Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

Meus filhos não sabiam de nada. Eles liam sobre a infecção na mídia e eu falava que era mentira, queria protegê-los. Meu filho mais velho estava na fase de prestar vestibular, não queria prejudicá-lo. O caçula foi morar com o pai, Frank Aguiar, quando fui internada pela primeira vez. Já a filha do meu ex foi morar com a mãe, nos Estados Unidos.

Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Renata Banhara desabafa: “Meu marido me tirou do convênio por crueldade”

Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara fica sem convênio durante tratamento médico (Foto: Acervo pessoal)

Eu era casada e estávamos juntos desde 2012. Meu ex-marido foi um excelente companheiro e antes da minha doença a gente nunca brigava. Ele é politizado, estudado, muito fino e éramos uma família feliz: eu, ele, meus dois filhos e a  filha dele.

No final de 2015, comecei a sentir fortes dores de cabeça, até que em fevereiro de 2016, meu rosto derreteu, ficou deformado. Fui a um hospital e disseram que era uma alergia. Só em abril, no hospital Albert Einstein, após passar por diversos patologistas, fui diagnosticada com uma infecção generalizada causada por uma bactéria que estava alojada no dente.

Descobriram que um canal que fiz carregava uma infecção de bactérias há 7 anos. Ela se iniciou na raiz desse dente e ficou alojada no maxilar. Tem uma corrente de oxigenação que leva tudo para a cabeça, perto do cérebro, e levou as bactérias para todo lado.

Fui internada em estado gravíssimo e logo operaram o lado direito. No mesmo final de semana, o lado esquerdo da cabeça e o joelho também passaram por cirurgia. Essa bactéria gosta das juntas do corpo, então tive que fazer várias punções. No ano seguinte, foram idas e vindas do hospital, mas eu ia sozinha, de Uber. Minhas idas ao hospital eram tidas como frescura pelo meu ex-marido.

Fui operada às pressas e, quando voltei para casa, a primeira coisa que meu então marido fez foi jogar todos os remédios fora e dizer que eu não tinha nada. “Inclusive, estou com fome. Quero jantar”, disse ele em seguida. E eu fui para o fogão totalmente anestesiada. Fiz uma sopa para ele, levei na bandeja, com um guardanapo. Quando deitei na cama, ele falou: “Você não vai fazer comida para o seu filho?”. Voltei e fiz de novo. Ovos mexidos e pipoca.

Não comi, não jantei e deitei. Só estou tendo consciência disso agora, porque nunca falei para ninguém. Era eu que precisava de um banho, medicações e comida.

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Minha doença matou a relação. Ele casou com a Renata Banhara que era útil para a filha dele, nas funções do lar, e nas questões femininas para a sobrevivência dele.

Os abusos eram de todos os tipos. Ele abriu as janelas e falou: “Pula”. Não encostou em mim, só falou para pular. “Você está muito triste”, ele dizia. Antes disso, me consultei com uma psiquiatra. As dores que eu sentia eram tantas que eu queria ir embora, mas não era um caso típico de suícidio.

Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)Renata Banhara e o rosto inchado durante processos inflamatórios da infecção no rosto (Foto: Acervo pessoal)

A psiquiatra explicou: como a dor era muito forte, nem os calmantes davam conta, era só o desejo de acabar com isso. Depois de mais de três meses com dor, o ser humano corta os neurotransmissores, a serotonina, toda a anfetamina, toda a alegria. Seu cérebro fica preto.

Eu me culpei muito por estar feia, deformada e por ter engordado, mas, quando não estava no hospital, colocava um pijaminha bonito, um brinquinho e fazia as tarefas do lar mesmo com a dor. Olho para trás e vejo que fui vítima de uma grande violência psicológica.

Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)Renata em uma das internações no hospital Albert Einstein (Foto: Acervo pessoal)

No começo de 2018, fiquei sabendo por meio de funcionários da nossa casa que, quando eu ficava internada, ele levava uma outra mulher para lá. Eu não culpo a menina.

Depois de uns dias com o coração apertado, olhei nos olhos dele e contei que sabia. Em seguida, ele me deu um soco. Meu filho mais velho estava em casa e me protegeu das agressões. Foi ali que decidi me separar.

Meu ex-marido me tirou do convênio em um ato de crueldade

Descobri em janeiro de 2018, quando fui ao hospital, depois que ele me bateu. Primeiro passei no IML e segui para o pronto socorro, foi aí que avisaram que o convênio tinha sido cortado.

O SUS me atende normal: hospitais cheios e médicos tentando fazer milagre. São clínicos gerais que não atendem meu caso específico, mas me dão paliativos. A primeira vez que fui no pronto-socorro, um monte de gente postou na internet que meu lugar não era ali. Mas meu lugar é ali, sim. Estou desempregada, sem convênio e doente, tenho direito.

Tomo antibióticos, corticóides e calmantes. Tem muito líquido de 2015 para sair ainda, mas as bactérias estão voltando. O lado esquerdo do meu rosto está totalmente concretado. Fiquei com fibromialgia e tenho fortes crises de dor.

Eu sou ativista contra a violência doméstica há muitos anos, mas eu esqueci do principal: o 180. A violência psicológica é muito mais grave que a física. Minha violência física durou 1h40, a psicológica já dura há mais de dois anos e eu nunca vou esquecer. Aos 43 anos, sempre falando sobre violência, esqueci o principal: procurar ajuda.

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Como usar a moda futurista

O ensaio a seguir remete a uma discussão iniciada na década de 60 pelo designer francês André Courrèges. Contagiado pela Space Age e pela chegada do homem à Lua, em 16 de julho de 1969, entendeu que a percepção do futuro começava naquele momento e iria muito além da ciência. Seria traduzido em mudanças abruptas no modo de vestir da mulher daquele período. Assim, saias de PVC, vestidos repletos de recortes geométricos e botas go-go passaram a integrar o guarda-roupa feminino.

Quase seis décadas depois do feito, o assunto continua fascinante. O homem segue se aventurando em missões espaciais grandiosas – que o diga o Tesla Roadster enviado a Marte no último mês de fevereiro. A moda, por sua vez, pega carona nessas expedições e em tudo que remete à tecnologia, no uso tanto da paleta de cores metálicas como de matérias-primas inteligentes.

Do plástico substituindo o clássico tweed na passarela da Chanel de Karl Lagerfeld à crença de Alessandro Michele, da Gucci, de que o novo mesmo é viver de nostalgia, há inúmeras previsões do que será a moda do próximo século. Defensora máxima dos materiais ecologicamente corretos – e do fim definitivo de qualquer produto de origem animal –, Stella McCartney talvez seja a dona da bandeira que realmente funcionará como divisora de águas no planeta fashion. Ou, ainda, a alçada por Demna Gvasalia, estilista da Vetements, em que a rua é que determina o que será visto na passarela. Independentemente de sua crença ou do estilista do coração, o estilo de vida da mulher futurista usa materiais hightech, preocupa-se com a questão do lixo e questiona o consumismo. Boa viagem!

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT)) (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

Parca Felipe Fanaia, R$ 1.290. Vestido Adriana Degreas, R$ 14.000. Chapéu Rosner & Pessagno, R$ 2.800. Anel Gucci, R$ 1.550. Tênis Louis Vuitton, R$ 4.300

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT)) (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

Do lado esq., casaco Morena Rosa, R$ 1.000. Macacão Daura, R$ 849. Máscara acervo. Pochete Melissa, R$ 180. Botas Corcel.shop, R$ 1.200. Na outra pág., vestido, a partir de R$ 19.040, sobre macaquinho, a partir de R$ 9.870, capuz, a partir de R$ 3.280, e colar, a partir de R$ 15.060, Chanel

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT)) (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

Macacão Dimy, R$ 3.850. Óculos RVS para Visionari, R$ 3.300. Pulseira de mão Gucci, R$ 9.560. Tênis Louis Vuitton, R$ 4.300

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT)) (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

Vestido Rocio Canvas, R$ 759. Maiô Adriana Degreas, R$ 890. Chapéu, a partir de R$ 4.990, e luvas, a partir de R$ 4.390, Chanel. Botas Corcel.shop, R$ 1.200

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT)) (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

A esq., Colete, R$ 50.500, e calça, R$ 4.550, Louis Vuitton. A dir.,vestido Rober Dognani,
R$ 4.800. Meias Lupo, R$ 36. Tênis Louis Vuitton, R$ 4.300

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))(Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

Blusa, R$ 711, e calça, R$ 858, Molett. Pulseira de mão Gucci, R$ 7.080.

Moda Futuro (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT)) (Foto: Gustavo Zylbersztajn (SD MGMT))

Capa Reinaldo Lourenço, R$ 9.800. Terno, R$ 10.800, camisa, R$ 1.950, saia, R$ 4.900, calça, R$ 5.800, e gravata, R$ 1.350, Dolce & Gabbana. Braceletes Chanel, a partir de R$ 4.490. Bolsa Wish Me Luck, R$ 998. Tênis Louis Vuitton, R$ 4.300

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Mistura fina: Estampas indianas, artesanato nacional invadem apê

Ana na cadeira Charles Eames, ao lado da mesa da marcenaria Baraúna e de vasos da Selvvva (Foto: Christian Maldonado)Ana na cadeira Charles Eames, ao lado da mesa da marcenaria Baraúna e de vasos da Selvvva (Foto: Christian Maldonado)

Pouco antes de se mudar com as irmãs, Thais e Lia, de Andradina, no interior de São Paulo, para a capital, há dez anos, Ana Carranca foi visitar a Ásia. Para forrar os móveis da casa nova, comprou os ikat (técnica em que os fios são tingidos antes de virarem tecido) mais bonitos que encontrou pela Indonésia. Mas, quando entrou no apartamento de 185 metros quadrados na Rua Oscar Freire, vitrine das principais grifes internacionais, desistiu de vestir almofadas e decidiu fazer roupas. Estava criada a Cru Ateliê, loja virtual com peças que combinam a expertise dos artesãos indianos com o design contemporâneo feito no Brasil. “Minha marca tem total conexão com o estilo da minha casa”, diz Ana Carranca, hoje com 30 anos.

A sala com móveis Vintage (Foto: Christian Maldonado)A sala com móveis Vintage (Foto: Christian Maldonado)Detalhe da entrada (Foto: Christian Maldonado)Detalhe da entrada (Foto: Christian Maldonado)

Para entender melhor esse conceito, basta entrar no lavabo do apartamento onde Ana vive e secar as mãos com panos azuis e verdes usados para fazer quimonos; ou deparar, no closet, com o sari indiano que virou duas calças. Como em sua moda, motivos asiáticos, artesanato e toques de brasilidade estão por todos os cantos do imóvel, construído nos anos 70. Isso quer dizer que uma imagem de Iemanjá comprada em Trancoso nas últimas férias pode dividir o quarto com um quadrinho kitsch que estampa o desenho de um bebê shiva. “Adoro objetos de gosto duvidoso.” A caixa de som toca Caetano Veloso no ambiente enfeitado com a foto de uma paisagem que ela mesma fez no Butão. “Não sou dessas que acham que tudo em um único tom faz um item vermelho acender”, diz. Ao contrário. “Quanto mais misturo estampas e cores, mais as coisas se destacam na decoração.”

Mesa de jantar com tronco dos anos 70 (Foto: Christian Maldonado)Mesa de jantar com tronco dos anos 70 (Foto: Christian Maldonado)

Para abrigar as três irmãs, a planta do apartamento passou por uma drástica reforma comandada pelo arquiteto André Vainer. A cozinha diminuiu e a sala, que parece ainda maior por causa das janelas de ponta a ponta, ganhou mais espaço. Antes usado como passagem, o corredor que liga os quartos à área de estar foi fechado com uma porta de correr e virou sala de televisão. As únicas partes da casa que permaneceram intactas foram os três dormitórios. “Um é acervo, o outro é meu, e o terceiro é onde meu namorado deixa as coisas dele”, conta a estilista. Apesar de, há seis anos, oficialmente morar só com o buldogue francês Paçoca (que durante este ensaio fotográfico estava na creche), o músico Lourenço Rebetez, 32 anos, passa grande parte do tempo por lá. “Ele não liga nada nada para design. Acha tudo meio bobeira.”

Cozinha de laca colorida (Foto: Christian Maldonado)Cozinha de laca colorida (Foto: Christian Maldonado)

A ideia de pintar os móveis da marcenaria Baraúna com laca rosa, laranja e amarela surgiu de uma viagem ao México realizada antes da mudança, ainda com as irmãs. Pontuado por marcas de design contemporâneas à sua – os vasos da loja de plantas Selvvva, o painel da Lurca, que faz peças inspiradas na tradicional azulejaria brasileira, o banco do MoBu, ateliê que produz mobiliário urbano. O décor ultracolorido tem uma trégua nos móveis em preto, branco e nude. São réplicas de cadeiras assinadas por Sergio Rodrigues e de clássicos de Charles Eames, como a poltrona que leva seu nome, todas com design vintage. “Isso é coisa da minha mãe.” Assim como o tronco que serve de base para a mesa de vidro, garimpado na fazenda de uma amiga na década de 70, e os quadros que ela e seu marido ganharam de artistas próximos – todos com dedicatórias.

Bebê Shiva na cabeceira da cama (Foto: Christian Maldonado)Bebê Shiva na cabeceira da cama (Foto: Christian Maldonado)

A próxima coleção de Ana, lançada no próximo mês, virá com estampas criadas por ela e confeccionadas à mão em Jaipur, na Índia, em modelagens simples. E, provavelmente, vestirá a turma mais cool da cidade. “É uma delícia ver meu estilo traduzido na minha casa e no meu trabalho.” Como uma coisa que só é única porque já se misturou um bocado.”

A estilista em seu quarto (Foto: Christian Maldonado)A estilista em seu quarto (Foto: Christian Maldonado)

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Mistura fina: Estampas indianas, artesanato nacional invadem apê

Ana na cadeira Charles Eames, ao lado da mesa da marcenaria Baraúna e de vasos da Selvvva (Foto: Christian Maldonado)Ana na cadeira Charles Eames, ao lado da mesa da marcenaria Baraúna e de vasos da Selvvva (Foto: Christian Maldonado)

Pouco antes de se mudar com as irmãs, Thais e Lia, de Andradina, no interior de São Paulo, para a capital, há dez anos, Ana Carranca foi visitar a Ásia. Para forrar os móveis da casa nova, comprou os ikat (técnica em que os fios são tingidos antes de virarem tecido) mais bonitos que encontrou pela Indonésia. Mas, quando entrou no apartamento de 185 metros quadrados na Rua Oscar Freire, vitrine das principais grifes internacionais, desistiu de vestir almofadas e decidiu fazer roupas. Estava criada a Cru Ateliê, loja virtual com peças que combinam a expertise dos artesãos indianos com o design contemporâneo feito no Brasil. “Minha marca tem total conexão com o estilo da minha casa”, diz Ana Carranca, hoje com 30 anos.

A sala com móveis Vintage (Foto: Christian Maldonado)A sala com móveis Vintage (Foto: Christian Maldonado)Detalhe da entrada (Foto: Christian Maldonado)Detalhe da entrada (Foto: Christian Maldonado)

Para entender melhor esse conceito, basta entrar no lavabo do apartamento onde Ana vive e secar as mãos com panos azuis e verdes usados para fazer quimonos; ou deparar, no closet, com o sari indiano que virou duas calças. Como em sua moda, motivos asiáticos, artesanato e toques de brasilidade estão por todos os cantos do imóvel, construído nos anos 70. Isso quer dizer que uma imagem de Iemanjá comprada em Trancoso nas últimas férias pode dividir o quarto com um quadrinho kitsch que estampa o desenho de um bebê shiva. “Adoro objetos de gosto duvidoso.” A caixa de som toca Caetano Veloso no ambiente enfeitado com a foto de uma paisagem que ela mesma fez no Butão. “Não sou dessas que acham que tudo em um único tom faz um item vermelho acender”, diz. Ao contrário. “Quanto mais misturo estampas e cores, mais as coisas se destacam na decoração.”

Mesa de jantar com tronco dos anos 70 (Foto: Christian Maldonado)Mesa de jantar com tronco dos anos 70 (Foto: Christian Maldonado)

Para abrigar as três irmãs, a planta do apartamento passou por uma drástica reforma comandada pelo arquiteto André Vainer. A cozinha diminuiu e a sala, que parece ainda maior por causa das janelas de ponta a ponta, ganhou mais espaço. Antes usado como passagem, o corredor que liga os quartos à área de estar foi fechado com uma porta de correr e virou sala de televisão. As únicas partes da casa que permaneceram intactas foram os três dormitórios. “Um é acervo, o outro é meu, e o terceiro é onde meu namorado deixa as coisas dele”, conta a estilista. Apesar de, há seis anos, oficialmente morar só com o buldogue francês Paçoca (que durante este ensaio fotográfico estava na creche), o músico Lourenço Rebetez, 32 anos, passa grande parte do tempo por lá. “Ele não liga nada nada para design. Acha tudo meio bobeira.”

Cozinha de laca colorida (Foto: Christian Maldonado)Cozinha de laca colorida (Foto: Christian Maldonado)

A ideia de pintar os móveis da marcenaria Baraúna com laca rosa, laranja e amarela surgiu de uma viagem ao México realizada antes da mudança, ainda com as irmãs. Pontuado por marcas de design contemporâneas à sua – os vasos da loja de plantas Selvvva, o painel da Lurca, que faz peças inspiradas na tradicional azulejaria brasileira, o banco do MoBu, ateliê que produz mobiliário urbano. O décor ultracolorido tem uma trégua nos móveis em preto, branco e nude. São réplicas de cadeiras assinadas por Sergio Rodrigues e de clássicos de Charles Eames, como a poltrona que leva seu nome, todas com design vintage. “Isso é coisa da minha mãe.” Assim como o tronco que serve de base para a mesa de vidro, garimpado na fazenda de uma amiga na década de 70, e os quadros que ela e seu marido ganharam de artistas próximos – todos com dedicatórias.

Bebê Shiva na cabeceira da cama (Foto: Christian Maldonado)Bebê Shiva na cabeceira da cama (Foto: Christian Maldonado)

A próxima coleção de Ana, lançada no próximo mês, virá com estampas criadas por ela e confeccionadas à mão em Jaipur, na Índia, em modelagens simples. E, provavelmente, vestirá a turma mais cool da cidade. “É uma delícia ver meu estilo traduzido na minha casa e no meu trabalho.” Como uma coisa que só é única porque já se misturou um bocado.”

A estilista em seu quarto (Foto: Christian Maldonado)A estilista em seu quarto (Foto: Christian Maldonado)

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Superguia vegetariano: os melhores restôs em São Paulo

Prato do Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação )Agnolotti de beterraba do Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação)

André Ligeiro não é de Touro, mas aprecia (e muito!) uma boa comida. Além de seus cliques superdescolados no Instagram, o fotógrafo gosta de mostrar lugares bacanas para vegetarianos — assim como ele — em São Paulo. Tem restaurante, bar, café… Pronta para organizar o seu roteiro? André jura que vale a pena. E a gente assina embaixo!RESTAURANTES

LAGOA TROPICAL (@lagoatropical) – Rua Borges Lagoa, 406, Vila Mariana

“Vegetariano com opções veganas, buffet à vontade e preço acessível, incluindo bebida e sobremesa.” 

GREEN CHEF (@greenchef_sp) – Rua General Jardim, 550, Vila Buarque

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)50 tons de verde (Foto: Instagram/Reprodução)

“Restaurante vegetariano com opções veganas, buffet por quilo (em torno de R$ 38 o quilo), com suco cortesia.”

SER-AFIM (@restauranteserafim) – Alameda Jaú, 1142, Jardins

“97% vegano e 3% vegetariano, paga-se um valor fixo e come-se à vontade. Prove a feijoada de shimeji, meu prato favorito de lá!” 

BANANA VERDE (@restbananaverde) – Rua Harmonia, 278, Vila Madalena

Prato do Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação )Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação)

“À la carte. Existe o cardápio vegetariano e o vegano, ambiente grande e superaconchegante.”

THAT VEGAN BRAND (@thatveganbrand) – Rua Aimberê, 91 – Perdizes

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)That Vegan Brand (Foto: Instagram/Reprodução)

“100% vegano. É um restaurante com alguns pratos feitos, sanduíches… Tem falafel enrolado na folha de couve e o preço é ótimo. E o melhor é que funciona até tarde (até 1h de terça a sabado e domingo até às 22h) e tem delivery.”

LOTUS – Rua Brigadeiro Tobias, 420, Centro

“É um buffet com muitas opções (algumas veganas), comida saborosa, mas eu não acho tão barato para quem come bastante, que é meu caso. O valor do quilo gria em torno de R$ 56.” 

MOMO LAMEN (@momolamen) – Rua dos Estudantes, 34, Liberdade

“Na minha opnião, é o melhor lamen que já comi. A opção vegetariana vem com ovo e caldo de legumes. Se for vegano, é só pedir sem o ovo. A porção de edamame é uma delícia, vale para comer junto!”

BIRA CAFÉ (@biracafebar) – Rua Joaquim Távora, 955, Vila Mariana

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Bira Café (Foto: Instagram/Reprodução)

“Tem opções vegetarianas e veganas. Lamen, bolinho de arroz…”

SUSHIMAR VEGANO (@sushimarvegano) – Alameda Campinas, 1287 – Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Sushimar vegano (Foto: Instagram/Reprodução)

“É um rodizio japonês, só que vegano. Bem gostoso, mas eu ainda acho o preço um pouco salgado, em torno de R$ 70 por pessoa. A apresentação dos pratos, no entanto, é linda.” 

PASTIFICIO PRIMO (@pastificioprimo) – Jardins, Pompeia, Pinheiros

“Existem várias unidades. É como se fosse um fast food de massas com opções veganas e vegetarianas (integral também). O prato custa em média R$ 25.”

APFEL JARDINS (@apfeljardins) – Rua Bela Cintra, 1343, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Apfel Jardins (Foto: Instagram/Reprodução)

“É um restaurante vegetariano orgânico, com opções veganas e sobremesa. Durante a semana custa em média R$ 38 para comer à vontade.”

HI POKEE (@hipokee) – Rua Augusta, 2052, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Hi Pokee (Foto: Instagram/Reprodução)

“Comida havaiana com opções prontas ou personalizadas. Vegetariano, vegano, como preferir… eu amo!”

SUPER NATURAL ORGÂNICOS (@supernatural_organicos) – Rua Augusta, 2992, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Super Natural Orgânicos (Foto: Instagram/Reprodução)

“Buffet livre, preço ok e a comida é muito saborosa, com sobremesa.”

SATORI (@restaurantesatori) – Praça Carlos Gomes, 60, Liberdade

“Menu macrobiótico com opção vegetariana. É simples e incrível.”

GOSHALA (@goshala_restaurante) – Rua dos Pinheiros, 265, Pinheiros

“Comi uma feijoada vegetariana e amei. Não vem nenhum tipo de carne de soja, mas sim tofu e legumes, uma delícia. O valor acompanha entrada, prato principal, suco e sobremesa.”

SORVETES SOROKO – Rua Augusta, 305, Consolação

“Tem várias opções de sorvetes veganos, com leite de soja ou até mesmo com fruta pura. Adoro a calda de chocolate vegano. É por quilo. Um show!”

VACA ATELIÊ CULINÁRIO (@vacaatelieculinario) – Avenida Professor Alfonso Bovero, 323, Perdizes 

Vaca Ateliê Culinário (Foto: Acervo André Ligeiro)Vaca Ateliê Culinário (Foto: Acervo André Ligeiro)

“Pratos bem elaborados, deliciosos e com uma apresentação maravilhosa. Comi bolinhos do mar (não sei explicar exatamente o que são, mas contêm algas), 4 estágios da batata (esse era o nome do prato principal!) e sobremesas muito boas. O preço é alto, um lance mais gourmet, mas vale a pena.”

GULAB HARI (@gulabhari) – Rua Antonio Carlos, 429, Consolação

“Vegetariano e vegano com inspiração indiana. Incrível! R$ 42 o suco, a entrada, o prato e a sobremesa.” 

LANCHES

BAR EXQUISITO (@barexquisito) – Rua Bela Cintra, 532, Consolação

“Eles têm opções de hambúrguer de berinjela, de grão de bico ou de soja – e você pode escolher queijo vegano ou queijo normal. O sanduíche tem um ótimo preço e ainda acompanha um potinho com guacamole e batata frita. No cardápio há outros pratos vegetarianos também.”

ANIMAL CHEF (@animal_chef) – Rua Augusta, 1036, Consolação

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Animal chef (Foto: Instagram/Reprodução)

“Vegano <3. Eles têm um hambúrguer (que é um mix de feijão e grãos) no cardápio fixo, tipo um x-salada, e toda semana surge uma nova opção.”

CAIXOTE BAR (@caixotebar) – Rua Augusta, 914, Consolação

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Caixote Bar (Foto: Instagram/Reprodução)

“Diversos sabores de empanadas e coxinhas veganas. O ambiente é show para tomar uns drinks.”

RAW BURGER (@veggie_raw_burger) – Rua Augusta, 2052, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Raw Burger (Foto: Instagram/Reprodução)

“Opções deliciosas de hambúrgues veganos e vegetarianos e várias entradas incríveis.”

NOW BURGER (@nowburger) – Rua Apinajés, 847, Perdizes

“É uma hamburgueria com opção vegetariana/vegana. Você paga um valor e pode escolher todos os acompanhamentos do cardápio. É bem bom também e a vantagem é que fica aberto até tarde.”

HOLY BURGER (@holyburgersp) – Rua Doutor Cesario Mota Junior, 527, Vila Buarque

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Holy Burger (Foto: Instagram/Reprodução)

“Eles têm uma ótima opção de hambúrguer vegetariano.”

BURGUER KING (@burgerkingbrasil) – Franquias espalhadas por todo o Brasil

“Se você está em um shopping e precisa comer algo, o Veggie Burger cumpre a função com louvor. Antes de conhecer, gastava bastante em franquias de buffet por quilo porque pegava muito carboidrato. O lanche do BK é uma delícia, boa dica até para não-vegetarianos.” 

PIZZAS

POP VEGAN FOOD (@popveganfood) – Rua Fernando de Albuquerque, 142/144, Consolação

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Pop Vegan Food (Foto: Instagram/Reprodução)

“Eu amo as pizzas deles. Já provei quase todas. É um pouco mais leve, tem opção de massa integral, sem trigo e outras coisas.”

BARÃO NATURAL (@baraonatural) – Alameda Barão de Limeira, 1090, Campos Elíseos

“Pizzas para quem quer exagero de recheio. Hummm!”

CAFÉS 

PADOCA VEGAN (@@padocavegan) – Rua Harmonia, 1285, Sumarezinho

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Padoca vegan (Foto: Instagram/Reprodução)

“Dá para pedir o menu degustação para duas pessoas ou coisas separadas. Curti tudo o que comi. Aproveite e leve os pães do balcão para a casa.”

HOLY NUTS CAFÉ (@holynutscafe) – Inácio Pereira da Rocha, 246, Vila Madalena

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Holy Nuts Café (Foto: Instagram/Reprodução)

“Eu fui em uma tarde, comi salada com hambúrguer vegano, tomei o milk shake, comi o pão de queijo sem queijo e outras coisas. Amei tudo. Ambiente gostoso.”

MATE POR FAVOR (@mateporfavor) – Rua Augusta, 1492, Consolação

“Tomei café da manhã, provei alguns salgados veganos, comi os chocolatinhos veganos e também dois bolos veganos maravilhosos. Ah, e o mate claro! Adorei.”

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O Insta de roupas sustentáveis de Emma Watson!

Você conhece o novo Insta de Emma Watson? É o @the_press_tour, criado só pra mostrar os seus looks de tapete vermelho e dia-dia com um detalhe: eles são todos eco-friendly! Aproveitando a tour que fez pra promover o filme “A Bela e A Fera”, a atriz mostra como é possível alinhar os looks, tanto de dia quanto de noite, com ética e responsabilidade ao meio-ambiente. Ela soma mais de 482 mil seguidores e cada foto postada tem os detalhes da marca e a maneira como as peças foram feitas. Será que tudo começou no baile do Met no ano passado, quando ela usou um vestido Calvin Klein Collection feito de garrafas pet?

Um Insta cheio de bocas friorentas!

Quem também está se conscientizando em relação às roupas que usa nos eventos é Anne Hathaway! Penny Lovell, sua stylist, afirmou em seu Insta (@pennylovellstylist) que todas as peças usadas na tour de divulgação de seu novo filme, “Colossal”, seriam sustentáveis, vintage ou acervo de passarela. Legal, né? Confira os detalhes na galeria – é só clicar na foto!