Peças utilitárias com tons neon injetam energia ao look

info@imaxtree.com (Foto: Corey Tenold, Christine Spengler/divulgação, Collier Schorr/divulgação, Imaxtree)Pink, amarelo e laranja fluorescentes colorem peças de náilon na Prada (Foto: Corey Tenold, Christine Spengler/divulgação, Collier Schorr/divulgação, Imaxtree)

Injete energia no closet com produções tingidas com cores neon de caneta marca-texto. Hit dos anos 80 em looks esportivos, a cartela volta à cena em peças utilitárias – como no inverno da Prada. “Meu sonho é que as mulheres fortes que vivem em um mundo violento possam andar nas ruas sem medo. Eu queria exagerar uma sensação de liberdade”, contou Miuccia Prada após o desfile.

Com zíperes, náilon, elásticos e shapes confortáveis, as peças-chave lembram uniformes e roupas de proteção e com certeza não passarão despercebidas na próxima estação. Para aderir, veja abaixo uma seleção de roupas e acessórios que seguem a tendência.

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Riccardo Tisci: os desfiles mais marcantes do estilista na Givenchy

Riccardo Tisci (Foto: Divulgação)Riccardo Tisci (Foto: Divulgação)

2018 vai ser marcante para Riccardo Tisci: um ano após deixar a direção-criativa da Givenchy, que comandou por 12 anos, o italiano vai apresentar sua primeira coleção para a Burberry, onde promete uma verdadeira revolução, mudando o calendário de entregas e sistema de lançamento de coleções (seguindo o modelo de drops adotado por marcas do streetwear como a Supreme).

Revoluções não são novidade para Riccardo, que, na Givenchy, trouxe sua linguagem tão contemporânea para a casa, conquistando, com sua estética de forte veia gótica, famosas como Beyoncé, Rihanna, Cate Blanchett, Florence Welch e Rooney Mara – que viu nas coleções de Tisci para a maison francesa a ferramenta perfeita para comunicar sua nova imagem nos red carpets após ser escalada como protagonista de Os Homens que Odiavam as Mulheres.

No mês em que Riccardo Tisci comemora seus 44 anos, reunimos algumas de suas coleções mais icônicas, que lhe renderam um squad de famosas de alto calibre – e que se reuniu ao italiano na capa de nossa edição de outubro de 2015, para comemorar seus 10 anos de Givenchy. 

Riccardo Tisci na capa da Vogue de outubro de 2015 (Foto: Arquivo Vogue)Riccardo Tisci na capa da Vogue de outubro de 2015 (Foto: Arquivo Vogue)

A coleção de inverno 2008 é tida por muitos críticos como a primeira em que Riccardo Tisci se sentiu mais livre para misturar os códigos da casa com sua veia bem moderna, com um pé no gótico. Os looks que abriram o desfile, cobertos de correntes douradas, viraram hit instantâneo.

Givenchy - inverno 2008 (Foto: Getty Images)Givenchy – inverno 2008 (Foto: Getty Images)

Já a coleção de verão 2010 veio calcada numa imagem rock n’roll, firmando o blazer listrado p&b – inspirado em David Bowie – como a peça queridinha da estação nos looks de street style.

Givenchy - verão 2010 (Foto: Getty Images)Givenchy – verão 2010 (Foto: Getty Images)

Misturando a alfaiataria masculina com longos ultrafemininos, a coleção de alta-costura de verão 2010 apresentou um dos vestidos mais icônicos da história do Oscar: o longo de saia em degradê roxo usado por Zoe Saldana na premiação daquele ano.

Givenchy alta-costura - verão 2010 (Foto: Getty Images)Givenchy alta-costura – verão 2010 (Foto: Getty Images)

Firmando-se como um dos nomes mais fortes da alta-costura de sua geração, na coleção de inverno 2010 de alta-costura da Givenchy Riccardo Tisci firmou os naked dresses ultratrabalhados como tendência absoluta (e duradoura!) dos red carpets. Sua maior entusiasta? Beyoncé, que usou looks do gênero assinados por Tisci em diversas ocasiões, como os galas do Met.

Givenchy inverno 2010 - alta-costura (Foto: Divulgação)Givenchy inverno 2010 – alta-costura (Foto: Divulgação)

Inspirado pelo dançarino japonês Kazuo Ohno, Riccardo Tisci apresentou em seu verão 2011 de alta-costura uma coleção etérea, que passava longe de suas referências mais soturnas e góticas. O resultado foi uma de suas coleções mais marcantes e que, mais uma vez, foi parar no tapete vermelho do Oscar, com Cate Blanchett.

Givenchy - verão 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)Givenchy – verão 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)

Em 2011, Tisci, já estabelecido como uma potência da alta-costura, apresentou mais uma coleção de tirar o fôlego para o inverno daquele ano, com quase todos os looks em branco total e cobertos por pérolas, plumas e bordados. Foi desta coleção que Tisci e Kim Kardashian tiraram inspiração para o vestido de noiva da socialite, que se casou com Kanye West vestindo Givenchy em 2014, provando a atemporalidade das criações do italiano.

Givenchy - inverno 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)Givenchy – inverno 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)

Voltando ao prêt-à-porter, 2011 foi o ano em que Tisci lançou a icônica estampa de rottweilers nos desfiles da semana de moda de inverno masculina da casa. Os cachorros depois estamparam peças femininas e até acessórios como bolsas. Nessa época, Riccardo emplacou uma série de estampas que se tornaram desejo imediato entre homens e mulheres.

Givenchy - inverno 2011 masculino (Foto: Getty Images)Givenchy – inverno 2011 masculino (Foto: Getty Images)

Já em seu desfile de verão 2012, Tisci se desvencilhou das estampas e apresentou uma coleção que investia na alfaiataria, reinterpretando o visual surfer de um jeito sofisticado e conteporâneo. O auge? Gisele Bündchen fechando a apresentação – e depois estrelando a campanha da coleção.

Givenchy - verão 2012 (Foto: Getty Images)Givenchy – verão 2012 (Foto: Getty Images)

A coleção de alta-costura de verão 2012 pode ter sido marcada pela beleza das modelos, que exibiam piercings enormes no nariz, mas foram os vestidos – alguns que demoraram mais de 350 horas para serem concluídos – que reforçaram a maestria de Tisci como couturier.

Givenchy - verão 2012 alta-costura (Foto: Imaxtree)Givenchy – verão 2012 alta-costura (Foto: Imaxtree)

Na coleção de inverno 2013 de prêt-à-porter, Riccardo Tisci renovou seu apelo pop com mais uma estampa que se tornou febre absoluta: a de Bambi, que protagonizou um dos looks mais icônicos de sua carreira: o de moletom com saia transparente, que várias famosas usaram na época. 

Givenchy - inverno 2013 (Foto: Imaxtree)Givenchy – inverno 2013 (Foto: Imaxtree)

Comemorando seus dez anos de Givenchy em 2015, a coleção de inverno prêt-à-porter daquele ano exaltou os códigos mais fortes do legado de Riccardo Tisci para a casa: referências católicas, um estilo dark, peças com um capricho único em seus bordados e detalhes e, claro, uma beleza marcante, com toque quase agressivo.

Givenchy - inverno 2015 (Foto: Imaxtree)Givenchy – inverno 2015 (Foto: Imaxtree)

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Negras empreendedoras: a empresária que desenvolveu maquiagem para negras

Rosane Terraggo (Foto: Divulgação)Rosane Terraggo (Foto: Divulgação)

Já comentei aqui como é comum no Brasil mulheres negras se queixarem da ausência de cosméticos que se encaixem no seu padrão estético, mas isso não impediu Rosane Terraggo de criar uma série de produtos acessíveis para diferentes tonalidades de mulheres negras. Segundo ela, a inspiração veio da própria maquiagem usada por Michelle Obama. Depois de escutar que existia a marca Black Opal com bases de 8 dólares e que a ex-primeira dama usava esses produtos no seu dia a dia, Rosane entendeu que precisava de algo parecido na loja que já administrava. Então criou sua própria linha de Divas Bllack, com bases para mulheres negras de diferentes tons a preço super acessíveis.

Sua ideia, que parece simples hoje, vai além: há pó translúcido, sombras, iluminador, gloss e pigmentos. Ela investe no marketing pelas redes sociais, ampliando cada vez mais a dimensão dos seus negócios para além da região sul do país. Por esses motivos Rosane é nossa entrevista para nossa série #negrasemprendedoras.

O que te motivou a se tornar uma emprendedora?
Rosane Terraggo:
Casei e fui mãe muito cedo, aos 17 anos, por isso concluí o ensino superior um pouco mais tarde. Os estudos na Unisinos, no Rio Grande do Sul,  fizeram com que ficasse um pouco distante do meu primeiro filho, hoje com 27 anos. Me formei em 2002 e para me especializar na profissão, fiz quatro pós-graduações. Uma delas foi em administração em marketing pela ESPM. Mas percebi que a história de estar longe da família estava se repetindo com minha filha. Por isso, decidi em 2014 me tornar empreendedora.

E como sua empresa, o Território da Beleza PoA, surgiu?
RT:
O Território nasceu em junho de 2014 como franquia de uma marca. Neste modelo de negócio me senti muito amarrada, porque os franqueadores não queriam investir em marketing, preferiam a contratação de  revendedoras de porta a porta. Mas este não era meu objetivo. Confesso que fiquei bastante frustrada, porque a franquia é do Nordeste e lá eles são fortes. Mas no Sul precisei convencer as pessoas de que os produtos eram muito bons e de que os valores estavam na média do mercado. Depois, passei a usar as redes sociais para apresentar os cosméticos ao público e mostrar clientes comprando. Conforme o tempo, percebi que não precisava mais estar por trás de uma marca apenas, mas poderia comercializar bons produtos de várias empresas. Pesquisei o que estava fazendo sucesso e que tinha um bom preço. Nosso grande diferencial, hoje, é que além de vender, ensinamos a cliente a usar o que está comprando. Damos uma consultoria de beleza e elas adoram. Foi assim que começamos a crescer.

Qual foi o maior desafio para se consolidar como empreendedora?
RT:
A ideia do Divas Bllack surgiu pela necessidade de haver produtos específicos para a pele negra. No início, também trabalhávamos com produtos para cabelos crespos e cacheados, nos tornando referência na região. Além disso, decidimos vender somente marcas que oferecem no catálogo ao menos um produto para a pele negra. Mesmo assim, não conseguimos atender todas as mulheres. Eu mesma tentava fazer a maquiagem delas. Sempre testamos as bases nas clientes que se dispõem a esta experiência, especialmente com aquelas que não conhecem seu tom de pele (e são muitas!) Apesar de a loja física ter somente 20m², fazemos muito barulho na internet com cursos, workshops. Foi assim que comecei a ganhar reconhecimento e credibilidade de diretores de grandes marcas. Procurei um deles para sugerir a criação em sua empresa de uma linha de base para vários tons de pele negra, pois muitas clientes se sentiam excluídas por não encontrarem um produto adequado. A princípio ele se empolgou e informou que iria se reunir com sua sócia. Em seguida, tive o retorno de que não era o momento de segregar as pessoas, então não seria correto criar uma linha somente para negras. Confesso que fiquei intrigada com a resposta, porque o conheço e não parecia ser preconceituoso. Então, olhei pra ele e me dei conta de que sendo branco de olhos claros ele não poderia compreender nossa dificuldade. Decidi desenvolver eu mesma esta linha. Em um curso sobre pele negra ouvi a especialista falar sobre uma base americana chamada Black Opal e que a então primeira dama Michelle Obama usava e recomendava, porque era um excelente produto e custava em torno de $8,00, ou seja, acessível. Eu entendi que era isso que eu queria, uma base de qualidade, que coubesse na bolsa e bolso das minhas clientes. Então foi a hora de convencer meu marido e sócio Carlos Alberto Regio Terragno a investir junto nesta linha.

Qual o diferencial dela para as grandes marcas que já estão vendo esse como um público alvo?
RT
: A Divas Bllack tem a tecnologia de color adapt que se adapta ao tom da pele sem acinzentar. A base foi desenvolvida por uma especialista em pele negra, contratada para nos auxiliar a entender os tons das negras brasileiras. Criamos bases que respeitam os fundos amarelos, neutro, oliva e azulados. A principal diferença com relação às grandes marcas é que as redes sociais são nosso maior marketing.

Qual sua principal inspiração para essa linha?
RT:
A Divas Bllack tem seis tons de bases para pele negra brasileira como carro chefe e as cores tem nomes de mulheres importantes na minha vida por ordem de cor: Rafaella é nome da minha filha (foi por ela que tudo começou), Rosane é o meu nome, Tais inspirada na Tais Araújo. Fui ver a peça “O Topo da Montanha” e me emocionei demais. Assim como a personagem também quero fazer a diferença na vida das pessoas. Conheci a Tais e ela me encoraja nesse sonho. A cor Duda é inspirada em uma influenciadora digital gaúcha, @negraecrespa, uma grande amiga e uma pessoa a qual admiro muito. A Duda está junto com a Divas desde  o início, ajudando em tudo. Sempre conversamos e a nossa afinidade é total, porque concordamos que a Divas Bllack é mais que um produto para vender, é um projeto de vida, é valorizar a beleza da mulher negra. A Duda também é uma grande inspiração e exemplo de uma grande mulher, pois como ela mesma diz; “tive o privilégio de ter uma família com melhores condições, sempre estudei em colégio particular, sou muito amada, mas tenho o compromisso com a minha raça, de mostrar o que realmente acontece, e ser uma inspiração para estas mulheres”. Maria é o segundo nome da minha mãe, ela simplesmente fez a mulher que sou hoje, é em homenagem a ela e a todas as Marias do Brasil e, Dandara, nossa guerreira quilombola.

Como você acredita que a maquiagem auxilia no processo de empoderamento de mulheres negras?
RT:
Acho que toda a mulher tem força e poder. Acredito que a mulher negra acaba “tendo que ter” um poder ainda maior, por todo o nosso histórico. O que eu vejo é que a maquiagem é aquele botão que lembra a cada uma nós, o nosso poder. Eu ainda atendo na loja em Porto Alegre, então já vi uma simples maquiagem operar milagres em uma mulher que está tendo um dia ruim ou que está passando por um momento difícil. Elas se olham no espelho e até o olhar modifica, a postura é realmente uma força que vem de dentro.

Sendo uma empreendedora negra, qual sua dica para outras mulheres, em especial afrodescendentes, que querem empreender?
RT:
O momento é este. Nós negros não aceitamos mais ficarmos invisíveis, estamos buscando nosso espaço. Então sim, queremos produtos e serviços específicos para nossa pele e raça, e temos dinheiro para pagar por eles. Hoje sou uma mulher muito realizada, porque estou colocando em prática meus sonhos. Não é nada fácil, ouvimos muitos nãos, muitas portas se fecham, muitas pessoas próximas duvidam e até torcem contra.  Mas tem uma conta que sempre fecha. Sonhar mais trabalhar é igual a realizar, então sonhe com algo que você ama fazer, trabalhe muito neste projeto e o torne realidade. As redes sociais são grandes aliadas, e ainda são ferramentas gratuitas. E Gratidão sempre!

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Você veste hip-hop? Costanza Pascolato atesta influência do gênero na moda

O processo criativo por trás das trilhas mais emocionantes da SPFW (Foto: Divulgação)O processo criativo por trás das trilhas mais emocionantes da SPFW (Foto: Divulgação)

Para quem faz hip-hop, falar através da música não é o suficiente – a moda também é forte via de expressão. Criado nos ano 1980, o gênero ultrapassou os limites das pick-ups e viu seu estilo explodir no universo fashion. Constanza Pascolato atesta o boom da cultura urbana.  

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)
Você veste hip hop?  (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

“Minha educação musical começou aos quatro anos, com meu pai me ensinando a escutar música clássica. Acompanhei a entrada da música negra na cultura ocidental e sei o quanto foi fundamental para todo som que foi produzido até hoje”, comentou a consultora de moda nos bastidores do SPFW

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)
Você veste hip hop? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

Um exemplo: se você ama usar sneakers e marcas como Adidas, deve saber que a label virou sinônimo do hip-hop graças ao Run DMC (grupo de rap que causou um enorme impacto no desenvolvimento do hip hop), os primeiros a lançar uma coleção de moda icônica logo após o single My Adidas. Essa foi a primeira parceria entre uma grande empresa e o gênero musical, que abriu portas para outros grandes nomes do rap internacional como Kanye West, Pharrell Wiliams, Pusha T e Snoop Dogg.

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)
Você veste hip hop? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

Os sneakers e os looks esportivos roubam a cena da vez, vide a febre do tênis branco e ugly sneaker que foram parar nas passarelas de grifes tradicionais, como Chanel, Balenciaga e Louis Vuitton.

“Tudo que é novo é filho do hip-hop. Se você olhar em volta, está todo mundo vestindo frutos dessa cultura em várias ocasiões da vida. Música, comportamento e moda: está tudo ligado”, finaliza.

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

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Para quem faz hip-hop, falar através da música não é o suficiente – a moda também é forte via de expressão. Criado nos ano 1980, o gênero ultrapassou os limites das pick-ups e viu seu estilo explodir no universo fashion. Constanza Pascolato atesta o boom da cultura urbana.  

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)
Você veste hip hop?  (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

“Minha educação musical começou aos quatro anos, com meu pai me ensinando a escutar música clássica. Acompanhei a entrada da música negra na cultura ocidental e sei o quanto foi fundamental para todo som que foi produzido até hoje”, comentou a consultora de moda nos bastidores do SPFW

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)
Você veste hip hop? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

Um exemplo: se você ama usar sneakers e marcas como Adidas, deve saber que a label virou sinônimo do hip-hop graças ao Run DMC (grupo de rap que causou um enorme impacto no desenvolvimento do hip hop), os primeiros a lançar uma coleção de moda icônica logo após o single My Adidas. Essa foi a primeira parceria entre uma grande empresa e o gênero musical, que abriu portas para outros grandes nomes do rap internacional como Kanye West, Pharrell Wiliams, Pusha T e Snoop Dogg.

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)
Você veste hip hop? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

Os sneakers e os looks esportivos roubam a cena da vez, vide a febre do tênis branco e ugly sneaker que foram parar nas passarelas de grifes tradicionais, como Chanel, Balenciaga e Louis Vuitton.

“Tudo que é novo é filho do hip-hop. Se você olhar em volta, está todo mundo vestindo frutos dessa cultura em várias ocasiões da vida. Música, comportamento e moda: está tudo ligado”, finaliza.

Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)Sabia que você veste hip hop e não sabe? (Foto: Renan Olivetti @olivettirenan)

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Karina Lucco sobre boa forma: “Faço escolhas saudáveis mesmo quando saio da dieta”

Karina Lucco (Foto: Reprodução/Instagram)Karina Lucco (Foto: Reprodução/Instagram)

Aos 42 anos, Karina Lucco é inspiração fitness no Instagram. Graças à sua excelente forma física, publicações constantes mostrando sua dieta e exercícios e, claro, o fato de ser mãe do cantor sertanejo Lucas Lucco, Karina ganhou milhares de seguidores ávidos para entender como uma mãe de dois filhos tem esse corpo invejável.

“Sempre que tenho oportunidade falo para as minhas seguidores que é preciso ter paciência. Nada acontece do dia para a noite, somos únicas e cada uma tem uma genética. A ideia é ter sempre hábitos saudáveis e praticar atividade física que os resultados vão aparecer”, resume Karina sobre o “segredo” da boa forma. 

E quem pensa que na dieta dela entram alimentos impossíveis de se encontrar ou que necessitam de receitas mirabolantes está muito enganado. Segundo Karina, sua dieta baseia-se em batata doce, frango, patinho moído, peixe, mandioca e batata baroa, além de legumes e vegetais. Já o açúcar e a farinha branca ela evita ao máximo. “Eu não costumo chutar o balde (risos), mas aos finais de semana eu tomo um vinho e como doce zero açúcar. Porém, procuro fazer escolhas mais saudáveis mesmo quando saio da dieta”, comenta. 

Família parceira na rotina de exercícios

Além de uma dieta equilibrada, Karina investe forte em atividade física. “Costumo descansar uma vez por semana, ou no sábado ou no domingo. Duas vezes por semana eu faço pilates e, nos dias restantes, musculação e alguns movimentos de funcional”, explica ela que, sempre que possível, desfruta da companhia do filho primogênito, Lucas, para malhar, especialmente no crossfit.

O marido, o radialista Paulim Lucco, também acompanha Karina nessa rotina: “Meu esposo treina comigo três vezes por semana e agora está cuidando um pouco mais da alimentação”. Já o filho mais novo, Leandro, de acordo com Karina, ama jogar futebol e, às vezes, faz treino de força, mas não é muito chegado em dieta. 

Karina Lucco (Foto: Reprodução/Instagram)Karina Lucco (Foto: Reprodução/Instagram)

Gravidez cedo e relação com o corpo

Karina engravidou de Lucas cedo, aos 15 anos, e, pouco tempo depois, teve Leandro. Ela conta que não foi uma fase fácil para ela e o marido Paulim: “Ah é complicado… Mas graças a Deus tive o apoio da família. Eu e o Paulim tivemos várias dificuldades, mas hoje vendo meus filhos, como são como pessoas, me sinto orgulhosa, pois conseguimos passar valores que eles irão levar para o resto da vida. Os dois são maravilhosos! Para mãe todos os filhos são né?! (risos)”.

Ela conta que, após as duas gravidezes, começou a perceber que precisava se cuidar mais, pois estava insatisfeita com o corpo, especialmente quando procurava um look para sair. “Comecei a praticar exercícios quando era bem jovem, já que tinha passado por duas gestações, mas não cuidava muito da parte da alimentação, eu fazia os meus treinos para poder comer (risos). Porém, há mais ou menos 2 anos, comecei uma dieta mais restrita, os resultados foram aparecendo e passei a me sentir super bem com a saúde e com a autoestima bem melhor do que antes”, revela Karina. 

Mamãe coruja

Karina conta que a sua relação com o filho Lucas Lucco sempre foi muito próxima: “Mesmo com ele tendo ido morar fora aos 16 anos para estudar e fazer trabalhos como modelo, pela Major Model Brasil, eu e o Paulim procuramos estar sempre próximos e isso nunca mudou. Estamos por conta dos filhos 99,9%! (risos). Somos unidos demais, graças a Deus”.

Karina e Lucas Lucco (Foto: Divulgação)Karina e Lucas Lucco (Foto: Divulgação)

Ela conta também que sempre se preocupa com a fama do filho e tenta ajudá-lo a sempre seguir o caminho do bem. “Ajudo o Lucas caminhando junto com ele, estando presente. Eu fico muito preocupada, a fama não é nada fácil! Mas jamais pensei que ele pudesse perder a sua essência. O Lucas não mudou nada, o jeitinho dele é o mesmo (risos)”, conta a mamãe coruja. 

Karina frisa que nunca pensou que pudesse fazer sucesso nas redes sociais como o seu filho, mas que sente-se bem em poder ajudar as pessoas a levar uma vida mais positiva e ativa. “Não imaginei que isso pudesse acontecer, mas como hoje estou buscando levar uma vida saudável e tenho mais de 40 anos, acabo chamando a atenção das pessoas por isso. Fico muito feliz por inspirar muitas mulheres de diferentes idades!”, confessa.

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Mariana Ximenes: “Não faz sentido que, apenas por ser mulher, eu ganhe menos”

Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)

Em Cannes, onde apresentou o filme “O grande Circo Místico”, Mariana Ximenes, aos 37 anos, fala sobre a carreira de atriz e os novos rumos da profissão em relação à igualdade salarial entre homens e mulheres. E, claro, também não deixou de falar como mantem a boa forma.

O que está vendo de novo em Cannes nesta sua passagem? Fica até quando?
Mariana Ximenes:
Nossa, o festival é incrível porque você respira cinema o tempo todo, tem sessões de 8h30 até meia-noite. Você pode assistir a filmes clássicos como “Um corpo que cai”, de Hitchcock, ou “Grease” como pode ver o último do Spike Lee. Pode ir nos estandes  experimentar cinema de realidade virtual. É uma imersão, você conhece muita gente, troca experiências. Eu fiquei muito feliz por estar no festival este ano em que uma mulher, uma atriz do tamanho da Cate Blanchet, foi a presidente do júri. Das 71 edições, apenas 12 tiveram mulheres nessa posição.

Como foi apresentar “O grande circo místico” em Cannes? um local tão mítico para o cinema?
MX:
Foi muito emocionante. Esse foi um daqueles momentos em que você carrega para a vida toda! O primeiro “Tapis rouge” você nunca esquece, ainda mais tão bem acompanhada como eu estava! Cannes é emblemático quando falamos de cinema, grandes obras foram exibidas ali e, mais do que isso, para pessoas que apreciam profundamente a sétima arte. Foi muito especial também porque nosso mestre Cacá Diegues (diretor) foi homenageado pela organização do festival e nosso filme foi muito bem recebido.

Beleza pura (Foto: Daniela Petrel)Beleza pura (Foto: Daniela Petrel)

Você participou do protesto que contou com 82 mulheres por mais igualdade no festival e por igualdade salarial na indústria. Acredita que isso seja possível mudar?
MX:
Esse protesto foi um marco no principal festival de cinema do mundo. É impressionante você pensar que em 71 anos do Festival de Cannes, apenas 82 filmes dirigidos por mulheres chegaram à premiação. Essa movimentação mostra a conscientização de que a mudança é urgente, necessária. Mulheres do mundo inteiro se unindo para reivindicar condições de trabalho iguais já mostra que é preciso refletir sobre isso e agir. Então, é claro que acredito que pode mudar. E tem que mudar mesmo porque não dá para acreditar que uma mulher seja protagonista e ganhe bem menos do que o ator que seja seu colega de cena. O discurso da Francis McDormand no Oscar deste ano, o da Patricia Arquette, quando ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2015, são indícios fortes que as coisas já estão nesse caminho de transformação. O que temos que fazer é continuar lutando, falando sobre essa desigualdade e combatê-la.

Você como mulher se sente prejudicada quando ganha menos que um homem?
MX:
Não é uma questão de se sentir prejudicada. A discussão vai além disso. A pergunta é: se eu desempenho um papel tão importante quanto o de um homem em cena, por que também não receber o mesmo valor? Gravamos as mesmas horas, temos a mesma quantidade de trabalho. Não faz sentido que, apenas por ser mulher, eu ganhe menos.

Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)

Quais seus próximos planos? Alguma novela em vista?
MX:
Além de “O grande circo místico”, que ainda vai estrear no Brasil, gravei a série “Se eu fechar os olhos agora”, que ainda não tem data de estreia. Na história dos anos 50/60,  que é inspirada na obra homônima de Edney Silvestre, eu interpreto Adalgisa, mulher forte, espirituosa, à frente do seu tempo, mulher do personagem de Gabriel Braga Nunes, e que vai se envolver num grande mistério ao longo da trama.

O que faz para se manter tão bela?
MX:
De uns tempos para cá, dei uma ênfase em meditação, yoga, uma busca por uma conexão maior comigo mesma. Tanto que minha viagem passou por Bali, que tem essa atmosfera, lugar que tem uma força tremenda. Também gosto de cuidar da minha saúde e do meu bem-estar. Amo comer, mas procuro me alimentar com consciência. A chave de tudo na vida é o equilíbrio e tenho buscado isso cada vez mais. Adoro me exercitar… Tento dormir bem também, embora durma menos do que gostaria porque sou muito animada e me envolvo com vários projetos e assuntos ao mesmo tempo (risos).

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Mariana Ximenes: “Não faz sentido que, apenas por ser mulher, eu ganhe menos”

Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)

Em Cannes, onde apresentou o filme “O grande Circo Místico”, Mariana Ximenes, aos 37 anos, fala sobre a carreira de atriz e os novos rumos da profissão em relação à igualdade salarial entre homens e mulheres. E, claro, também não deixou de falar como mantem a boa forma.

O que está vendo de novo em Cannes nesta sua passagem? Fica até quando?
Mariana Ximenes:
Nossa, o festival é incrível porque você respira cinema o tempo todo, tem sessões de 8h30 até meia-noite. Você pode assistir a filmes clássicos como “Um corpo que cai”, de Hitchcock, ou “Grease” como pode ver o último do Spike Lee. Pode ir nos estandes  experimentar cinema de realidade virtual. É uma imersão, você conhece muita gente, troca experiências. Eu fiquei muito feliz por estar no festival este ano em que uma mulher, uma atriz do tamanho da Cate Blanchet, foi a presidente do júri. Das 71 edições, apenas 12 tiveram mulheres nessa posição.

Como foi apresentar “O grande circo místico” em Cannes? um local tão mítico para o cinema?
MX:
Foi muito emocionante. Esse foi um daqueles momentos em que você carrega para a vida toda! O primeiro “Tapis rouge” você nunca esquece, ainda mais tão bem acompanhada como eu estava! Cannes é emblemático quando falamos de cinema, grandes obras foram exibidas ali e, mais do que isso, para pessoas que apreciam profundamente a sétima arte. Foi muito especial também porque nosso mestre Cacá Diegues (diretor) foi homenageado pela organização do festival e nosso filme foi muito bem recebido.

Beleza pura (Foto: Daniela Petrel)Beleza pura (Foto: Daniela Petrel)

Você participou do protesto que contou com 82 mulheres por mais igualdade no festival e por igualdade salarial na indústria. Acredita que isso seja possível mudar?
MX:
Esse protesto foi um marco no principal festival de cinema do mundo. É impressionante você pensar que em 71 anos do Festival de Cannes, apenas 82 filmes dirigidos por mulheres chegaram à premiação. Essa movimentação mostra a conscientização de que a mudança é urgente, necessária. Mulheres do mundo inteiro se unindo para reivindicar condições de trabalho iguais já mostra que é preciso refletir sobre isso e agir. Então, é claro que acredito que pode mudar. E tem que mudar mesmo porque não dá para acreditar que uma mulher seja protagonista e ganhe bem menos do que o ator que seja seu colega de cena. O discurso da Francis McDormand no Oscar deste ano, o da Patricia Arquette, quando ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2015, são indícios fortes que as coisas já estão nesse caminho de transformação. O que temos que fazer é continuar lutando, falando sobre essa desigualdade e combatê-la.

Você como mulher se sente prejudicada quando ganha menos que um homem?
MX:
Não é uma questão de se sentir prejudicada. A discussão vai além disso. A pergunta é: se eu desempenho um papel tão importante quanto o de um homem em cena, por que também não receber o mesmo valor? Gravamos as mesmas horas, temos a mesma quantidade de trabalho. Não faz sentido que, apenas por ser mulher, eu ganhe menos.

Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)Mariana Ximenes veste Dior (Foto: Daniela Petrel)

Quais seus próximos planos? Alguma novela em vista?
MX:
Além de “O grande circo místico”, que ainda vai estrear no Brasil, gravei a série “Se eu fechar os olhos agora”, que ainda não tem data de estreia. Na história dos anos 50/60,  que é inspirada na obra homônima de Edney Silvestre, eu interpreto Adalgisa, mulher forte, espirituosa, à frente do seu tempo, mulher do personagem de Gabriel Braga Nunes, e que vai se envolver num grande mistério ao longo da trama.

O que faz para se manter tão bela?
MX:
De uns tempos para cá, dei uma ênfase em meditação, yoga, uma busca por uma conexão maior comigo mesma. Tanto que minha viagem passou por Bali, que tem essa atmosfera, lugar que tem uma força tremenda. Também gosto de cuidar da minha saúde e do meu bem-estar. Amo comer, mas procuro me alimentar com consciência. A chave de tudo na vida é o equilíbrio e tenho buscado isso cada vez mais. Adoro me exercitar… Tento dormir bem também, embora durma menos do que gostaria porque sou muito animada e me envolvo com vários projetos e assuntos ao mesmo tempo (risos).

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model