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Entenda o lúpus, doença que fez Selena Gomez dar um tempo na carreira

Selena Gomez: cantora de 24 anos fará pausa na carreira por sofrer com depressão e ansiedade (Foto: Reprodução/Instagram)Selena Gomez: cantora de 24 anos fará pausa na carreira por sofrer com depressão e ansiedade (Foto: Reprodução/Instagram)

A cantora americana Selena Gomez revelou nesta terça-feira que fará uma pausa em sua carreira. À revista “People”, ela disse estar enfrentando depressão, ansiedade e crises de pânico como consequência do lúpus, doença com a qual foi diagnosticada há alguns anos. “Quero ser proativa e manter o foco na minha saúde e felicidade, e decidi que o melhor caminho é dar um tempo”, declarou.


Embora a doença de Selena tenha se tornado pública há dois anos, a decisão da cantora surpreendeu a todos. Afinal, ela está em meio a uma turnê bem sucedida e fazendo uma série de shows com energia e aparência, a princípio, saudáveis.


No entanto, o lúpus é uma doença sem cura (embora controlável) e pode provocar sintomas que afetam a aparência – como lesões na pele e inchaço – e que prejudicam a disposição física do paciente. Diante disso, é compreensível que o diagnóstico contribua com o surgimento de problemas psicológicos nas pessoas afetadas, especialmente em uma artista de apenas 24 anos que está em constante exposição.

Selena Gomez em foto de bastidores de sua turnê, Selena Gomez em foto de bastidores de sua turnê, “Revival Tour” (Foto: Reprodução/Instagram)

O lúpus é uma doença autoimune e acontece quando os anticorpos de uma pessoa passam a atacar o próprio organismo. Ainda não está claro por que isso acontece, mas o que se sabe é que o problema atinge principalmente mulheres jovens, entre 15 e 45 anos de idade – caso de Selena Gomez.


Essa doença pode se manifestar de diversas formas e afetar órgãos e sistemas diferentes dependendo do paciente: articulações, pele, pulmão, rins ou sistema nervoso, por exemplo. Por isso, as consequências do lúpus – e a sua gravidade – nunca são iguais. “O lúpus é como uma cor que possui várias tonalidades diferentes”, explica Edgard Torres Neto, reumatologista do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo.


Entre os sintomas mais comuns do lúpus estão dores e inchaço nas articulações, como as das mãos ou joelhos, cansaço, febre, lesões na pele provocadas pela radiação solar e vermelhidão nas bochechas. A doença é tratada com medicamentos imunossupressores e, dependendo do caso, corticoides. A dose dos remédios e o tempo de tratamento varia de acordo com a gravidade do caso, assim como seus efeitos adversos, que podem incluir danos à retina e ao fígado, menopausa precoce, infertilidade, ganho de peso e aumento do colesterol.

Selena Gomez diz que suas crises de ansiedade e pânico são consequências do lúpus (Foto: Reprodução/Instagram)Selena Gomez diz que suas crises de ansiedade e pânico são consequências do lúpus (Foto: Reprodução/Instagram)

Segundo Edgard Neto, é muito raro que o lúpus cause diretamente problemas psicológicos como os sofridos por Selena Gomez. Isso só acontece em alguns casos em que a doença ataca o sistema nervoso central, mas é extremamente incomum e não parece ser o caso da cantora, embora pouco se saiba sobre seu quadro de saúde.


Ainda assim, é compreensível que as consequências do diagnóstico e do tratamento mexam com o psicológico dos pacientes. “Pessoas costumam ter dificuldades em enfrentar o diagnóstico de uma doença crônica. Além disso, o lúpus pode impactar a vida prática do paciente, especialmente de mulheres jovens que querem crescer profissionalmente, viajar, namorar”, diz o reumatologista. “A condição pode causar lesões na pele que são visíveis e ajudam a estigmatizar o problema, além de exigir remédios que podem levar ao aumento de peso, por exemplo.”


Segundo o médico, porém, entre 90% e 95% dos pacientes com lúpus que seguem o tratamento corretamente tem uma sobrevida e consegue levar uma vida normal – podendo constituir família, trabalhar e viajar. “Eles apenas precisam controlar a saúde, tomar remédios e frequentar médicos, como portadores de qualquer outra doença crônica”.


No início de agosto, a equipe de Selena Gomez havia confirmado quatro shows da cantora no Brasil em dezembro, como parte de sua turnê atual. Ainda não se sabe se as apresentações serão canceladas. Até a tarde desta quarta-feira, a página do site da artista com as datas dos próximos shows não exibia nenhuma informação.

Selena Gomez durante turnê em Toronto, Canadá (Foto: Reprodução/Instagram)Selena Gomez durante turnê em Toronto, Canadá (Foto: Reprodução/Instagram)

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Maju Coutinho revela já ter sofrido assédio de entrevistado: “Confundem elogio com cantada”

Maju Coutinho (Foto: Divulgação TV Globo)Maju Coutinho (Foto: Divulgação TV Globo)

À frente da previsão do tempo no “Jornal Nacional”, Maria Júlia Coutinho ganhou visibilidade nacional e se tornou inspiração para muitas mulheres que aspiram sucesso profissional. Convidada para palestrar na primeira edição do Congresso Nacional de Liderança Feminina da ABRH-SP, que discutiu, nesta quinta (23), novas ações pela igualdade de gênero no mundo corporativo, Maju falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no trabalho e aproveitou para pedir mudança.

 

A descoberta do jornalismo se deu depois de um teste vocacional na adolescência. Mas na infância ela já revelava talento para a reportagem. “Eu apresentava trabalho de escola em formato de Jornal Nacional”, contou diante de uma plateia majoritariamente feminina.

 

Durante a faculdade de comunicação, em 2003, uma amiga a convidou para um estágio na TV Cultura. “Eu não ganharia nada, mas decidi encarar”, disse. Foi lá que ela teve a primeira experiência diante das câmeras. “Passei por todas as etapas do jornalismo. Mas às vezes faltava uma repórter e me colocavam para fazer sonora, que nada mais é do que uma entrevista onde o jornalista não aparece. Só dava pra ver a minha mão no vídeo. E minha mãe dizia toda orgulhosa: ‘Olha a mão da minha filha’”, contou.

 

Apaixonada pelo ofício, ela decidiu que precisava ter atitude e correr atrás do que sonhava ser. A determinação, aliás, foi fundamental para que ela alçasse voos cada vez mais altos. “Eu achava que levava jeito e espus pro meu chefe a minha vontade de ser repórter. Deu certo. Quando avalio a minha carreira até aqui, vejo que sempre deixei muito claro o que queria. Nem sempre sou bem-recebida, mas costumo me colocar.”

 

Em 2007, ela conseguiu uma vaga temporária na TV Globo, que acabou se tornando efetiva. Desde então, só agrega novas experiências e desafios ao currículo de jornalista.

 

ATITUDE FEMININA
Destemida, Maju não mede esforços para conquistar seus objetivos. “Não é fácil ser assim, às vezes, soa como loucura, ousadia. Mas minha mãe costuma dizer que essa postura foi fundamental para o meu crescimento na carreira. Apontar o caminho que eu desejava foi muito importante.”

 

Na contramão das pesquisas, ela garante nunca ter enfrentado algum impedimento na profissão por ser mulher. “Mas acho que isso se deve ao fato de as redações estarem tomadas por mulheres”, avalia.

 

Mas como nem tudo são flores, ela aponta para um cenário problemático que espera ver mudar em breve. “Por que ainda não vermos nenhuma mulher com mais de 50 anos em uma bancada de telejornal?”, questiona. “Parece que isso ainda incomoda. Por que só homem pode ser grisalho, barrigudo e ter rugas, enquanto a gente tem que atender à exigência da juventude e dos padrões de beleza? E a experiência que temos? Isso me incomoda e acontece de modo geral, em todas as emissoras. É uma cultura que eu espero que mude.”

 

#?jornalistascontraoassédio?
Atenta às redes sociais, Maju acompanhou recentemente a repercussão sobre a acusação de assédio feita por uma ex-jornalista do Portal IG contra o cantor MC Biel. O caso gerou uma forte campanha nas redes, que circulou com a hashtag #?jornalistascontraoassédio?.

 

“Nunca passei por assédio na redação, mas já enfrentei situações indelicadas com entrevistados que acham que podem ser indiscretos e confundem elogio com cantada”, contou. “Acho fundamental esse tipo de campanha. A partir do momento que jogamos luz sobre isso, estimulamos os homens a pensarem sobre o assunto”, disse se referindo também ao movimento #HeForShe (Eles por elas), da ONU Mulheres.

 

“Eles precisam se tornar nossos aliados para entenderem quando é elogio, quando é assédio, quando estão machucando e quando estamos dizendo ‘não’. Todo mundo precisa se engajar nessa causa.”

 

Ainda sobre desigualdade de gênero no mercado de trabalho, Maju aponta para outra adversidade que precisa ser superada. “Para mim, o maior problema que a gente ainda enfrenta como um todo é a questão do salário dieferenciado pelo sexo. As mulheres ainda não ganham igual aos homens e isso é uma enorme desigualdade.”

 

RACISMO
Quase um ano após ter sido alvo de comentários racistas nas redes sociais, Maju conta ter recebido muito apoio dos colegas para enfrentar o episódio e concluiu ter visto “o tiro sair pela culatra”. Segundo ela, o que a ajudou a encarar a situação com serenidade e força foi o ensinamento dos pais e as experiências da infância.

 

“Sou uma mulher negra e cresci sabendo como é ser negra e enfrentar preconceitos. Quando eu era criança, passei por muitas situações de racismo. Mas meus pais, que eram muito conscientes, não deixaram que aquilo que me arrasava na infância continuasse me arrasando quando adulta. Eles me ensinaram a valorizar a raça negra, a identificar nossas qualidades e a notar onde temos deficiência por falta de oportunidade. Assim me preparei para enfrentar situações como essa”, conta. “Foi um momento muito difícil pra minha família. Apesar de eu ter achado um absurdo, me mantive forte e serena. Mas foi como um linchamento em praça pública.”

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