Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Agencias de Modelos BH Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Agencias de Modelos BH Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Veja Fashion Agencia de Modelos e Top Models Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL BRASIL, LEQUIPE AGENCE, Way Model

Por que algumas mulheres adoram Donald Trump?

Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)Donald Trump e a esposa Melania (Foto: Getty Images)

Durante toda a campanha presidencial o republicano Donald Trump se referiu publicamente às mulheres que achava pouco atraentes como porcas, cadelas e “animais repugnantes”. Quando concorreu com a ex CEO da Hewlett-Packard Carly Fiorina pela candidatura republicana no ano passado, ele sugeriu que ela não tinha como ser uma líder por ser feia. Irritado com uma pergunta difícil feita pela apresentadora da FOX News Megyn Kelly durante um debate, ele disse mais tarde que ela havia sido dura porque estava menstruada. Repetidas vezes, Trump reafirmou que a infidelidade masculina reside em mulheres que não “satisfazem” adequadamente seus maridos. Em 2011, descreveu a amamentação como um ato “repugnante”. No início do ano, disse que, se fosse presidente, uma mulher que abortasse iria enfrentar “algumas formas de punição”. Em seu livro “The Art Of The Comeback” (A Arte do Retorno, em português livre), escreveu que mulheres são garimpeiras atrás de ouro, por isso “você deve tratá-las como merda”. Isso sem citar os diversos casos de assédio que vieram à tona durante a corrida presidencial. Sim, esse será o novo presidente dos EUA.



A ideia parece inconcebível do ponto de vista feminino. Foi por isso que durante a campanha uma repórter australiana acompanhou de perto alguns comícios de Donald Trump para entender o motivo que levava algumas mulheres a apoiar o então candidato.



“Esperei todo o verão para conhecer pessoalmente as ‘Trump girls’ que estavam ‘quebrando a Internet’”, contou a jornalista R. Todd Kelly. Ela se referia ao movimento lançado nas redes sociais pela campanha de Trump, que encorajava mulheres a declararem seu apoio a ele postando selfies sexies online. Como resultado, o Facebook, Twitter e Instagram foram tomados por grupos intitulados Babes4Trump, Trump Hotties e RumpsforTrump, todos dedicados a publicar fotos provocativas das eleitoras femininas e aparentemente criados por homens.



Logo, a hashtag #TrumpGirlsBreakTheInternet virou um movimento amplo que destacava os principais pontos de confusão e tensão do papel da mulher na campanha de um candidato tão misógino. Nunca antes uma corrida política foi negociada por meio da sensualidade de eleitoras, que se diziam confortáveis nesta posição e acreditavam ser simplesmente um meio engraçado para se alcançar um objetivo comum. “As selfies são uma maneira realmente divertida de transmitir a mensagem de Donald Trump”, explicou Sarah Hagmayer, porta-voz do grupo Students For Trump (estudantes por Trump).



Sarah compartilhou uma série de fotos suas e de sua irmã vestindo biquínis patriotas nos mais diversos cenários climáticos (até na neve). E quando questionada se essa não seria uma forma de objetificação, ela garantiu que não. “A mensagem transmitida pelas selfies é apenas a de que Trump vai tornar a América boa novamente”, disse. “Eu o apoio porque adoro suas políticas”



E quando questionada sobre quais seriam essas políticas, fica claro que, primeiro, ela não consegue citar nenhuma além da construção do muro na fronteira com o México e, em segundo lugar, que ninguém havia lhe questionado isso antes. Jan Morgan, outra apoiadora, pontuou que a necessidade de ter Trump como presidente transcende a ideia do que seria ver as mulheres de uma maneira “politicamente correta”. “Eu não me importo com o que Donald Trump pensa ou fala sobre as mulheres. Francamente, acho patético alguém se importar com isso. Hillary vai tirar nossas armas, Donald vai mantê-las. O que faz as mulheres o apoiarem é o fato de que segurança é importante para nós.”



“As mulheres que apoiam Donald Trump se importam primeiro e absolutamente com a segurança de sua família”, explica Melissa Deckman, professora de ciência política do Washington College. “Elas enxergam imigrantes e muçulmanos extremistas como ameaças reais, e estão à procura de alguém para defendê-las.” Elas acham que as promessas da construção do muro e a proibição da entrada de muçulmanos é o que separa a possibilidade de seus filhos crescerem de maneira próspera ou de se tornarem vítimas de violência.



E apesar de não saberem como essas medidas podem ser viabilizadas legal e financeiramente, elas são inflexíveis ao admitir que Trump irá realizá-las já nos seus primeiros 100 dias de mandato.



O CÍRCULO FEMININO DE TRUMP



Para um homem aparentemente tão “dotado” de testosterona, parece incoerente notar ainda a presença de três mulheres com papéis importantes na corrida que culminou em sua eleição. Além da esposa Melania e da filha Ivanka, a secretária de imprensa é Hope Hicks, um enigma para muitos.



Aos 27 anos, ela nunca tinha trabalhado com política. Em 2012, a relações públicas foi encarregada por Trump a ajudar Ivanka a expandir sua linha de moda. Mas, em 2015, como sua mãe admitiu ao The New York Times, Hope Hicks foi contratada pelo político para assumir a função de atender a imprensa em sua campanha. “Foi um choque”, disse Caye Cavender. Agora, a improvável secretária de imprensa lida diariamente com centenas de pedidos dos veículos de comunicação e gerencia a repercussão das confusas declarações de seu chefe, que durante a campanha lançou cinco políticas diferentes sobre aborto em apenas três dias.



Assim como outras mulheres do círculo de Trump, Hicks é ex-modelo. Simplesmente porque ele gosta de se cercar “de mulheres atraentes”. Uma investigação feita pelo The New York Times revelou que ocasionalmente no local de trabalho, Trump interrompe as reuniões de negócios para opinar sobre as figuras femininas presentes na sala. “Sempre que possível, ele quer que seus visitantes notem suas funcionárias mais atraentes.”



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Saiba os benefícios da Vitamina D e como ela ajuda na manutenção da boa forma

Os benefícios da vitamina D (Foto: Think Stock)Os benefícios da vitamina D (Foto: Think Stock)

Toda segunda-feira nossa colunista, a médica Esthela Conde, tira dúvidas das leitoras sobre saúde e fitness. Para esta semana o tema escolhido foi Vitamina D, Confira aqui 3 perguntas:


O que é exatamente a vitamina D?
Apesar de ser chamada de vitamina, na verdade é um hormônio essencial para o nosso organismo. Muita gente sabe sobre a relação da vitamina D com o cálcio e consequentemente com os ossos, porém o que muita gente não sabe é que a vitamina D está relacionada com outros funcionamentos do organismo, que irei responder na próxima pergunta. Uma curiosidade, é que ela foi descoberta em 1922 e foi chamada de vitamina, pois acreditava-se que ela só poderia ser obtida através dos alimentos. Só mais tarde, porém, descobriram que 90% da vitamina D é produzida pelo corpo humano.


Quais os benefícios da vitamina D?
Bom, a primeira grande importância é que ela é responsável pela captação/absorção de cálcio pelos ossos. A falta de cálcio pode levar ao raquitismo quando criança e osteoporose na fase adulta. Na gestante a vitamina D é importantíssima! No comecinho da gravidez, sua deficiência pode causar aborto. Sabe-se também que ela atua em doenças auto-imune como artrite reumatoide e esclerose múltipla. Além disso, participa de processos cardíacos, como a contração muscular. A grande verdade é que os estudos mais recentes, têm demonstrado que a maioria das nossas células possuem receptores para vitamina D. Isso inclui os músculos, ou seja, ajudando na força muscular e ganho de massa magra. (Não percam o live desta segunda-feira 7 (às 16h30) no facebook da Marie Claire, que falarei mais detalhadamente sobre esses benefícios!!!)


Quanto eu devo ingerir por semana? Cada uma fala sobre uma quantidade, nunca sei qual o valor correto.
Ana a dose ideal de vitamina D, depende muito. Por exemplo, se você tem de fato deficiência é uma dose, se você precisa apenas manter manutenção é outra. Além disso varia de acordo com a faixa etária e patologias, por isso essa confusão de doses! Porém somente um médico capacitado pode avaliar o que de fato é deficiência, insuficiência ou valor limítrofe de vitamina D. O fato é que por ser uma suplementação vendida sem prescrição, muitas pessoas com deficiência têm usado subdoses e obviamente não estão vendo efeito e outras muitas estão usando superdoses sem ter a deficiência. Dá-se aí a importância da avaliação médica.



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Saiba como é o funcionamento e benefícios dos antioxidantes

Saiba os segredos dos antioxidantes (Foto: Think Stock)Saiba os segredos dos antioxidantes (Foto: Think Stock)

Toda segunda-feira nossa colunista, a médica Esthela Conde, tira dúvidas das leitoras sobre saúde e fitness. Para esta semana o tema escolhido foi antioxidante, divulgado na nossa página de Facebook dias antes, e lá você sempre terá espaço para fazer suas perguntas em relação ao tema seguinte. Confira aqui 3 perguntas:


Regina Cristina: Como funciona o antioxidante no organismo? A partir de quando é bom prestar atenção no consumo dele?
O antioxidante age no nosso organismo combatendo o processo de oxidação das moléculas, evitando assim a formação dos temidos radicais livres, que em excesso pode causar diversas alterações à saúde, incluindo a aceleração do envelhecimento. Quanto ao consumo Regina, na literatura já existem alguns trabalhos, mostrando que antioxidante, na forma de suplemento, em excesso, pode não ser tão benéfico quanto imaginávamos. Por isso, devemos sempre tentar obter da forma mais natural possível, que é através do consumo de alimentos. Existem também, alguns exames específicos, que podem mostrar processos de inflamação crônica no organismo, indicando assim, excesso de radicais livres e a necessidade do aumento de antioxidantes, isso pode nos ajudar a ter um parâmetro.


Marcela Oliveira: Qual o antioxidante mais poderoso que existe? Quais os tipos?
Os melhores antioxidantes são os obtidos através da alimentação, principalmente vegetais e frutas. Existe uma tabela chamada ORAC ( Oxygen Radical Absorbance Capacity), que classifica os alimentos com maior ação antioxidantes. Alguns que estão sempre no topo são: cacau cru, framboesa preta, romã, cramberry, uva, ameixas, cerejas, açaí, blueberry.
O que acontece de fato é que a vida moderna, muitas vezes, não nos permite ter uma alimentação tão regrada e balanceada ( no quesito antioxidantes), por essa razão muitas vezes procuramos a suplementação como uma alternativa mais prática.


Clara Silva: Quais os prós e contras do uso?
Creio que essa pergunta se refere a suplementação com antioxidantes e não aos naturais obtidos na alimentação. Bom, os prós como já foi dito é que são mais práticos para o uso diário e além disso conseguimos garantir uma maior eficácia do poder antioxidante da substancia. Já os presentes na alimentação, depende de fatores como clima, estado de conservação do alimento e possível ação de microrganismo. Quanto aos contras, se você optar por consumir apenas o suplemento, você estará deixando de ingerir os demais nutrientes presentes nos alimentos.



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