Sônia Nascimento faz parte da história do empoderamento negro

Em abril, o instituto fez 30 anos. O nome Geledés reverencia o poder feminino das deusas, na cultura ioruba. É uma ong feminista, sim, combate o sexismo e a objetificação da mulher. Mas com seu vigoroso fôlego briga por uma sociedade justa. Sem exceção, todos os avanços recentes que pretos e pardos conquistaram têm o empurrão do Geledés – e da advogada Sônia Nascimento, 66 anos, parceira da filósofa Sueli Carneiro na fundação da organização sediada em São Paulo. A dupla começou antes. Era o ano de 1972, ditadura militar, quando se conheceram trabalhando na Secretaria da Fazenda. Sônia ia ao clube dos negros, gostava na música negra, mas ainda não havia politizado o discurso. “Sueli já falava da necessidade de criarmos um grupo para discutir os problemas específicos da raça, o preconceito, as dificuldades que para nós eram muito maiores”, lembra. 

Sônia Nascimento (Foto: Silvana Martins)Sônia Nascimento (Foto: Silvana Martins)

O raciocínio fazia sentido. Sua mãe ficou viúva aos 22 anos, pôs no colo a caçula de 6 meses, deu a mão para Sônia, então com 1 ano e meio, e as levou a um internato, para ela poder trabalhar. Uma freira ia conduzindo as crianças portão adentro, mas a mulher, arrependida, arrancou as filhas, dizendo: “Elas estarão junto de mim onde eu comer e dormir.”

Empregou-se como cozinheira em um setor da Santa Casa de Misericórdia que abrigava bebês rejeitados pelos pais e criou as filhas ali. Exigia que estudassem muito por acreditar que negras só se emancipam com diploma. Aos 16 anos, Sônia recebeu da mãe folhetos de dois candidatos pretos às eleições. Ouviu: “Não conheço. Mas vamos ajudá-los a ganhar, e eles socorrerão os negros, depois”.

Choro pra valer quando vejo na rua essa garotada linda, com seus cabelos enormes, batendo no peito: ‘Sou preta, sim, com orgulho’. Elas sabem o que querem, andam com a autoestima lá em cima. Eu penso: ‘Tenho parte no empoderamento dessas meninas’

Sônia formou-se em direito. Na Ordem dos Advogados do Brasil entrou na comissão da mulher e ia à periferia dar cursos sobre direitos humanos. Acabou conhecendo o projeto de promotoras legais populares, levou a prática para o Geledés e segue capacitando interessadas em atuar nessa função e em tudo mais que empodera os negos.

O impacto do trabalho do instituto: em 1989 o racismo virou crime passível de prisão. “Muito antes, vínhamos discutimos o que queríamos colocar nesta lei, tentando influenciar deputados”, conta. A criação da primeira delegacia de crimes raciais também tem o dedo do Geledés. O mesmo aconteceu na elaboração do Estatuto Racial (2010) e na criação da Lei das Cotas (2012), que dá aos negros acesso às universidades. “Cotas ainda são muito combatidas. Para nós é questão de honra mantê-las”.

O Portal do Geledés fala recorrentemente delas entre inúmeros outros conteúdos sobre negritude, que são reproduzidos por milhares de blogs, discutidos nas escolas e universidades. “Isso me emociona. É a sensação de dever cumprido”, diz a finalista da categoria Sociedade Civil.

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Vanessa Giacomo diz que ama sua sogra: “Me assusto com as histórias horrorosas

Vanessa Giacomo (Foto: Reprodução/Instagram)Vanessa Giacomo (Foto: Reprodução/Instagram)

Vanessa Giacomo está roendo as unhas de ansiedade para o debut de Stella, sua nova personagem de O Sétimo Guardião que estreia nesta segunda-feira (12). Na trama, a atriz vive a nora de Mirtes, uma beata fervorosa que vive fiscalizando a vida dos outros. Só que esta relação conflituosa com a sogra ficará apenas na novela.

Na vida real, ela é casada com o empresário Giuseppe Dioguardi e garante que tem uma excelente relação com a mãe dele. Aliás, Vanessa conta que até se assusta quando escuta algumas histórias conflituosas entre noras e sogras.

“Eu amo a minha e tenho uma ótima relação com ela. É uma pessoa maravilhosa para os meus filhos, é sempre na dela, peço para ela vir ao Rio de Janeiro e ficar em casa. As pessoas contam histórias horrorosas com sogras e eu não consigo acreditar. Sempre acho que elas estão inventando. Eu também sou uma pessoa de fácil convívio e se tiver de falar algo, digo tudo na cara sem ofender. Sou de paz”, avisa.

Vanessa é mãe de 3 filhos, dois garotos, Raul, de 10, e Moisés, de 7, da união com o ator Daniel de Oliveira, e Maria, de 3 anos, fruto de seu atual relacionamento. Ela conta que consegue se manter sempre linda com uma dose de “boa genética” e tenta não cometer excessos.

“Não sou de comer muito, sou mais equilibrada e comedida. Nunca enfio o pé na jaca porque eu como para ficar feliz. Tenho prazer em comer. Não sou de doces, nem de brigadeiro. Uma colher já é suficiente. Sou mais fã dos salgados! Hummm… Amo! Também não tomo refrigerante há muito tempo”, detalha.

Vanessa Giacomo (Foto: Cesar Alves / Globo)Vanessa Giacomo (Foto: Cesar Alves / Globo)

O Sétimo Guardião

A novela de Aguinaldo Silva se passa em Serro Azul, uma cidadezinha perdida no meio do Brasil onde a tecnologia chegou apenas para alguns moradores. Lá não tem sinal de celular e os habitantes ficam quase incomunicáveis também pela falta de internet.

“Eu já estive em uma cidade assim na Paraíba em que não pegava sinal de celular algum. Foi a primeira vez que fiquei sem comunicação. Nos primeiros dias eu queria morrer. Depois me acostumei muito. Era uma questão de adaptação. Eu fui vivendo a rotina e o universo deles. Foram 2 meses assim. Nesta época eu não tinha filhos, então consegui ficar. Se fosse hoje seria fora de cogitação”, lembra.

Vanessa ainda elogia a parceria com Paulo Rocha e Elizabeth Savalla em sua nova empreitada e comemora seu retorno ao horário nobre em uma trama de realismo fantástico.

“Esse tema sempre me encantou e fiquei, sem sombra de dúvidas, muito lisonjeada e querendo fazer. Quando eu termino um trabalho na TV, eu não emendo um trabalho no outro. Fiquei seis meses fora do ar e já estava louca para voltar”, comenta ela que fez sua última personagem em Pega Pega, em 2017.

Vanessa Giacomo como Stella de O Sétimo Guardião (Foto: João Cotta/Globo)Vanessa Giacomo como Stella de O Sétimo Guardião (Foto: João Cotta/Globo)

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Noivos gastam US$ 25 mil em casamento com tema de “Jurassic Park”

Casal faz cerimônia com tema do filme Jurassic Park (Foto: Reprodução / Daily Mail)Casal faz cerimônia com tema do filme Jurassic Park (Foto: Reprodução / Daily Mail)

O casal Courtney McMillion, de 28 anos, e seu marido, Billy, de 26 anos, ambos dos EUA, passaram 18 meses planejando o casamento que teve como tema uma paixão dos dois: Jurassic Park e custou US$ 25 mil.

Até a tradicional entrada da noiva foi com a música tema do filme. O local da união foi decorado com dinossauros infláveis ??e vegetação da floresta, enquanto a noiva chegou em um Jeep Wrangler, assim como o do filme.

Os noivos, madrinhas e padrinhos usavam camisetas do Jurassic Park enquanto se preparavam para o casamento, enquanto o noivo Billy construía uma parede de donuts para parecer os portões da frente do parque fictício.

A gerente de eventos, Courtney, contou ao Daily Mail que ela ama o filme desde que criança e ficou emocionada ao perceber que Billy também era um fã quando eles começaram a namorar em 2013.

Tpda a decoração do casamento era do filme Jurassic Park (Foto: Reprodução / Daily Mail)Tpda a decoração do casamento era do filme Jurassic Park (Foto: Reprodução / Daily Mail)

“Começamos a namorar em outubro de 2013 e adorávamos ficar assistindo filmes juntos. Assistíamos regularmente ao Jurassic Park. Isso meio que se tornou nossa coisa, nós íamos a museus de dinossauros…Eu costumava brincar que nosso casamento deveria ser tema do Jurassic Park e depois que ficamos noivos eu comecei a pensar, por que não?”, disse Courtney.

O casal ficou noivo em fevereiro do ano passado. “Eu trabalho no local que foi meu casamento, vejo casamentos três vezes por semana. Eles são todos com hortênsias e aroma de bebê. Eles são lindos, mas eu queria algo diferente”, contou Courtney.

Billy acrescentou: “Quando Courtney sugeriu um tema para o Jurassic Park, fiquei um pouco cético. Eu queria um casamento no campo, mas quanto mais falamos sobre o mais interessante a idéia se tornou”.

Casal teve a ideia antes mesmo de ficarem noivos, os dois são fãs de Jurassic Park (Foto: Reprodução / Daily Mail)Casal teve a ideia antes mesmo de ficarem noivos, os dois são fãs de Jurassic Park (Foto: Reprodução / Daily Mail)

O casal contou que todos adoraram o tema do casamento e que o destaque ficou para a chegada da noiva em um jipe com o tema do filme, que foi fornecido por um outro fã. “Eu sempre quis um Jeep Wrangler como no Jurassic Park, então alguns anos atrás eu me juntei a um grupo no Facebook onde os fãs renovam os jipes para parecer com os do filme. Um homem nos ajudou e veio até o casamento”, disse Courtney.

Billy revelou que sua parte favorita do dia foi “ver Courtney em seu vestido de noiva e admirar o quão linda ela era”.  A noiva disse que, apesar de se dedicar ao tema, não desconsiderou o tradicional vestido branco. 

“Eu nunca considerei usar roupas do Jurassic Park. Eu acho que isso teria cruzado a linha fina. Eu não queria que fosse muito espetáculo. Foi divertido, mas ainda assim era um casamento”, contou Courtney.

A noiva não desconsiderou a tradição de usar vestido branco (Foto: Reprodução / Daily Mail)A noiva não desconsiderou a tradição de usar vestido branco (Foto: Reprodução / Daily Mail)

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Quem é Camila Morrone, nova namorada de Leonardo DiCaprio

Camila Morrone (Foto: Reprodução/Instagram)Camila Morrone (Foto: Reprodução/Instagram)

Leonardo DiCaprio tem fama por namorar modelos – de preferência bem mais novas do que ele. O novo affair do ator foge ao que parece ser regra: a escolhida da vez é a argentina Camila Morrone, de 21 anos que é também, claro, modelo. 

Apesar de ter começado a carreira nas passarelas, Morrone também é atriz, como seus pais, Massimo Morrone e Lucila Solá e o padrasto, que é ninguém menos que Al Pacino. Morrone nasceu em Buenos Aires e hoje mora em Los Angeles, onde começaram os boatos de que ela estaria namorando Leonardo DiCaprio.

Camila Morrone (Foto: Reprodução/Instagram)Camila Morrone (Foto: Reprodução/Instagram)

Em dezembro, os dois foram vistos fazendo compras juntos e negaram o romance. Três meses depois, o par foi visto novamente, e muito mais publicamente, passeando por West Hollywood de braço dado, com Morrone beijando o ombro de DiCaprio. Nos últimos dias os dois tem sido fotografados no maior carinho e passando férias juntos em iate na costa francesa. 

Victoria’s Secret

Gisele, Toni Garrn, Nina Agdal… DiCaprio tem uma preferência por tops que passaram pelas passarelas da Victoria’s Secret. Com Camila não foi diferente. A carreira de modelo da argentina começou em 2016, quando ela topou posar para um catálogo da marca de lingerie. No mesmo ano ela desfilou para a Moschino e foi capa da Vogue turca além de ter ganhado um cobiçado espaço no calendário do advento da revista LOVE. No entanto, Morrone está mais interessada em seguir carreira nas telonas. 

Camila Morrone (Foto: Reprodução/Instagram)Camila Morrone (Foto: Reprodução/Instagram)

Cinema

Camila apareceu em My Own Private River, documentário que James Franco fez em 2012 em tributo a Joaquin Phoenix, assim como em seu filme Bukowski de 2013, estrelado por Josh Peck. Neste ano, Morrone ainda aparecerá em um filme dirigido por Augustine Frizzell intitulado Never Goin ‘Back, que estreou nos festivais de Sundance e no SXSW — o filme virá na esteira de Death Wish, longa que foi lançado neste mês nos EUA e a mostra dividindo a tela com pesos pesados como Bruce Willis.

Ela é enteada de Al Pacino

E foi assim que ela teria conhecido DiCaprio. Aparentemente, o ator e a modelo se conhecem há mais de 10 anos e são “antigos migos de família”. Al Pacino é namorado da mãe de Camila, a atriz e modelo de 42 anos, Lucila Solá. 

E Leonardo DiCaprio não é o único fã de Camila. Com mais de um milhão de seguidores no Instagram, a bela é amiga de colegas de profissão como as top models  Kendall Jenner e Bella Hadid. 

Camila Morrone (Foto: Getty)Camila Morrone (Foto: Getty)

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Internautas brasileiros falam da semelhança entre filha de de Kylie Jenner e o seu segurança

Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram)Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram)

Kylie Jenner é mãe da pequena Stormi, 3 meses, fruto do seu relacionamento com Travis Scott. Como o seu relacionamento com o rapper ainda é muito recente, infelizmente Stormi acabou ‘se envovendo’ em pequenas especulações quanto ao que diz respeito quem seria o seu pai. Tyga, ex-namorado de Kylie, chegou a declarar algumas vezes, provavelmente para chamar atenção, que iria pedir um teste de paternidade.

Entretanto o que internatuas notaram, e estão fazendo piada, e o quanto Stormi é parecida com o segurança da americana. Um Instagram especializado em humor escreveu: “E o bapho que tá rolando no mundo todo sobre a Stormi, filha da Kyllie Jenner, ser a cara do seguranca? É aquela história… Grávida que sente desejo e não satisfaz, o filho nasce com a cara do desejo… Será o Dom Casmurro moderno?”.

A piada envolvendo Dom Casmurro é devido ao fato que na história Bentinho sempre achou o seu filho gerado com Capitu era muito parecido com o seu melhor amigo, Escobar. O resto da pergunta todo brasileiro já conhece: Capitu traiu ou não Bentinho?

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

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Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

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Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

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Príncipe Charles comemora 70 anos: família Real se reúne

Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Getty Images)Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Getty Images)

Príncipe Charles comemora 70 anos no próximo 14 de novembro, mas resolveu adiantar a comemoração. No úçtimo dia 22, o Príncipe de Gales realizou uma celebração de seu aniversário com uma festa no jardim do Palácio de Buckingham, oferecida pela rainha Elizabeth II, a sua mãe.

O motivo do adiantamento em seis meses da data não foi altamente explorado, mas, de acordo com as redes sociais da família Real, Charles acredita que maio seja uma época muito mais agradável, no que diz respeito ao clima, para se comemorar. Além disso, o 70º aniversário é uma data muito importante e deve ser celebrada mais vezes ao longo do ano – inclusive na data oficial, quando ele fará um jantar mais íntimo, apenas para amigos e família, como informou o jornal Telegraph.

Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Getty Images)Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Getty Images)LONDON, ENGLAND - MAY 22: (L-R) Prince Charles, Prince of Wales, Camilla, Duchess of Cornwall and Meghan, Duchess of Sussex attend The Prince of Wales' 70th Birthday Patronage Celebration held at Buckingham Palace on May 22, 2018 in London, England. (Pho (Foto: Chris Jackson/Getty Images)Príncipe Charles, Camila Bowles e Meghan Markle (Pho (Foto: Chris Jackson/Getty Images)

Entre os convidados, além de, claro, sua família, também estão presentes mais de 400 representantes de instituições de caridade das quais ele é patrono e regimentos militares dos quais ele é afiliado. De acordo com uma fonte, o príncipe de Gales optou por homenagear estas instituições por “não se sentir confortável com um evento gigantesco apenas sobre ele. Ele sentiu que esta seria uma opção melhor”. No total, são mais de 6 mil pessoas reunidas nos jardins do Palácio de Buckingham.

Para entreter seus guests, uma lista de atrações musicais que incluem Band of the Welsh Guards, Eschoir, The National Youth Pipe Band e um coral gospel. 

Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Reprodução/Instagram)Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Reprodução/Instagram)Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Getty Images)Príncipe Charles, Camilla e Meghan Markle (Foto: Getty Images)

Além de marcar o início das comemorações dos 70 anos de Charles, esta também foi a primeira vez que Meghan Markle e príncipe Harry, os mais novos Duque e Duquesa de Sussex, participaram de um evento oficial após selarem a união com um casamento que parou o mundo no último sábado (19.05). O Duque de Sussex discursou na abertura do evento.

E Meghan chamou atenção pelo seu look: O vestido nude rosé da marca Goat, custa £ 491 (cerca de R$ 2.4 mil) e esgotou no site poucos minutos depois da aparição dela no evento. Para arrematar, ela adicionou um chapéu personalizado Philip Treacy (em um modelo semelhante ao deste link), bolsa nude da Willbur & Gussie, de £ 205 (R$ 1 mil), e brincos de diamantes da Vanessa Tugendhaft, modelo Idylle, R$ 6,9 mil.

LONDON, ENGLAND - MAY 22: (L-R) Prince Harry, Duke of Sussex, Prince Charles, Prince of Wales, Camilla, Duchess of Cornwall, Meghan, Duchess of Sussex and guests pose for a photograph as they attend The Prince of Wales' 70th Birthday Patronage Celebratio (Foto: Chris Jackson/Getty Images)Meghan Markle príncipe Harry (Foto: Chris Jackson/Getty Images)Meghan Markle (Foto: Getty Images)Meghan Markle (Foto: Getty Images)

Em sua primeira aparição como Duquesa de Sussex, Meghan apostou em um look all-white com transparência no colo e nas mangas e um fascinator Philip Treacy.

No casamento, Charles e Meghan tiveram um momento emocionante juntos: ele acompanhou a nora até o altar, buscando-a no meio da Capela de St. George’s, após o seu pai precisar cancelar a ida até Windsor por problemas de saúde. 

WINDSOR, UNITED KINGDOM - MAY 19: Prince Harry looks at his bride, Meghan Markle, as she arrives accompanied by Prince Charles, Prince of Wales during their wedding in St George's Chapel at Windsor Castle on May 19, 2018 in Windsor, England. (Photo by Jo (Foto: Getty Images)Príncipe Charles acompanha Meghan Markle até o altar (Foto: Getty Images)Príncipe Harry e Meghan Markle (Foto: Getty Images)Príncipe Harry e Meghan Markle (Foto: Getty Images)As fotos oficiais do casment de Meghan Markle e príncipe Harry (Foto: Reprodução/Instagram)As fotos oficiais do casment de Meghan Markle e príncipe Harry (Foto: Reprodução/Instagram)Príncipe Harry e Meghan Markle (Foto: Getty Images)Príncipe Harry e Meghan Markle (Foto: Getty Images)

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