Samantha Schmütz desabafa no Instagram após eliminação no PopStar

Samantha Schmutz (Foto: Danilo Borges)Samantha Schmutz (Foto: Danilo Borges)

Samantha Schmutz foi eliminada do programa PopStar, da TV Globo, neste domingo (11). Na primeira rodada do reality show, a atriz apresentou a música Get Up Stand Up, de Bob Marley e foi muito elogiada.

Na segunda rodada, Samantha também surpreendeu ao homenagear Michael Jackson com Billie Jean. Mas a apresentação não convenceu o telespectador e a atriz não garantiu uma vaga na final do reality show e foi eliminada com Lua Blanco e Jonathan Azevedo.

Em seu perfil no Instagram, a atriz desabafou e mandou um recado aos internautas por meio de um comentário feito por um fã. “Não, não foi por razões políticas… Foi por hipocrisia mesmo. O povo sempre pede por autenticidade, mas quando a pessoa é autêntica de um jeito que não agrada a todos, ela é massacrada pela crítica. A ‘falta de humildade’ em questão de talento nada mais é do que uma puta autoestima da porra. Quantas vezes ouvimos os técnicos criticarem outros candidatos dizendo que eles estavam muito travados, introspectivos? Daí quando vem a Samantha, com a segurança dela, com a autoestima dela, sendo o que ela quer ser e não o que esperam que ela seja, claro que incomoda”, escreveu o internauta.

Samantha Schmutz (Foto: Reprodução / Instagram)Samantha Schmutz (Foto: Reprodução / Instagram)

Que continuou: “Logo no começo da temporada ela teve que ouvir um ‘esperava ver mais Samantha…’ de alguém que visivelmente não a conhecia. Esse foi exatamente o reflexo do público, que também não a conhecia. Pelo visto, muitos não gostaram do que viram. É um direito de todos… é vida que segue. Assim como é um direito da Samantha responder ‘mas essa sou eu’ cada vez que for questionada sobre o quanto ela poderia ser diferente. Boa sorte nos seus novos desafios, Samantha. Seu talento é inquestionável, até mesmo para os que dizem que falta humildade. E sim, seja você mesma… do jeito que você quiser ser”.

“O resumo perfeito do que aconteceu comigo no PopStar pelo olhar de um fã. Você disse tudo. No Brasil, autoestima é ofensa!”, finalizou a atriz no Instagram em uma publicação feita na madrugada desta segunda-feira (12).

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Joanna Maranhão desabafa 10 anos após ser processada por acusado de abuso

Joanna Maranhão (Foto: Reprodução / Instagram)Joanna Maranhão (Foto: Reprodução / Instagram)

Ao completar 10 anos da data em que foi processada pelo homem que a abusou sexualmente,  a atleta Joanna Maranhão desabafou sobre o caso em seu perfil no Instagram na tarde de hoje.

“Há 10 anos eu trazia a público uma história que, infelizmente, não é apenas minha. Fui processada pelo meu abusador porque aos 21 o crime já havia prescrito, ele perdeu TODOS os recursos”, escreveu a atleta na rede social.

“Ele não foi preso, porém, em nome de todas as vítimas que queriam apenas desenvolver sua capacidade na piscina, sigo ressignificando nossa história na esperança de que, um dia, isso tudo seja apenas uma página triste na história da humanidade”, disse.

Joanna foi vítima de abusos sexuais desde os 9 anos de idade. O agressor — um conhecido técnico de natação de Recife, era amigo da família de Joanna e seu treinador. A história dos abusos veio à tona em 2008, quando a nadadora, ao explicar o baixo rendimento, comentou a dor que sentia ao reviver o passado na terapia.

“Enquanto vocês leem esse post, alguma criança tá sendo vítima de abuso sexual. E como adulta que viveu essa experiência, vos digo que: é um desafio constante permanecer em equilíbrio. Façam algo, conversem abertamente com seus filhos, sobrinhos, alunos, etc. A todos que abrem suas portas para a necessária mensagem: gratidão. Seguimos nossa missão”, finalizou.

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Mariana Weickert sobre dificuldade na amamentação: “Me senti a pior das mães”

Top e saia Chanel (Foto: Gil Inoue)Top e saia Chanel (Foto: Gil Inoue)

Theresa nasceu dois dias depois do aniversário de 36 anos de Mariana Weickert, no dia 19 de fevereiro de 2018, em um parto natural em um hospital de São Paulo. “Estou vivendo o melhor momento da minha vida. Olho para ela e penso como a maternidade pode ser tão linda e absurda, como o amor que sinto é imenso. Tudo parece encaixado. Não tive depressão pós-parto, meu casamento vai bem. Se tivesse adiantado o plano de ser mãe, talvez não estivesse pronta para viver isso com a entrega que tenho hoje. Claro que não tenho mais a energia dos 20 anos para correr atrás de criança, o corpo volta mais devagar… Mas quer saber? Não estou nem aí.”

VIDA REAL
Ainda atenta ao vaivém da bombinha, Mari detalha os primeiros momentos da vida com a pequena. “O parto foi lindo, natural, mas tive muitos, muitos problemas para amamentar.” Explica que a menina nasceu com sucção imatura e no terceiro dia de vida começou a tomar o leite materno – e o industrializado – na mamadeira. “A amamentação foi minha primeira frustração da maternidade”, afirma. “Todo mundo diz que é a coisa mais maravilhosa que existe. Não é. É foda. Me senti a pior das mães, um monstro, porque não tinha leite o suficiente para minha filha”, desabafa. “Quando me entregaram Theresa na maternidade, senti um enorme senso de responsabilidade. Fiquei  tão tensa com essa história do leite que não consegui curti-la. Ficava plugada na máquina de ordenha, não dava banho nem trocava fralda.”

Foi a babá, Nilza, quem a ajudou. “Quando a nenê tinha duas semanas, ela me disse: ‘Viva tua filha’. Aquilo me impactou. No dia seguinte, a agarrei. Foi ali que comecei… [chora]. O amor é uma construção. Para mim, não foi avassalador no primeiro dia”, explica. “Com o tempo, me permiti errar. Hoje, cada minuto que ela passa no meu peito é uma vitória. Tento produzir a maior quantidade possível, dou o meu melhor”, diz, com a mamadeira cheia de leite nas mãos. “Pode até não ser suficiente, mas é tudo o que posso dar.”

Trench coat Burberry (Foto: Gil Inoue)Trench coat Burberry (Foto: Gil Inoue)Mari Weickert e Theresa na casa da apresentadora, no Rio de Janeiro, onde aconteceu a sessão de fotos para Marie Claire (Parca à La Garçonne, Body Hope) (Foto: Gil Inoue)Mari Weickert e Theresa na casa da apresentadora, no Rio de Janeiro, onde aconteceu a sessão de fotos para Marie Claire (Parca à La Garçonne, Body Hope) (Foto: Gil Inoue)Vestido Dolce & Gabbana (Foto: Gil Inoue)Vestido Dolce & Gabbana (Foto: Gil Inoue)

Edição de moda Larissa Lucchese / Produção-executiva Vandeca Zimmermann / Beleza: Daniel Hernandez (MLages) com produtos Chanel (Maquiagem) e Redken (Cabelo) / Styling: André Puertas / Assistente de beleza: Otávio Almeida / Assistentes de fotografia: Shopia Linares, Renato Gonçalves e Paulo Pompeia / Tratamento de imagem: Bruno Rezende

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Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

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Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

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Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

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