Riccardo Tisci: os desfiles mais marcantes do estilista na Givenchy

Riccardo Tisci (Foto: Divulgação)Riccardo Tisci (Foto: Divulgação)

2018 vai ser marcante para Riccardo Tisci: um ano após deixar a direção-criativa da Givenchy, que comandou por 12 anos, o italiano vai apresentar sua primeira coleção para a Burberry, onde promete uma verdadeira revolução, mudando o calendário de entregas e sistema de lançamento de coleções (seguindo o modelo de drops adotado por marcas do streetwear como a Supreme).

Revoluções não são novidade para Riccardo, que, na Givenchy, trouxe sua linguagem tão contemporânea para a casa, conquistando, com sua estética de forte veia gótica, famosas como Beyoncé, Rihanna, Cate Blanchett, Florence Welch e Rooney Mara – que viu nas coleções de Tisci para a maison francesa a ferramenta perfeita para comunicar sua nova imagem nos red carpets após ser escalada como protagonista de Os Homens que Odiavam as Mulheres.

No mês em que Riccardo Tisci comemora seus 44 anos, reunimos algumas de suas coleções mais icônicas, que lhe renderam um squad de famosas de alto calibre – e que se reuniu ao italiano na capa de nossa edição de outubro de 2015, para comemorar seus 10 anos de Givenchy. 

Riccardo Tisci na capa da Vogue de outubro de 2015 (Foto: Arquivo Vogue)Riccardo Tisci na capa da Vogue de outubro de 2015 (Foto: Arquivo Vogue)

A coleção de inverno 2008 é tida por muitos críticos como a primeira em que Riccardo Tisci se sentiu mais livre para misturar os códigos da casa com sua veia bem moderna, com um pé no gótico. Os looks que abriram o desfile, cobertos de correntes douradas, viraram hit instantâneo.

Givenchy - inverno 2008 (Foto: Getty Images)Givenchy – inverno 2008 (Foto: Getty Images)

Já a coleção de verão 2010 veio calcada numa imagem rock n’roll, firmando o blazer listrado p&b – inspirado em David Bowie – como a peça queridinha da estação nos looks de street style.

Givenchy - verão 2010 (Foto: Getty Images)Givenchy – verão 2010 (Foto: Getty Images)

Misturando a alfaiataria masculina com longos ultrafemininos, a coleção de alta-costura de verão 2010 apresentou um dos vestidos mais icônicos da história do Oscar: o longo de saia em degradê roxo usado por Zoe Saldana na premiação daquele ano.

Givenchy alta-costura - verão 2010 (Foto: Getty Images)Givenchy alta-costura – verão 2010 (Foto: Getty Images)

Firmando-se como um dos nomes mais fortes da alta-costura de sua geração, na coleção de inverno 2010 de alta-costura da Givenchy Riccardo Tisci firmou os naked dresses ultratrabalhados como tendência absoluta (e duradoura!) dos red carpets. Sua maior entusiasta? Beyoncé, que usou looks do gênero assinados por Tisci em diversas ocasiões, como os galas do Met.

Givenchy inverno 2010 - alta-costura (Foto: Divulgação)Givenchy inverno 2010 – alta-costura (Foto: Divulgação)

Inspirado pelo dançarino japonês Kazuo Ohno, Riccardo Tisci apresentou em seu verão 2011 de alta-costura uma coleção etérea, que passava longe de suas referências mais soturnas e góticas. O resultado foi uma de suas coleções mais marcantes e que, mais uma vez, foi parar no tapete vermelho do Oscar, com Cate Blanchett.

Givenchy - verão 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)Givenchy – verão 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)

Em 2011, Tisci, já estabelecido como uma potência da alta-costura, apresentou mais uma coleção de tirar o fôlego para o inverno daquele ano, com quase todos os looks em branco total e cobertos por pérolas, plumas e bordados. Foi desta coleção que Tisci e Kim Kardashian tiraram inspiração para o vestido de noiva da socialite, que se casou com Kanye West vestindo Givenchy em 2014, provando a atemporalidade das criações do italiano.

Givenchy - inverno 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)Givenchy – inverno 2011 alta-costura (Foto: Divulgação)

Voltando ao prêt-à-porter, 2011 foi o ano em que Tisci lançou a icônica estampa de rottweilers nos desfiles da semana de moda de inverno masculina da casa. Os cachorros depois estamparam peças femininas e até acessórios como bolsas. Nessa época, Riccardo emplacou uma série de estampas que se tornaram desejo imediato entre homens e mulheres.

Givenchy - inverno 2011 masculino (Foto: Getty Images)Givenchy – inverno 2011 masculino (Foto: Getty Images)

Já em seu desfile de verão 2012, Tisci se desvencilhou das estampas e apresentou uma coleção que investia na alfaiataria, reinterpretando o visual surfer de um jeito sofisticado e conteporâneo. O auge? Gisele Bündchen fechando a apresentação – e depois estrelando a campanha da coleção.

Givenchy - verão 2012 (Foto: Getty Images)Givenchy – verão 2012 (Foto: Getty Images)

A coleção de alta-costura de verão 2012 pode ter sido marcada pela beleza das modelos, que exibiam piercings enormes no nariz, mas foram os vestidos – alguns que demoraram mais de 350 horas para serem concluídos – que reforçaram a maestria de Tisci como couturier.

Givenchy - verão 2012 alta-costura (Foto: Imaxtree)Givenchy – verão 2012 alta-costura (Foto: Imaxtree)

Na coleção de inverno 2013 de prêt-à-porter, Riccardo Tisci renovou seu apelo pop com mais uma estampa que se tornou febre absoluta: a de Bambi, que protagonizou um dos looks mais icônicos de sua carreira: o de moletom com saia transparente, que várias famosas usaram na época. 

Givenchy - inverno 2013 (Foto: Imaxtree)Givenchy – inverno 2013 (Foto: Imaxtree)

Comemorando seus dez anos de Givenchy em 2015, a coleção de inverno prêt-à-porter daquele ano exaltou os códigos mais fortes do legado de Riccardo Tisci para a casa: referências católicas, um estilo dark, peças com um capricho único em seus bordados e detalhes e, claro, uma beleza marcante, com toque quase agressivo.

Givenchy - inverno 2015 (Foto: Imaxtree)Givenchy – inverno 2015 (Foto: Imaxtree)

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Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

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Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

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Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

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Ultrafeminino X genderless: defina o seu estilo e encontre as peças-chave que não pode faltar no seu armário

Do ultrafeminino ao genderless, a temporada é marcada pelos estilos extremos (Foto: Imaxtree)Do ultrafeminino ao genderless, a temporada é marcada pelos estilos extremos (Foto: Imaxtree)

Democrática, a moda da temporada atende a todos os estilos. Às mais românticas, produções ultrafemininas pinceladas por tons de rosé, blush ou vinho são aposta certeira. Para fugir do monocromático blocado, a dica é investir no degradê ou apostar nos prints da mesma gama. Já aquelas que são adeptas do gênero livre, uma dose de sportwear e outra de alfaiataria com seus curingas são capazes de transformar qualquer armário da estação.


A seguir, eleja o seu mood e invista sem erro nas peças-chaves do momento:


PINK LADIES
Dica de styling: misture texturas. Peças de seda são ótimas parceiras de acessórios de veludo molhado.

Peças cor de rosa (Foto: Divulgação)Peças cor de rosa (Foto: Divulgação)

1. Mule Arezzo, R$ 240
2. Camisa Andrea Bogosian, R$ 528
3. Colar Carolina Neves, R$ 9.900
4. Perfume Prada Candy L’eau, R$ 429 (50ml)
5. Bolsa Luiza Barcelos, R$ 739
6. Camisa Rosa Chá para Shop2gether, R$ 360

Peças cor de rosa (Foto: Divulgação)Peças cor de rosa (Foto: Divulgação)


7. Vestido Emanuelle Junqueira, R$ 3.620
8. Vestido Maria Valentina, R$ 897
9. Pulseira Lool, R$ 468
10. Saia J. Chermann, R$ 528


GÊNERO LIVRE
Dica de styling: Quebre a seriedade do terno de alfaiataria com um sneaker de couro.

Peças sem gênero (Foto: Divulgação)Peças sem gênero (Foto: Divulgação)

1. Apple Watch, a partir de R$ 2.349
2. Jaqueta Iorane para Shop2gether, R$ 989
3. Óculos Ray-Ban, R$ 520
4. Perfume Boy Chanel, R$ 1.095 (75ml)
5. Jaqueta Cris Barros, R$ 2.172

Peças sem gênero (Foto: Divulgação)Peças sem gênero (Foto: Divulgação)


6. Macacão Another Place, R$ 2.900
7. Camiseta Herchcovitch;Alexandre, R$ 219
8. Tênis Diesel, R$ 850
9. Bermuda Tufi Duek, R$ 810


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