele sensível

 (Foto: ThinkStock) (Foto: ThinkStock)

A oftalmologista Ana Carolina Guimarães Vian, de 41 anos, sabe há pelo menos 25 o que é ter sensibilidade cutânea. Dona de uma pele aparentemente normal, sem nenhum problema dermatológico grave ou acentuado, ela começou a observar que durante o inverno ficava com a pele mais avermelhada e com sensação de ressecamento. Decidiu procurar a ajuda de um especialista.

“Eu não podia usar qualquer produto na pele que ela ficava irritada, descascando e com uma sensação de aspereza. Costumava sentir esses sintomas após banhos quentes também”, comentou Ana Carolina, que investigou junto com a dermatologista alguns ativos que ela usava e que aumentavam sua sensibilidade. “Descobrimos que ácido retinóico, glicólico, e demais produtos ácidos irritavam demais, não posso de nenhuma maneira. Como não uso muita maquiagem, ainda não tive problemas com esse tipo de cosmético”.

Uma vez feito o diagnóstico, Ana Carolina iniciou a busca por produtos que aliviassem os sintomas e não piorassem o quadro. O foco ficou nos cremes que continham água termal na fórmula. “Fui testando linhas de tratamento para pele sensível até achar a que não causasse irritação, pois mesmo alguns produtos direcionados para o meu problema causavam irritação na minha pele”.

Desde então, os cuidados de Ana Carolina se resumem a lavar o rosto com sabonete para pele sensível e hidratar a pele duas vezes ao dia. Essas foram as medidas recomendadas pela dermatologista Paola Costa, da Clínica Unire.

“Não existe uma regra, mas sempre que se higieniza a pele, seja pela manhã, após o banho, ou antes de dormir, é preciso passar o hidratante. Ao longo do dia, se sentir a pele ressecar, pode e deve reaplicar o produto”, explica a especialista, que faz questão de pontuar que pele sensível não é um tipo e sim, um estado. “Pessoas com pele mista e oleosa podem ter sensibilidade também, assim como quem tem a pele seca pode não apresentar essa característica”.

Como contou antes Ana Carolina, Paola Costa reforça que sensibilidade em relação ao frio, a produtos convencionais, sentir a pele do rosto mais fina, com vermelhidão e até mesmo descamação são sintomas que indicam este estado de pele sensível. Esses fatores se intensificam no inverno, explica a dermatologista:

“Além do aumento da quantidade de banhos quentes, o clima, muitas vezes seco, piora a sensação, além da variação grande de temperatura. E quanto mais seca a pele fica, mais sentirá o efeito colateral”, pondera a especialista, que reitera que nesses casos o ideal é ficar longe de produtos que contenham ácidos.

Por outro lado, opções dermatológicas específicas para pele sensível, principalmente aquelas sem grandes quantidades de produtos químicos, com ativos mais naturais, podem ser testados sem moderação.

“Eles costumam ser menos agressivos, devolvendo o equilíbrio natural da pele. O Toleriane Sensitive, da La Roche-Posay é um ótimo exemplo de hidratante para pele sensível. Não tem excesso de ativos químicos, tem 73% de água termal em sua composição, o que já acalma essa pele, e tem prebióticos, o que deixa ele ainda melhor. Isso porque este componente estimula a proliferação das bactérias do bem, fornece substratos para a microbiota da pele, ajudando a equilibrar a região cutânea”, ensina a especialista Paola Costa, que faz questão de reforçar que o cuidado começa no momento de limpar a pele:

“Neste caso, o ideal é primeiro lavar com o Toleriane Cleaning Wash, porque este produto promove a limpeza sem agredir a barreira cutânea. Ele, inclusive, funciona como demaquilante, sem ativar a sensibilidade. E logo após a higienização, hidratar”.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Moda consciente: como ter um guarda-roupa sustentável

Aprenda como ter um guarda-roupa sustentável (Foto: Instagram)Aprenda como ter um guarda-roupa sustentável (Foto: Instagram)

O mundo está mudando e é impossível ignorar que o nosso planeta está cada vez mais soterrado pelo excesso. O desperdício é tanto que a cultura do consumo está mudando aos poucos e a moda têm percebido essa mudança, afinal é um dos mercados mais conhecidos pelos acúmulos. O momento, então, é de pensar em ter um guarda-roupa sustentável. Mas por onde começar?

COMO TER UM GUARDA-ROUPA SUSTENTÁVEL

Investir em uma moda sustentável significa começar pensando, primeiro, em apoiar marcas que tenham uma visão amigável do meio ambiente. Ou seja, que se preocupam tanto com a origem dos materiais que usam, quanto com a mão de obra que confecciona as suas roupas (afinal, conhecemos muitos casos de marcas envolvidas com o trabalho escravo e condições de produção sub-humanas).

Talvez o passo mais assustador na hora de montar um guarda-roupa sustentável seja parar de comprar em marcas de fast fashion, que produzem muito, com condições de trabalho duvidosas e um alto índice de desperdício de materiais. O mote dessa mudança, com certeza, é qualidade acima de quantidade. Ou seja essa é uma mudança que mexe, principalmente, com o seu bolso. Mas, calma, separamos algumas dicas que podem ajudar nesse processo.

1.Quantas vezes você vai usar essa roupa?

Um teste infalível na hora de a adotar uma moda sustentável é comprar com mais consciência. Ou seja, compre apenas a peça de roupa que você tem certeza absoluta que vai usar. Uma dica de Livia Firth, fundadora da Eco Age (uma empresa que certifica marcas pela seu nível de sustentabilidade), é perguntar a si mesma ‘Eu vou usar essa peça pelo menos 30 vezes?’. Se a resposta for um confiante ‘sim!’, compre à vontade. Caso contrário, você já sabe o que fazer.

2.Informe-se!

Nos dias de hoje, é praticamente impossível você falar que não sabe como descobrir se uma marca é sustentável ou não. O truque é pesquisar e se informar antes de fazer uma compra. Muitas marcas grandes, como Stella McCartney, lideram esse movimento e são muito abertas sobre os seus sistemas de produção e uso de materiais ecológicos. Mas existem marcas nacionais que são igualmente transparentes e preocupadas com o meio ambiente. A Insecta Shoes é uma muito conhecida no ramo de calçados, e a Yes I Am Jeans cria modelos clássicos com uma paleta de cores neutras, o que diminui a necessidade de uso de produtos químicos no processo.

3.Experimente os brechós

Os brechós de Instagram já viraram uma sensação entre as mulheres, mas existem inúmeros brechós pela cidade que você pode conhecer e procurar por roupas que vão colaborar para um guarda-roupa consciente. É hora de deixar de lado esse tabu com ‘roupas antigas’ e abrir a mente para a ideia de encontrar verdadeiros achados de moda em brechós de bairro e até aqueles de Igreja, criados para arrecadar fundos.

4.Monte um guarda-roupa atemporal

Ter um armário atemporal significa que as suas roupas não estão ligadas a uma tendência que muda com o tempo – ou seja, independentemente da época, o seu closet continua válido. O atemporal varia de pessoa para pessoa, mas o mais importante é lembrar que essas peças não duram uma única estação (ou seja, não são tendências). Elas ultrapassam qualquer barreira de tempo e se mantém relevantes não importa a estação ou do que está bombando nas passarelas. Isso significa que você evita comprar roupas que vão durar pouquíssimo no seu armário e serão descartadas depois.

5.Cuide das suas roupas

Esse é um detalhe importante. Adotar uma moda sustentável significa comprar menos roupas – por isso, você precisa cuidar bem do que tem. Preste atenção às recomendações de lavagem, guarde as suas peças do jeito correto e preste atenção ao manuseio. Não custa dar aquele passo a mais para que elas durem bastante, certo?

6.Procure uma boa costureira

Muitas vezes, nós descartamos uma roupa porque perdeu um botão, ficou larga ou apertada demais, com a barra desgastada ou alguns fios soltos. Procure uma boa costureira para levar aquelas peças que precisam de pequenos reparos e dê  nova vida para esses modelos – isso também colabora para a durabilidade de uma roupa.

7.Repense como você gasta o seu dinheiro

Se a meta é um guarda-roupa sustentável, então você vai precisar repensar a forma como gasta o seu dinheiro. Agora, como a qualidade é mais importante do que a quantidade, você vai fazer investimentos em peças que vão durar mais tempo e se encaixam na sua noção de um estilo atemporal. Comprar várias blusinhas numa ida ao shopping não é mais uma opção. Ao invés disso, guarde esse dinheiro para comprar uma camisa de qualidade que você gostou muito ou aquela jaqueta incrível que você está namorando há um tempo.

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Documentário de Alexander McQueen finalmente ganha primeiro trailer: “Eu quero você sinta repulsa, ou excitação (nos meus desfiles)”

Alexander McQueen (Foto: Divulgação)Alexander McQueen (Foto: Divulgação)

Alexander McQueen é considerado por alguns especialistas como o mais orginal e importante estilista dos últimos anos. E nesta quarta-feira, 2, foi lançado o primeiro trailer do seu documentário, McQueen, que estreia dia 8 de junho no Reino Unido. 

Incrivelmente talentoso, o britânico ficou famoso por coleções impecáveis, desfiles polêmicos, sombrios, e frases icônicas que para sempre serão lembradas: “Eu quero empoderar as mulheres. Eu quero que as mulheres que eu visto sejam temidas”, “Me dê tempo e eu vou te dar uma revolução”, “Não me interessa ser querido” e “Eu encontro beleza no grotesco”, foram algumas das mais emblemáticas.

Em uma das pessagens no trailer ouvimos alguém dizer: “As pessoas gostam de dizer que descobriram Alexander McQueen. Mas Alexander McQueen descobriu ele mesmo” 

Vale lembrar que o filme autobiográfico do estilista também já está em fase de produção. O ator escolhido para viver McQueen é Jack O’Connell, conhecido principalmente por seu papel na série britânica Skins, e a direção fica por conta de Andrew Haigh. O longa irá focar em torno de 2009, durante um dos melhores desfiles da carreira do estilista, e um ano antes da sua morte.

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Paris Jackson canta Beatles ao vivo e faz trocadilho quase erótico com a letra

Paris Jackson (Foto: Reprodução/Instagram)Paris Jackson (Foto: Reprodução/Instagram)

Paris Jackson parece que nunca teve problemas em tocar em assuntos considerados polêmicos, nem em ser uma pessoa naturalmente “diferente” em suas redes sociais; fora da caixinha talvez seja o termo que algumas pessoas usam, para falar bem, e para falar mal. E na madrugada desta quarta-feira, 2, ela participou de um pequeno show, onde cantou o clássico dos The Beatles, Come Together, que em tradução livre significa ‘Venha Junto’.

Entretanto na legenda da publicação, Paris brincou com fonética da letra e escreveu: “Cum 2ghtr”, que significa ‘goze junto’. A música teoricamente não fala isso, mas não pode negar que se você ficar escutando várias vezes, não soa tão longe essa possível versão. E o refrão realmente fala: “Come together, right now, over me”, que é ‘Venha junto, agora, sobre mim’, dando entender que estamos falando de uma relação sexual entre duas pessoas.

Será que Paris no fim das contas apenas revelou o verdadeiro sentido do clássico? Afinal, seu pai, Michael Jackson, era amigo do Paul McCartney.

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