Peças utilitárias com tons neon injetam energia ao look

info@imaxtree.com (Foto: Corey Tenold, Christine Spengler/divulgação, Collier Schorr/divulgação, Imaxtree)Pink, amarelo e laranja fluorescentes colorem peças de náilon na Prada (Foto: Corey Tenold, Christine Spengler/divulgação, Collier Schorr/divulgação, Imaxtree)

Injete energia no closet com produções tingidas com cores neon de caneta marca-texto. Hit dos anos 80 em looks esportivos, a cartela volta à cena em peças utilitárias – como no inverno da Prada. “Meu sonho é que as mulheres fortes que vivem em um mundo violento possam andar nas ruas sem medo. Eu queria exagerar uma sensação de liberdade”, contou Miuccia Prada após o desfile.

Com zíperes, náilon, elásticos e shapes confortáveis, as peças-chave lembram uniformes e roupas de proteção e com certeza não passarão despercebidas na próxima estação. Para aderir, veja abaixo uma seleção de roupas e acessórios que seguem a tendência.

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Princesa Margaret ganha documentário (após roubar a cena em The Crown!)

A Princesa Margaret em 1958 (Foto: Getty Images)A Princesa Margaret em 1958 (Foto: Getty Images)

O seriado The Crown pode ter como personagem central a Rainha Elizabeth, mas foi sua irmã, a Princesa Margaret, com seu temperamento tempestuoso e rebelde, que roubou o coração dos apaixonados pela série – que viram na irmã mais nova da Rainha da Inglaterra a epítome de jovem super cool, que vivia em eterno conflito ao dividir-se entre eventos formais no Palácio de Buckingham e fervidas festas da cena artsy londrina.

De tanto sucesso na trama (em que, nas duas primeiras temporadas, foi interpretada por Vanessa Kirby), a Princesa Margaret pode não ganhar um spin-off só seu na Netflix, mas será tema de um documentário exclusivo de duas partes, produzido pela BBC

Ainda sem data de exibição confirmada, o documentário mergulhará fundo na vida tão trágica da Princesa, “cuja vida e amores refletiram a revolução social e sexual que transformou a Grã-Bretanha durante o século 20”. Entre os entrevistados para a atração estão amigos de infância e Basil Charles, ex-dono de um bar em Mustique onde a Princesa tinha uma casa de férias: “Ela foi uma pioneira, e um pouco rebelde. Ela queria a vida da família real mas queria também ter uma vida normal”, diz Basil em seu depoimento, que encorpa o retrato de uma Princesa que, ao mesmo tempo em que buscava a liberdade, tinha laços profundos com a tradição de sua família e seu país.

A Princesa Margaret em seu casamento com Antony Armstrong-Jones, o Lord Snowdon, em 1960. (Foto: Getty Images)A Princesa Margaret em seu casamento com Antony Armstrong-Jones, o Lord Snowdon, em 1960. (Foto: Getty Images)

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Luz na passarela: Sheila Mello comemora 20 anos de Nova Loira do Tchan

Sheila Mello (Foto: Reprodução Instagram)O dia em que Sheila Mello foi eleita a Nova Loira do Tchan (Foto: Reprodução)

Há exatos 20 anos, Sheila Mello era eleita a Nova Loira do Tchan, concurso que parou o Brasil com um gigantesco processo de inscrições e votos populares durante o programa “Domingão do Faustão”. Entre homenagens de fãs e lembranças, Sheila falou sobre os momentos mais importantes da carreira.

Você já disse que era fã do É o Tchan quando se inscreveu para o concurso. Acreditava que conseguiria ficar em primeiro lugar?
Sheila Mello: Claro que eu era fã do É o Tchan, como todas as meninas da minha geração apaixonadas por dança. Inclusive já trabalhava e as músicas do Tchan embalavam meu trabalho há muito tempo! Eu não acreditava que ganharia o concurso, entrei para ganhar um carro que as 8 finalistas já teria como premiação, esse era meu objetivo!

Na época, muita gente falou que você foi escolhida apenas porque tinha o nome igual da Carvalho. Isso te incomodava?
SM: Essa fofoca é nova para mim! (risos). Eu sempre achei fantástica a marca que criamos: “As Sheilas”!

Como foi ficar famosa da noite para o dia? O que era mais incrível e a pior parte de ser famosa?
SM: Eu nunca havia pensado em ganhar tanta notoriedade, mas ser leonina e dançarina são atributos de quem ama um palco, a sensação de ser aplaudida pelo seu trabalho é uma das melhores lembranças que levarei dessa passagem. A parte que não foi legal foi perder a liberdade. Por um tempo eu não conseguia fazer coisas triviais… Mas isso ficava tão pequeno perto da magnitude da parte boa!

Quando você venceu, posou para a Playboy. Isso já estava no contrato ou foi consequência? Como foi essa experiência na época?
SM:
Estava na ficha de inscrição, mas nem dei bola, não pensei que ganharia. Só quando o Faustão anunciou meu nome é que me dei conta desta parte. E já precisei assinar o contrato lá mesmo, no camarim. Foi bem difícil, nunca tinha ficado nua nem na frente da minha mãe, tínhamos muito pudor! Mas a equipe foi tão profissional que, no terceiro dia, já estava super à vontade! O difícil foi que toda a sessão de fotos estava sendo coberta pelo “Fantástico”, então não sabia ao certo o que eles estavam filmando. Mas no final eu consegui relaxar.

Sheila Mello (Foto: Reprodução Instagram)Sheila Mello aos 40 (Foto: Reprodução Instagram)

Por que, afinal, você decidiu sair do grupo?
SM:
Eu fiquei cinco anos e meio no grupo, mas tinha muita vontade de voltar a estudar, projetar algo para meu futuro. Enquanto eu estivesse na banda seria impossível estudar. O tempo era 100% do Tchan, por isso eu decidi sair. E não me arrependo! Me formei em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Célia Helena, fiz um ano de Educação Física na Unip e migrei para a formação em Bioenergetica pelo IABSP – essa formação foi de 4 anos e é o que eu prospecto para meu futuro, trabalhar nesta área.

Hoje você está de volta. Por quanto tempo? Por que quis voltar?
SM: Não estou exatamente de volta. Fizemos cinco apresentações para homenagear esta data muto importante, tanto para mim como para todos os envolvidos. Fizemos shows em praças específicas, não cai na estrada com a banda novamente, nunca foi o plano. As prioridades da minha vida mudaram, minha filha está em primeiro lugar e não é meu plano passar muito tempo longe dela. Comecei a trabalhar aos 12 anos e sempre soube que quando a maternidade acontecesse na minha vida, meu tempo seria dela. Por isso eu também estou longe do teatro. Esperei 33 anos por essa realização.

Na época você usava roupas bem curtas e hoje está usando figurinos mais comportados no palco. Por que a decisão?
SM: Sempre olhei para minha vida com a devida atenção, vivi bem cada fase: 20 anos, 30 anos e agora que tenho 40, quero estar integrada a todas as minhas verdades e não me sinto bem hoje usando top e shortinho.

A Sheila de 20 anos atrás e de hoje são as mesmas? O que mudou? O que permanece igual?
SM:
A vida está sempre em movimento, nada é estático. E assim eu também vivo, tento fazer projeções. Mas o que eu aprendi com esses anos é, principalmente, aproveitar e ter gratidão pelas oportunidades que lhe são dadas de presente.

Sheila Mello (Foto: Reprodução Instagram)Sheila Mello está recebendo homenagens dos fãs durante o dia inteiro (Foto: Reprodução Instagram)

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Marcha Mundial das Mulheres faz ato contra precarização do trabalho na Riachuelo

Marcha Internacional das Mulheres faz ato em frente à loja da Riachuelo na Avenida Paulista (Foto: Reprodução)Marcha Internacional das Mulheres faz ato em frente à loja da Riachuelo na Avenida Paulista (Foto: Reprodução)

Manifestantes da Marcha Mundial das Mulheres realizaram um ato contra a exploração laboral da indústria têxtil, em frente a uma das lojas da Riachuelo na Avenida Paulista, em São Paulo. As manifestantes entraram nas lojas e colocaram cartazes nas manequins das vitrines com frases como “trabalho terceirizado, vidas precárias”e “a indústria da moda explora as mulheres”. O ato, que faz parte de uma ação global da Marcha, também teve panfletagem para conscientização da população sobre as condições de trabalho nas confecções e indústria têxtil. 

A escolha pela Riachuelo não foi em vão. A empresa é a confecção que acumula o maior número de processos trabalhistas no Brasil – com mais de 2 mil ações e investigação corrente sobre trabalho análogo à escravidão. A marca também é o centro de uma ação civil pública do Ministério Público do Trabalho, que inspeciona as fábricas da empresa no Rio Grande do Norte. O MP exige-se uma indenização de R$37,7 milhões a Guararapes Confecções, controladora da Riachuelo, por infrações trabalhistas identificadas em oficinas tercerizadas. Flávio Rocha, dono da Riachuelo, recentemente anunciou pré-candidatura à presidência da República pelo PRB e um dos principais apoiadores da reforma trabalhista.

A data escolhida para a ação também é simbólica. Todo ano, no dia 24 de abril, a Marcha relembra o desmoronamento do prédio Rana Plaza, em Bangladesh, que matou mais de mil trabalhadores de confecções têxteis e se tornou símbolo da exploração do setor. ” Denunciamos que as reformas defendidas pelos deputados, senadores e pelo presidente golpista Michel Temer foram apoiadas por diversos empresários brasileiros que querem lucrar e precarizar, cada vez mais, o trabalho e a vida das mulheres. Dentre estes empresários está Flávio Rocha, dono da Riachuelo, que defende mais “liberdade” para os empresários atuarem na economia e mais “conservadorismo” na sociedade. Flávio Rocha é inimigo das mulheres brasileiras!”, dizia comunicado na página do Facebook da Marcha. 

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Juliana Herc quer levar a moda brasileira para o mundo

Juliana Herc (Foto: DIvulgação)Juliana Herc (Foto: DIvulgação)

Se você quer abrir um negócio, é natural pensar que esse trabalho ficará alocado no seu país de origem, certo? Não para Juliana Herc, a estilista brasileira que começou levando as suas criações para o exterior.

A designer começou no ofício como toda criança que pensa no que gostaria de fazer quando crescesse: ela acompanhava a mãe, que trabalhava com tecidos, e imitava os estilistas que criavam croquis no papel. À sua maneira, ela também desenhava e sentia que fazia o mesmo que eles.

Com o tempo, sentiu que talvez isso não fosse exatamente o que queria como profissão, e associava a criação de roupas diretamente com costura. Porém, quando foi estudar design, ela entendeu que criar roupas vai muito além da linha e da agulha e encontrou na moda o seu lugar.

O mais curioso de sua história é que Juliana não abriu sua primeira loja no Brasil, como seria esperado (e como citamos no primeiro parágrafo). Na verdade, ela decidiu estabelecer o seu primeiro endereço em Portugal, em um ambiente cercado de luxo e onde teria muita visibilidade. “Foi mesmo por uma questão estratégica. A primeira loja que abri em Lisboa foi na Avenida da Liberdade, que está entre as mais emblemáticas do mundo. E lá não há nenhuma outra marca brasileira a não ser a Juliana Herc”, explica ela em entrevista exclusiva para Marie Claire. Isso, claro, não significa que o Brasil não está nos planos da designer, que espera também abrir lojas por aqui no futuro.

O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)

A estratégia de começar na capital portuguesa funcionou, porque ela explica que abrir sua primeira loja por lá foi como criar uma vitrine para o restante do mundo, colocando a sua marca no radar global. E essa vantagem foi muito importante para que Juliana conseguisse mudar a imagem que o mundo tem da moda brasileira, principalmente a respeito do rigor e da qualidade do produto. “Acredito que contribuo para desmistificar isso e a ideia do folclórico”, explica ela.

O diferencial da designer é que, antes de mais nada, ela tenta satisfazer a si mesma como consumidora da sua marca – só assim ela consegue ter certeza que as suas consumidoras finais ficarão satisfeitas quando forem à loja. “Me envolvo em todas as etapas, experimento tudo o que crio para me certificar de que vai ter o melhor caimento, o melhor acabamento, a melhor finalização. Amo vestir as mulheres como amo vestir a mim mesma”.

Para ela, inspirações são sempre muito relativas – afinal, qualquer coisa pode servir como uma inspiração para qualquer atividade, basta saber onde o seu olhar está focado. Porém, para ela o sóbrio sempre foi a maior inspiração de todas. “Não é proposital, é mesmo meu gosto e identificação pessoal. A minha identidade brasileira está em evidenciar as formas e o caimento das peças”, diz.

Quanto a desfilar em grandes eventos de moda, como o próprio São Paulo Fashion Week, Juliana explica que tem um apreço especial por qualquer ação ou proposta em relação ao seu país. “Desfilar no Brasil traria um reconhecimento do meu povo pelo que faço pela nossa moda aqui fora. Qualquer relação da marca com o Brasil, para mim, é uma alegria”.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL BRASIL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Juliana Herc quer levar a moda brasileira para o mundo

Juliana Herc (Foto: DIvulgação)Juliana Herc (Foto: DIvulgação)

Se você quer abrir um negócio, é natural pensar que esse trabalho ficará alocado no seu país de origem, certo? Não para Juliana Herc, a estilista brasileira que começou levando as suas criações para o exterior.

A designer começou no ofício como toda criança que pensa no que gostaria de fazer quando crescesse: ela acompanhava a mãe, que trabalhava com tecidos, e imitava os estilistas que criavam croquis no papel. À sua maneira, ela também desenhava e sentia que fazia o mesmo que eles.

Com o tempo, sentiu que talvez isso não fosse exatamente o que queria como profissão, e associava a criação de roupas diretamente com costura. Porém, quando foi estudar design, ela entendeu que criar roupas vai muito além da linha e da agulha e encontrou na moda o seu lugar.

O mais curioso de sua história é que Juliana não abriu sua primeira loja no Brasil, como seria esperado (e como citamos no primeiro parágrafo). Na verdade, ela decidiu estabelecer o seu primeiro endereço em Portugal, em um ambiente cercado de luxo e onde teria muita visibilidade. “Foi mesmo por uma questão estratégica. A primeira loja que abri em Lisboa foi na Avenida da Liberdade, que está entre as mais emblemáticas do mundo. E lá não há nenhuma outra marca brasileira a não ser a Juliana Herc”, explica ela em entrevista exclusiva para Marie Claire. Isso, claro, não significa que o Brasil não está nos planos da designer, que espera também abrir lojas por aqui no futuro.

O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)

A estratégia de começar na capital portuguesa funcionou, porque ela explica que abrir sua primeira loja por lá foi como criar uma vitrine para o restante do mundo, colocando a sua marca no radar global. E essa vantagem foi muito importante para que Juliana conseguisse mudar a imagem que o mundo tem da moda brasileira, principalmente a respeito do rigor e da qualidade do produto. “Acredito que contribuo para desmistificar isso e a ideia do folclórico”, explica ela.

O diferencial da designer é que, antes de mais nada, ela tenta satisfazer a si mesma como consumidora da sua marca – só assim ela consegue ter certeza que as suas consumidoras finais ficarão satisfeitas quando forem à loja. “Me envolvo em todas as etapas, experimento tudo o que crio para me certificar de que vai ter o melhor caimento, o melhor acabamento, a melhor finalização. Amo vestir as mulheres como amo vestir a mim mesma”.

Para ela, inspirações são sempre muito relativas – afinal, qualquer coisa pode servir como uma inspiração para qualquer atividade, basta saber onde o seu olhar está focado. Porém, para ela o sóbrio sempre foi a maior inspiração de todas. “Não é proposital, é mesmo meu gosto e identificação pessoal. A minha identidade brasileira está em evidenciar as formas e o caimento das peças”, diz.

Quanto a desfilar em grandes eventos de moda, como o próprio São Paulo Fashion Week, Juliana explica que tem um apreço especial por qualquer ação ou proposta em relação ao seu país. “Desfilar no Brasil traria um reconhecimento do meu povo pelo que faço pela nossa moda aqui fora. Qualquer relação da marca com o Brasil, para mim, é uma alegria”.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL BRASIL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Juliana Herc quer levar a moda brasileira para o mundo

Juliana Herc (Foto: DIvulgação)Juliana Herc (Foto: DIvulgação)

Se você quer abrir um negócio, é natural pensar que esse trabalho ficará alocado no seu país de origem, certo? Não para Juliana Herc, a estilista brasileira que começou levando as suas criações para o exterior.

A designer começou no ofício como toda criança que pensa no que gostaria de fazer quando crescesse: ela acompanhava a mãe, que trabalhava com tecidos, e imitava os estilistas que criavam croquis no papel. À sua maneira, ela também desenhava e sentia que fazia o mesmo que eles.

Com o tempo, sentiu que talvez isso não fosse exatamente o que queria como profissão, e associava a criação de roupas diretamente com costura. Porém, quando foi estudar design, ela entendeu que criar roupas vai muito além da linha e da agulha e encontrou na moda o seu lugar.

O mais curioso de sua história é que Juliana não abriu sua primeira loja no Brasil, como seria esperado (e como citamos no primeiro parágrafo). Na verdade, ela decidiu estabelecer o seu primeiro endereço em Portugal, em um ambiente cercado de luxo e onde teria muita visibilidade. “Foi mesmo por uma questão estratégica. A primeira loja que abri em Lisboa foi na Avenida da Liberdade, que está entre as mais emblemáticas do mundo. E lá não há nenhuma outra marca brasileira a não ser a Juliana Herc”, explica ela em entrevista exclusiva para Marie Claire. Isso, claro, não significa que o Brasil não está nos planos da designer, que espera também abrir lojas por aqui no futuro.

O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)O macacão Juliana Herc no nosso ensaio Paris Mon Amour (Foto: Leo Faria)

A estratégia de começar na capital portuguesa funcionou, porque ela explica que abrir sua primeira loja por lá foi como criar uma vitrine para o restante do mundo, colocando a sua marca no radar global. E essa vantagem foi muito importante para que Juliana conseguisse mudar a imagem que o mundo tem da moda brasileira, principalmente a respeito do rigor e da qualidade do produto. “Acredito que contribuo para desmistificar isso e a ideia do folclórico”, explica ela.

O diferencial da designer é que, antes de mais nada, ela tenta satisfazer a si mesma como consumidora da sua marca – só assim ela consegue ter certeza que as suas consumidoras finais ficarão satisfeitas quando forem à loja. “Me envolvo em todas as etapas, experimento tudo o que crio para me certificar de que vai ter o melhor caimento, o melhor acabamento, a melhor finalização. Amo vestir as mulheres como amo vestir a mim mesma”.

Para ela, inspirações são sempre muito relativas – afinal, qualquer coisa pode servir como uma inspiração para qualquer atividade, basta saber onde o seu olhar está focado. Porém, para ela o sóbrio sempre foi a maior inspiração de todas. “Não é proposital, é mesmo meu gosto e identificação pessoal. A minha identidade brasileira está em evidenciar as formas e o caimento das peças”, diz.

Quanto a desfilar em grandes eventos de moda, como o próprio São Paulo Fashion Week, Juliana explica que tem um apreço especial por qualquer ação ou proposta em relação ao seu país. “Desfilar no Brasil traria um reconhecimento do meu povo pelo que faço pela nossa moda aqui fora. Qualquer relação da marca com o Brasil, para mim, é uma alegria”.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL BRASIL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Ponto Firme | São Paulo | N45

Ponto Firme (Foto: Charles Naseh)Ponto Firme (Foto: Charles Naseh)

A moda do Ponto Firme começou na Penitenciária Desembargador Adriano Marrey, em Guarulhos, onde Gustavo Silvestre ministra, desde 2015, aulas de crochê aos detentos. “A gente fez tudo com muita cor, pra quebrar a dureza do cotidiano de lá”, contou Anderson Costa Figueredo, ex-detento e atuante no projeto, ainda nervoso antes de vestir o look com o qual riscaria a passarela, “quem está fora precisa saber que quem está lá dentro não tem que viver em um mundo obscuro”.

Este é um dos motes da iniciativa, entregar aos detentos oportunidade proveitosa ao tempo sufocante na prisão. “A maioria de quem se prepara para sair encontra muitas dificuldades para chegar ao mercado de trabalho. Além dessa contribuição, também damos voz à criatividade tão potente de quem vive sob circunstâncias tão difíceis”, detalha Gustavo sobre a experiência de nove meses de trabalho que rendeu a coleção de peças e calçados Melissa customizados que emocionou a plateia do primeiro dia do SPFW N45. Pela primeira vez no evento, uma peça apresentada estabeleceu link do tipo com a liberdade de quem a fez: cada doze horas no projeto rende um dia a menos na sentença dos participantes. O projeto já planeja seu próximo passo: uma cooperativa que profissionaliza e distribui os frutos da iniciativa.

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