Sônia Nascimento faz parte da história do empoderamento negro

Em abril, o instituto fez 30 anos. O nome Geledés reverencia o poder feminino das deusas, na cultura ioruba. É uma ong feminista, sim, combate o sexismo e a objetificação da mulher. Mas com seu vigoroso fôlego briga por uma sociedade justa. Sem exceção, todos os avanços recentes que pretos e pardos conquistaram têm o empurrão do Geledés – e da advogada Sônia Nascimento, 66 anos, parceira da filósofa Sueli Carneiro na fundação da organização sediada em São Paulo. A dupla começou antes. Era o ano de 1972, ditadura militar, quando se conheceram trabalhando na Secretaria da Fazenda. Sônia ia ao clube dos negros, gostava na música negra, mas ainda não havia politizado o discurso. “Sueli já falava da necessidade de criarmos um grupo para discutir os problemas específicos da raça, o preconceito, as dificuldades que para nós eram muito maiores”, lembra. 

Sônia Nascimento (Foto: Silvana Martins)Sônia Nascimento (Foto: Silvana Martins)

O raciocínio fazia sentido. Sua mãe ficou viúva aos 22 anos, pôs no colo a caçula de 6 meses, deu a mão para Sônia, então com 1 ano e meio, e as levou a um internato, para ela poder trabalhar. Uma freira ia conduzindo as crianças portão adentro, mas a mulher, arrependida, arrancou as filhas, dizendo: “Elas estarão junto de mim onde eu comer e dormir.”

Empregou-se como cozinheira em um setor da Santa Casa de Misericórdia que abrigava bebês rejeitados pelos pais e criou as filhas ali. Exigia que estudassem muito por acreditar que negras só se emancipam com diploma. Aos 16 anos, Sônia recebeu da mãe folhetos de dois candidatos pretos às eleições. Ouviu: “Não conheço. Mas vamos ajudá-los a ganhar, e eles socorrerão os negros, depois”.

Choro pra valer quando vejo na rua essa garotada linda, com seus cabelos enormes, batendo no peito: ‘Sou preta, sim, com orgulho’. Elas sabem o que querem, andam com a autoestima lá em cima. Eu penso: ‘Tenho parte no empoderamento dessas meninas’

Sônia formou-se em direito. Na Ordem dos Advogados do Brasil entrou na comissão da mulher e ia à periferia dar cursos sobre direitos humanos. Acabou conhecendo o projeto de promotoras legais populares, levou a prática para o Geledés e segue capacitando interessadas em atuar nessa função e em tudo mais que empodera os negos.

O impacto do trabalho do instituto: em 1989 o racismo virou crime passível de prisão. “Muito antes, vínhamos discutimos o que queríamos colocar nesta lei, tentando influenciar deputados”, conta. A criação da primeira delegacia de crimes raciais também tem o dedo do Geledés. O mesmo aconteceu na elaboração do Estatuto Racial (2010) e na criação da Lei das Cotas (2012), que dá aos negros acesso às universidades. “Cotas ainda são muito combatidas. Para nós é questão de honra mantê-las”.

O Portal do Geledés fala recorrentemente delas entre inúmeros outros conteúdos sobre negritude, que são reproduzidos por milhares de blogs, discutidos nas escolas e universidades. “Isso me emociona. É a sensação de dever cumprido”, diz a finalista da categoria Sociedade Civil.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

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Staff real: o time de profissionais que cuidaram de Kate Middleton pós-parto

Ao lado do príncipe William, Kate Middleton deixa o hospital após dar à luz seu terceiro filho (Foto: Reprodução / Instagram)Ao lado do príncipe William, Kate Middleton deixa o hospital após dar à luz seu terceiro filho (Foto: Reprodução / Instagram)

Na manhã da última segunda-feira (23) nasceu o terceiro filho do Príncipe William e Kate Middleton. Como fez após o nascimento de seus dois primeiros bebês, a duquesa de Cambridge saiu da maternidade com o pequeno no colo para uma aparição pública ao lado do marido.

De vestido vermelho e com os cabelos arrumados – apenas 7 horas após dar à luz – Kate surgiu impecável na escadaria do St. Mary’s Hospital, em Londres. E com a imprensa e o público aguardando sua saída, ninguém culpa a duquesa por querer estar bem arrumada. E depois de dar à luz, é claro que Kate não precisou levar uma malinha com uma troca de roupas e uma escova de cabelo para a maternidade. 

Ao lado do príncipe William, Kate Middleton deixa o hospital após dar à luz seu terceiro filho (Foto: Getty Images)Ao lado do príncipe William, Kate Middleton deixa o hospital após dar à luz seu terceiro filho (Foto: Getty Images)

No “time pós-parto”de Kate estão nada menos que quatro profissionais dedicados a cuidar apenas do look da neo mamãe. E perto do nascimento do terceiro bebê do casal, segundo o Daily Mail, os experts geralmente ficam de plantão esperando o parto.

A stylist

Natasha Archer, ex-assistente pessoal de Kate e hoje sua stylist, é a responsável por vários look icônicos da duquesa. A especialista foi vista saindo do hospital onde Kate deu à luz por volta das 10h da manhã do dia em que o terceiro bebê real nasceu – presumidamente para deixar o vestido vermelho e de gola peter pan que Kate usou para sua primeira aparição com o filho. Archer também foi quem escolheu o vestido azul de bolinhas brancas usado por Kate após o nascimento do primeiro filho, em 2013.

A cabelereira

Conhecida pelos longos fios com pontas onduladas, Catherine conta com a ajuda da cabeleireira Amando Cook Tucker para cuidar de suas madeixas. A personal hairstylist trabalha com Kate desde 2012 e cuidou dos cabelos da duquesa depois do nascimento de George e Charlotte. Segundo o Daily Mail, a profissional recebe 300 libras – por volta de R$2400 – (além de custos de viagem) por escova. Cook Tucker também acompanha a família real em viagens oficiais

Kate Middleton com o terceiro filho (Foto: Getty)Kate Middleton com o terceiro filho (Foto: Getty)

A maquiadora

Quando o assunto é beleza, Kate sempre opta por um look mais básico. E mesmo que Kate tenha feito a própria maquiagem no dia do seu casamento, em 2011, a neomamãe não dispensou a ajuda de um profissional nesta semana. Mesmo que sem uma confirmação oficial, a revista People suspeita que a maquiadora londrina Arabella Preston – que já trabalhou com Kate inúmeras vezes – tenha sido chamada para cuidar do rosto da duquesa após o parto.

A babá

Ainda que não responsável pelo look de Kate, a babá real é ajuda fundamental para a duquesa e o Príncipe William – que deixaram os pequenos George e Charlotte em casa para irem para a maternidade. Nanny Maria – como é conhecida a espanhola Maria Borallo – faz parte da equipe fixa do Palácio de Kensington e foi contratada pessoalmente por Kate e William em 2013, alguns meses antes do nascimento do Príncipe George.

Maria Borallo. a babá real, com o Príncipe George (Foto: Getty)Maria Borallo. a babá real, com o Príncipe George (Foto: Getty)

Graduada pela Norland College, na Inglaterra – uma das escolas para babás e caretakers mais prestigiadas do país – Maria Borallo já cuidou de muitas crianças da aristocracia britânica. A babá é treinada em artes marciais e defesa pessoal além de saber técnicas de direção em alta velocidade para fugir de paparazzi.

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Saiba como as musas das escolas de samba se preparam para o Carnaval

escola-de-samba-3Quitéria Chagas conta como se prepara para o Carnaval (Foto: Divulgação)

O Carnaval ainda parece longe, mas é um fato que as principais musas das escolas de sambas estão trabalhando duro para ficarem com o corpo em dia para desfilarem na Sapucaí. Pode parecer fácil colocar um salto alto e sambar por toda a avenida, mas a verdade é que os destaques do Carnaval carioca passam meses cuidando do corpo, da alimentação e da pele para arrasarem no dia do desfile e fazerem bonito com o samba no pé.

Por isso, Marie Claire revela agora alguns dos principais segredos de beleza das passistas das escolas de samba do Rio de Janeiro, confira:

Quitéria Chagas, Escola Império Serrano
Depois de três anos afastada, Quitéria volta para a Avenida depois de se tornar mãe. Ela, que é estudante de psicologia e doula, chegou a pesar 90kg durante a gravidez, mas perdeu 40kg em um ano e se prepara para fazer o seu retorno na Sapucaí. “Tinha resolvido parar com o Carnaval, mas é uma paixão e depois de ter recebido o convite para voltar, aceitei na hora! Emagreci bastante, estou com meu corpo da adolescência e estou fazendo tratamentos estéticos com a Mara Martins, do Studio Carminati, unindo a musculação e a uma dieta balanceada”.  Dentre os tratamentos escolhidos, estão a radiofrequência e a carboxiterapia, que promove a oxigenação da pele.

Amanda Pinheiro, Estação Primeira de Mangueira
Musa da escola há 3 anos, Amanda alterna exercícios físicos com musculação, além de uma dieta regrada e tratamentos estéticos na Clínica Vidhera. “Gosto de me cuidar, malho e faço dieta com acompanhamento da minha nutri, sempre carrego minha marmitinha com comida para não correr o risco de comer algum alimento que saia da dieta. Amo pegar sol e sempre vou à praia. Estou fazendo tratamentos estéticos na Vidhera e malho todos os dias. Também sou muito vaidosa e toda semana faço hidratação nos cabelos, para os fios ficarem bem lindos para o dia do desfile”.

Raíssa de Oliveira, Beija-Flor
A rainha de bateria da Beija-Flor não dá descanso para os cuidados com o corpo. Ela faz exercícios todos os dias e se preocupa com a sua alimentação sempre. “Eu faço muitos tratamentos estéticos, adoro drenagem, mantas e como sou viciada nesses tratamentos, eu vejo resultado imediato! Eu também sou bem preocupada com a alimentação, mas não privo de comer o que quero. Mas agora a minha dieta está intensa e bem radical. O que me preocupo próximo ao Carnaval é com o bronzeamento, estou fazendo o bronzeamento com fitinha na laje, pois gosto de ficar bem bronzeada”.

A esteticista Cristiane Boneta, dá mais detalhes sobre os tratamentos que Raíssa faz: “Faço massagem modeladora, corrente russa e radiofrequência, para estimular colágeno e manter a pele mais firme. Além disso, a Raíssa também é adepta a uma novidade, a ortodetox, um tratamento que mistura detox e medicina ortomolecular”.

Bianca Salgueiro, Acadêmicos do Salgueiro
Dentre as práticas escolhidas pela musa do Carnaval, estão o spinning e a musculação. Tudo para manter as curvas em forma. “Não faço dieta! Me alimento super bem parar estar disposta e com gás parar encarar a Sapucaí!”, diz ela, que, no entanto, investe em massagens modeladoras, drenagens linfáticas e massoterapia, que ajuda na eliminação da gordura localizada.

Erica Paes, Grande Rio
Prestes a estrear na televisão na novela A Força do Querer, da Globo, a lutadora de MMA alterou um pouco a sua rotina para ser um dos destaques do quinto carro alegórico da escola de samba. “Toda semana faço ultracavitação, endermo, massagem modeladora e drenagem linfática, para redução de medidas para tirar retenção de líquidos e para modelar o corpo”, explica ela.

Além disso, ela alterou bastante a sua alimentação, principalmente porque está longe das lutas e percebeu uma necessidade de prestar mais atenção ao que come. “Atualmente, por estar afastada dos octógonos, e por estar na nova novela meu médico, Dr. Márcio Tannure, e minha nutróloga, Dra. Lia Correia, modificaram minha suplementação e minha alimentação. Há cinco meses sigo a dieta paleolítica”. Além disso, ela preparou toda uma rotina pré-desfile para arrasar na Sapucaí. “Darei tudo de mim para sair campeã. Farei desidratação por dia que é um procedimento de atleta, no qual não tomamos água normal e, sim, água destilada e entrarei na dieta vegana. Entrarei na Marques de Sapucaí da mesma forma que subo no octógono… Focada na vitória!”.

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Por mais inclusão, escolas britânicas adotam política de uniforme sem gênero

A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)

A fim de tornar o ambiente escolar um espaço mais inclusivo, 80 escolas estaduais – 40 delas voltadas ao ensino primário – do Reino Unido decidiram adotar políticas de uniforme sem gênero. A ideia é que as crianças escolham a roupa com a qual se sentem mais confortáveis.

Enquanto algumas instituições de ensino reformularam as peças para evitar qualquer distinção de gênero, outras passaram a permitir que os alunos escolham o uniforme de acordo com o gênero com o qual se identificam.

De acordo com um porta-voz do Departamento de Educação (DfE, na sigla em inglês), as mudanças não foram impostas pelo governo, mas a intenção é estimular políticas públicas que tornem as escolas mais inclusivas.

“O dinheiro que temos alocado hoje é especificamente direcionado ao combate do bullying homofóbico nas escolas, garantindo que as crianças não tenham suas vidas arruinadas por nenhum tipo de assédio moral e possam assim atingir seu pleno potencial”, disse o responsável em entrevista ao Mashable.

A escola Allens Croft Primary School, em Birmingham, que recebeu 200 mil libras em subsídio do DfE foi uma das primeiras a implementar os uniformes ‘genderless’ e permitir que meninos possam usar saias e meninas se sintam confortáveis com calças. “A inclusão dos transgêneros é extremamente importante pra nós”, disse a diretora Paula Weaver.

Um porta-voz da organização LGBTQ Stonewall descreveu a mudança como “encorajadora”. “Apoiamos todos os esforços direcionados às questões de gênero para que os jovens se sintam felizes e aceitos nas escolas. Nenhuma pessoa trans deveria ser obrigada a se apresentar de maneira desconfortável. Quando isso acontece, pode ser profundamente prejudicial.”


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Por mais inclusão, escolas britânicas adotam política de uniforme sem gênero

A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)A ideia é que os alunos se sintam confortáveis para escolher o uniforme que desejam usar (Foto: Thinkstock)

A fim de tornar o ambiente escolar um espaço mais inclusivo, 80 escolas estaduais – 40 delas voltadas ao ensino primário – do Reino Unido decidiram adotar políticas de uniforme sem gênero. A ideia é que as crianças escolham a roupa com a qual se sentem mais confortáveis.

Enquanto algumas instituições de ensino reformularam as peças para evitar qualquer distinção de gênero, outras passaram a permitir que os alunos escolham o uniforme de acordo com o gênero com o qual se identificam.

De acordo com um porta-voz do Departamento de Educação (DfE, na sigla em inglês), as mudanças não foram impostas pelo governo, mas a intenção é estimular políticas públicas que tornem as escolas mais inclusivas.

“O dinheiro que temos alocado hoje é especificamente direcionado ao combate do bullying homofóbico nas escolas, garantindo que as crianças não tenham suas vidas arruinadas por nenhum tipo de assédio moral e possam assim atingir seu pleno potencial”, disse o responsável em entrevista ao Mashable.

A escola Allens Croft Primary School, em Birmingham, que recebeu 200 mil libras em subsídio do DfE foi uma das primeiras a implementar os uniformes ‘genderless’ e permitir que meninos possam usar saias e meninas se sintam confortáveis com calças. “A inclusão dos transgêneros é extremamente importante pra nós”, disse a diretora Paula Weaver.

Um porta-voz da organização LGBTQ Stonewall descreveu a mudança como “encorajadora”. “Apoiamos todos os esforços direcionados às questões de gênero para que os jovens se sintam felizes e aceitos nas escolas. Nenhuma pessoa trans deveria ser obrigada a se apresentar de maneira desconfortável. Quando isso acontece, pode ser profundamente prejudicial.”


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