Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

A advogada Vivian Ferreira, também integrante da deFEMde, destaca ainda a falta de tempo hábil para a aprovação de uma pauta como essa antes das eleições e o desinteresse do governo Temer na pauta. “A questão é bastante polêmica e o governo está em uma condição complicada do ponto de vista de legitimidade, com baixíssimo índice de aprovação. Não poderia correr o risco de perder o apoio dos setores conservadores, que o sustentam, a poucos meses do processo eleitoral”, diz.

A audiência pública será realizada no plenário da 1ª Turma do Supremo, nos próximos dias 3 e 6 de agosto, a partir das 8h40.

Assuntos sobre modelos e agencias de modelos na web: Agencias de modelos Agencias de Modelos BH Melhores agencias de modelos Altura necessária para as modelos Como entrar para uma Agencia de Modelos Agencias de Modelos Brasileiras Agencia de Modelos do Brasil Lista de Agencias de Modelos Brasileiras Matérias sobre Modelos e o mundo da moda Lista de Agencias de Modelos Modelos Masculinos SPFW Revista Epoca Vogue Empório Armani Online Lista de Agencias de Modelos Agencias de Modelos Agencias de modelos famosas Principais Agencias de Modelos Melhores Agencias de modelos do Brasil Agencias de Modelos do Brasil Linksweb Neoplanos Agentes do Alem 3ICAP Premio de Moda AnuarioTI Governo Estadão – Caderno de Moda Beleza, Moda e Agencias de Modelos do Brasil Mural Fashion ID Porto Alegre Fashionlines Balenciaga Pebblebeb Sweetyus O Povo Hubblo Informações sobre agencias de modelos Informações sobre agencias de modelos e modelos Agencias de Modelos e Top Models Modelos, Agencias de Modelos e Bastidores da Moda Modelos, Agencias de Modelos e Moda Agencias de Modelos, Agencias de Moda do Brasil, Top Models, Modelos Femininos, Modelos Masculinos Vulnerável e Oscilante Moda, Modelos e Agencias de Modelos Agencias de Modelos e Top Models UOL Estilo G1 Moda Jornal O Globo Folha S.Paulo Principais Agencias de Modelos do País: FORD MODELS, MEGA MODEL BRASIL, MAJOR MODEL , LEQUIPE AGENCE, Way Model

Selva Almada critica peso da religião em legalização de aborto no Brasil

Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)Mulheres argentinas vão às ruas para protestar pela legalização do aborto no país (Foto: Getty Images)

“Educação sexual para decidir, anticoncepcionais para não abortar, aborto legal para não morrer”. Foi sob essas palavras de ordem que 129 deputadas e deputados argentinos aprovaram a descriminalização do aborto no país.

Em votação acirrada, indefinida até os últimos minutos, o projeto de lei que defende a legalização da interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana passou pela Câmara dos Deputados, em Buenos Aires, e agora segue para o Senado. “Havendo aprovação no Senado, existe uma terceira instância, a sanção presidencial. O presidente Mauricio Macri já se pronunciou publicamente dizendo que não iria exercer seu direito de veto, mas não há como ter certeza até o fim do processo todo”, explica a advogada argentina Ana Casarin.

Macri tem dez dias para vetar. Se não o fizer, a lei deve ser publicada no Boletim Oficial e, se não for estipulado um prazo diferente no próprio texto, ela passará a ter vigência oito dias após a publicação. “Porém, para o efetivo exercício do direito, para que as mulheres possam ir na rede pública e ter acesso ao aborto num hospital público, de maneira gratuita e segura, a lei ainda precisa ser regulamentada”, esclarece Ana.

Em entrevista, a escritora argentina Selva Almada, que se opõe ao atual governo, disse que Macri fez o que qualquer governante deve fazer: colocar suas crenças pessoais de lado, abrir o debate, permitir que os cidadãos se pronunciem e que os legisladores trabalhem. “Não sei quais são suas razões mais íntimas, e também não me importo. Há algumas horas, 129 deputados votaram a favor da legalização do aborto graças à luta das mulheres nas ruas.”

Uma das convidadas da Feira Literária de Paraty (Flip) deste ano, Almada é autora do livro do livro Garotas Mortas (ed. Todavia, 128 págs., R$ 40,90), investigação sobre três feminicídios que ocorreram na Argentina logo após a redemocratização do país.  

A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)A escritora argentina Selva Almada (Foto: Divulgação)

Mortes maternas

“A clandestinidade mata”, pontuou a deputada argentina Victoria Donda Perez na defesa de seu voto. Seu pensamento é amplamente difundido entre as mulheres do país, que fazem questão de reforçar que essa batalha já vem sendo travada há anos. “Nos últimos meses, o debate se deu aos gritos, em voz alta, mas não começou agora. Podemos dizer que agora tomou a sociedade. Todos e todas nos animamos a falar de algo que era um segredo aberto: o aborto existe, são 500 mil por ano, a questão é descriminalizá-lo”, defende Almada.

Segundo a Anistia Internacional, o aborto é a principal causa de morte materna (quando mulheres morrem durante ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou localização da gravidez) em 17 das 24 províncias argentinas.

“Apesar de a geração da vida exigir duas pessoas, os ônus da gravidez recaem única e exclusivamente sobre a mulher”, diz a advogada Marina Ganzarolli, fundadora da rede feminista de juristas deFEMde. A descriminalização da prática traria a “melhora dos índices de mortalidade materna e dos indicadores gerais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres.”

Do lado de cá da fronteira

No Brasil, o aborto é crime para o qual existem três exceções: quando há risco de morte para a mãe, quando a gravidez é decorrente de estupro e em casos de feto anencéfalo. “Duas delas são legais, escritas no código penal. A terceira foi conquistada por jurisprudência, por decisão do Supremo Tribunal Federal”, explica Marina.

Todas as outras possibilidades são criminalizadas. “Isso faz com que agentes de saúde, médicos e enfermeiros tenham receio de realizar o procedimento, inclusive em casos legais. Muitos alegam objeção de consciência e não garantem a lei. Em alguns estados, essa é a primeira causa da morte materna, como por exemplo na Bahia, que é o estado com mais mulheres negras no Brasil.”

“O aborto já existe para mulheres brancas com privilégios econômicos. Então, quando a gente fala de direito ao aborto, fala de direito à vida”

Para ela, a questão ainda vai além da saúde pública e recai na liberdade e autonomia sobre o corpo. “Um dos mitos que envolvem o debate é que a legalização geraria um aumento no número de procedimentos, o que é a maior falácia do universo. Países que legalizaram o aborto e têm extensas pesquisas baseadas em evidências viram o número cair”, pontua.

Diferentemente da Argentina, pesquisas apontam que o tema do aborto divide opiniões entre a população brasileira, mas a maioria ainda é contra. Um levantamento do Latinobarômetro de 2015 aponta que 50,3% dos brasileiros defendem que o aborto “nunca é justificável”.

Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)Brasileira também protestaram pelos direitos das mulheres em setembro de 2017 (Foto: Getty Images)

Selva Almada acredita que o fato se dá pela influência da igreja no país. “Além do enorme peso da igreja católica, vocês também têm a popularidade da igreja evangélica”, diz. Na Argentina, existe uma melhor separação entre a igreja e o Estado. “No papel, somos países laicos, mas na prática, infelizmente, o catolicismo pesa nas decisões do Estado.”

“Espero que a Argentina abra um precedente para outros países da América Latina, porque obviamente não somos o único país em que as mulheres pobres morrem por abortar clandestinamente”

ADPF 442

A ministra Rosa Weber, relatora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, convocou uma audiência pública para debater a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O objetivo é que o STF exclua do Código Penal a interrupção da gestação induzida e voluntária nas primeiras 12 semanas.

Marina Ganzarolli diz que a decisão na Argentina é positiva para o Brasil. “O principal impacto é movimentar a esfera pública e o debate na mídia, na família e nas escolas sobre a necessidade de rever a política pública e o acesso aos direitos sexuais reprodutivos das mulheres.”

Dado o atual contexto político do Brasil, no entanto, Marina não acredita que esse direito seja conquistado neste momento. “O STF não quer se colocar na berlinda com tamanha instabilidade política e ainda não tem maioria para ampliar, legalizar e descriminalizar o aborto no Brasil.”

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Mari Ximenes posa à la Susan Sarandon em Cannes

Iguais? (Foto: Divulgação)Iguais? (Foto: Divulgação)

O ano? 1978. Susan Sarandon estava em Cannes, na França, para um dos maiores festivais de cinema divulgando o longa Pretty Baby, ao lado de Brooke Shields. Em um prédio próximo ao mar, a personalidade, que veste uma jaqueta emprestada de um dos garçons de um restaurante dali, senta na varanda e… clique! O blazer, aberto, mostra parte dos seios da atriz. Foto icônica.

2018, 40 anos depois,  no mesmo prédio, no mesmo festival, um novo clique. Mariana Ximenes se inspirou e posou, para uma nova versão da imagem. Reparem: até a meia tem o mesmo padrão! Só o blazer que não é do garçom. Divertida a moça, não é? Nós amamos!

Mariana Ximenez em pose à la Sarandon (Foto: Divulgação)Mariana Ximenes em pose à la Sarandon (Foto: Divulgação)Susan Sarandon em 1978 (Foto: Reprodução Instagram)Susan Sarandon em 1978 (Foto: Reprodução Instagram)

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Superguia vegetariano: os melhores restôs em São Paulo

Prato do Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação )Agnolotti de beterraba do Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação)

André Ligeiro não é de Touro, mas aprecia (e muito!) uma boa comida. Além de seus cliques superdescolados no Instagram, o fotógrafo gosta de mostrar lugares bacanas para vegetarianos — assim como ele — em São Paulo. Tem restaurante, bar, café… Pronta para organizar o seu roteiro? André jura que vale a pena. E a gente assina embaixo!RESTAURANTES

LAGOA TROPICAL (@lagoatropical) – Rua Borges Lagoa, 406, Vila Mariana

“Vegetariano com opções veganas, buffet à vontade e preço acessível, incluindo bebida e sobremesa.” 

GREEN CHEF (@greenchef_sp) – Rua General Jardim, 550, Vila Buarque

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)50 tons de verde (Foto: Instagram/Reprodução)

“Restaurante vegetariano com opções veganas, buffet por quilo (em torno de R$ 38 o quilo), com suco cortesia.”

SER-AFIM (@restauranteserafim) – Alameda Jaú, 1142, Jardins

“97% vegano e 3% vegetariano, paga-se um valor fixo e come-se à vontade. Prove a feijoada de shimeji, meu prato favorito de lá!” 

BANANA VERDE (@restbananaverde) – Rua Harmonia, 278, Vila Madalena

Prato do Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação )Banana Verde (Foto: Tomaz Vello/Divulgação)

“À la carte. Existe o cardápio vegetariano e o vegano, ambiente grande e superaconchegante.”

THAT VEGAN BRAND (@thatveganbrand) – Rua Aimberê, 91 – Perdizes

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)That Vegan Brand (Foto: Instagram/Reprodução)

“100% vegano. É um restaurante com alguns pratos feitos, sanduíches… Tem falafel enrolado na folha de couve e o preço é ótimo. E o melhor é que funciona até tarde (até 1h de terça a sabado e domingo até às 22h) e tem delivery.”

LOTUS – Rua Brigadeiro Tobias, 420, Centro

“É um buffet com muitas opções (algumas veganas), comida saborosa, mas eu não acho tão barato para quem come bastante, que é meu caso. O valor do quilo gria em torno de R$ 56.” 

MOMO LAMEN (@momolamen) – Rua dos Estudantes, 34, Liberdade

“Na minha opnião, é o melhor lamen que já comi. A opção vegetariana vem com ovo e caldo de legumes. Se for vegano, é só pedir sem o ovo. A porção de edamame é uma delícia, vale para comer junto!”

BIRA CAFÉ (@biracafebar) – Rua Joaquim Távora, 955, Vila Mariana

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Bira Café (Foto: Instagram/Reprodução)

“Tem opções vegetarianas e veganas. Lamen, bolinho de arroz…”

SUSHIMAR VEGANO (@sushimarvegano) – Alameda Campinas, 1287 – Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Sushimar vegano (Foto: Instagram/Reprodução)

“É um rodizio japonês, só que vegano. Bem gostoso, mas eu ainda acho o preço um pouco salgado, em torno de R$ 70 por pessoa. A apresentação dos pratos, no entanto, é linda.” 

PASTIFICIO PRIMO (@pastificioprimo) – Jardins, Pompeia, Pinheiros

“Existem várias unidades. É como se fosse um fast food de massas com opções veganas e vegetarianas (integral também). O prato custa em média R$ 25.”

APFEL JARDINS (@apfeljardins) – Rua Bela Cintra, 1343, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Apfel Jardins (Foto: Instagram/Reprodução)

“É um restaurante vegetariano orgânico, com opções veganas e sobremesa. Durante a semana custa em média R$ 38 para comer à vontade.”

HI POKEE (@hipokee) – Rua Augusta, 2052, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Hi Pokee (Foto: Instagram/Reprodução)

“Comida havaiana com opções prontas ou personalizadas. Vegetariano, vegano, como preferir… eu amo!”

SUPER NATURAL ORGÂNICOS (@supernatural_organicos) – Rua Augusta, 2992, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Super Natural Orgânicos (Foto: Instagram/Reprodução)

“Buffet livre, preço ok e a comida é muito saborosa, com sobremesa.”

SATORI (@restaurantesatori) – Praça Carlos Gomes, 60, Liberdade

“Menu macrobiótico com opção vegetariana. É simples e incrível.”

GOSHALA (@goshala_restaurante) – Rua dos Pinheiros, 265, Pinheiros

“Comi uma feijoada vegetariana e amei. Não vem nenhum tipo de carne de soja, mas sim tofu e legumes, uma delícia. O valor acompanha entrada, prato principal, suco e sobremesa.”

SORVETES SOROKO – Rua Augusta, 305, Consolação

“Tem várias opções de sorvetes veganos, com leite de soja ou até mesmo com fruta pura. Adoro a calda de chocolate vegano. É por quilo. Um show!”

VACA ATELIÊ CULINÁRIO (@vacaatelieculinario) – Avenida Professor Alfonso Bovero, 323, Perdizes 

Vaca Ateliê Culinário (Foto: Acervo André Ligeiro)Vaca Ateliê Culinário (Foto: Acervo André Ligeiro)

“Pratos bem elaborados, deliciosos e com uma apresentação maravilhosa. Comi bolinhos do mar (não sei explicar exatamente o que são, mas contêm algas), 4 estágios da batata (esse era o nome do prato principal!) e sobremesas muito boas. O preço é alto, um lance mais gourmet, mas vale a pena.”

GULAB HARI (@gulabhari) – Rua Antonio Carlos, 429, Consolação

“Vegetariano e vegano com inspiração indiana. Incrível! R$ 42 o suco, a entrada, o prato e a sobremesa.” 

LANCHES

BAR EXQUISITO (@barexquisito) – Rua Bela Cintra, 532, Consolação

“Eles têm opções de hambúrguer de berinjela, de grão de bico ou de soja – e você pode escolher queijo vegano ou queijo normal. O sanduíche tem um ótimo preço e ainda acompanha um potinho com guacamole e batata frita. No cardápio há outros pratos vegetarianos também.”

ANIMAL CHEF (@animal_chef) – Rua Augusta, 1036, Consolação

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Animal chef (Foto: Instagram/Reprodução)

“Vegano <3. Eles têm um hambúrguer (que é um mix de feijão e grãos) no cardápio fixo, tipo um x-salada, e toda semana surge uma nova opção.”

CAIXOTE BAR (@caixotebar) – Rua Augusta, 914, Consolação

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Caixote Bar (Foto: Instagram/Reprodução)

“Diversos sabores de empanadas e coxinhas veganas. O ambiente é show para tomar uns drinks.”

RAW BURGER (@veggie_raw_burger) – Rua Augusta, 2052, Jardins

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Raw Burger (Foto: Instagram/Reprodução)

“Opções deliciosas de hambúrgues veganos e vegetarianos e várias entradas incríveis.”

NOW BURGER (@nowburger) – Rua Apinajés, 847, Perdizes

“É uma hamburgueria com opção vegetariana/vegana. Você paga um valor e pode escolher todos os acompanhamentos do cardápio. É bem bom também e a vantagem é que fica aberto até tarde.”

HOLY BURGER (@holyburgersp) – Rua Doutor Cesario Mota Junior, 527, Vila Buarque

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Holy Burger (Foto: Instagram/Reprodução)

“Eles têm uma ótima opção de hambúrguer vegetariano.”

BURGUER KING (@burgerkingbrasil) – Franquias espalhadas por todo o Brasil

“Se você está em um shopping e precisa comer algo, o Veggie Burger cumpre a função com louvor. Antes de conhecer, gastava bastante em franquias de buffet por quilo porque pegava muito carboidrato. O lanche do BK é uma delícia, boa dica até para não-vegetarianos.” 

PIZZAS

POP VEGAN FOOD (@popveganfood) – Rua Fernando de Albuquerque, 142/144, Consolação

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Pop Vegan Food (Foto: Instagram/Reprodução)

“Eu amo as pizzas deles. Já provei quase todas. É um pouco mais leve, tem opção de massa integral, sem trigo e outras coisas.”

BARÃO NATURAL (@baraonatural) – Alameda Barão de Limeira, 1090, Campos Elíseos

“Pizzas para quem quer exagero de recheio. Hummm!”

CAFÉS 

PADOCA VEGAN (@@padocavegan) – Rua Harmonia, 1285, Sumarezinho

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Padoca vegan (Foto: Instagram/Reprodução)

“Dá para pedir o menu degustação para duas pessoas ou coisas separadas. Curti tudo o que comi. Aproveite e leve os pães do balcão para a casa.”

HOLY NUTS CAFÉ (@holynutscafe) – Inácio Pereira da Rocha, 246, Vila Madalena

Superguia vegetariano (Foto: Instagram/Reprodução)Holy Nuts Café (Foto: Instagram/Reprodução)

“Eu fui em uma tarde, comi salada com hambúrguer vegano, tomei o milk shake, comi o pão de queijo sem queijo e outras coisas. Amei tudo. Ambiente gostoso.”

MATE POR FAVOR (@mateporfavor) – Rua Augusta, 1492, Consolação

“Tomei café da manhã, provei alguns salgados veganos, comi os chocolatinhos veganos e também dois bolos veganos maravilhosos. Ah, e o mate claro! Adorei.”

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Kim Kardashian quase mostra demais ao deixar roupão aberto em foto

Kim Kardashian quase mostra demais ao deixar roupão aberto em foto (Foto: Reprodução / Instagram)Kim Kardashian quase mostra demais ao deixar roupão aberto em foto (Foto: Reprodução / Instagram)

Kim Kardashian quase mostrou demais ao posar para uma foto na tarde desta segunda-feira (13). A socialite deixou parte do roupão branco aberto no momento em que um fotógrafo fez o registro dos bastidores.  Por sorte, ela estava com um sutiã nude que a salvou de um clique indiscreto.


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